-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
Lula anuncia veto a PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (18), que vai vetar o PL da Dosimetria aprovado na quarta-feira pelo Congresso, que reduz a pena de 27 anos de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.
"Ao chegar na minha mesa, eu vetarei", disse Lula em entrevista coletiva em Brasília, no dia seguinte à aprovação da medida no Senado. O veto de Lula, no entanto, pode ser derrubado posteriormente pelo Congresso, de maioria conservadora.
Em setembro, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentar impedir, em 2022, que Lula voltasse ao poder.
Com a nova lei, sua pena efetiva, atualmente calculada pela Justiça até 2033, poderá ser reduzida para pouco mais de dois anos.
O projeto de lei foi aprovado de forma surpreendente pelas duas casas do Congresso em apenas uma semana, às vésperas do recesso de Natal.
A medida beneficia Bolsonaro, de 70 anos, preso desde o fim de novembro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Mas também pode conceder liberdade condicional para mais de cem de seus apoiadores presos pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, em Brasília, uma semana após a posse de Lula.
- "A extrema direita não voltará" -
Lula afirmou que seu antecessor "tem que pagar" a pena imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), mas reconheceu, nesta quinta-feira, que a eventual derrubada de seu veto pelo Congresso faz parte do "jogo" político.
Aliados de Bolsonaro no Congresso ressaltam, no entanto, que seguirão defendendo uma anistia total.
"Não era exatamente o que a gente queria, não era o que a gente estava batalhando, mas é o que era possível nessa conjuntura de composição do Congresso Nacional", disse, após a votação, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido por seu pai como pré-candidato da direita às eleições presidenciais de 2026.
Lula, por sua vez, prevê se candidatar ao quarto mandato.
Nesta quinta-feira, o presidente disse que não lhe "cabe julgar filho de Bolsonaro", e afirmou confiar que "aqui no Brasil, a extrema direita não voltará mais a governar esse país".
Paralelamente, os advogados de Bolsonaro pedem que ele seja transferido rapidamente para um hospital para passar por duas cirurgias, uma para tratar um soluço recorrente e outra para corrigir uma hérnia inguinal.
A defesa também solicitou que o ex-presidente retorne à prisão domiciliar - onde permaneceu por vários meses desde agosto - devido a seu estado de saúde.
E.Hall--AT