-
Antoine Semenyo, um jogador-chave de Gana e ameaça 'interna' para a Inglaterra
-
Técnico de Portugal exalta o 'ícone' Cristiano Ronaldo
-
Noruega vence Senegal (3-2) com dois de Haaland e vai aos 16-avos da Copa
-
Evo Morales suspende bloqueio de rodovias na Bolívia após estado de exceção
-
Inglaterra 'pode vencer qualquer adversário' na Copa, garante Rice
-
França vence Iraque (3-0) com dois de Mbappé e vai aos 16-avos de final da Copa
-
Panamá e Croácia tentam se manter vivos na Copa no jogo 200 de Modric pela seleção
-
Jogo entre França e Iraque é suspenso devido a alerta de tempestade severa na Filadélfia (Fifa)
-
Julián Álvarez pede para deixar o Atlético de Madrid
-
Juiz vê retaliação política em intimações do governo Trump
-
Thiago Silva volta ao Fluminense
-
Candidato de esquerda da Colômbia pede "calma" após protestos contra vitória da extrema direita
-
Respeito e adoração por Messi na Argentina
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, a glória de Messi
-
Os 18 gols de Lionel Messi em Copas do Mundo
-
'Messi está em outro nível', admite técnico da Áustria
-
Ataque a tiros em Montreal deixa três mortos, incluindo o suspeito
-
Inglaterra tem dúvidas na defesa, apesar de início com fôlego na Copa do Mundo
-
Gana enfrentará o jogo 'mais fácil' da Copa do Mundo contra a Inglaterra, diz Queiroz
-
Brasil vai correr mais 'para potencializar Neymar e Vini Jr', garante Martinelli
-
'Foi muito equilibrado, muito intenso', diz Messi após vitória sobre a Áustria
-
Após deixar concentração da Bélgica, Doku está em Londres para o nascimento de seu filho
-
Com 2 de Messi, Argentina vence Áustria (2-0) e se classifica para próxima fase da Copa
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Messi faz 2 contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
Estádio da Filadélfia abre portões para jogo entre França e Iraque após ameaça de tempestade
-
RB Leipzig anuncia argentino Martín Demichelis como novo técnico
-
Messi marca contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
O mercado não para: estrelas fecham contratos milionários em plena Copa do Mundo
-
Manchester United compra terrenos para construir seu novo estádio
-
Retrospectiva de Frida Kahlo chega ao Tate Modern com recorde de ingressos vendidos
-
Brasil treina sem Alisson antes de enfrentar Escócia na Copa do Mundo
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, chega a vez de Messi
-
Ex-campeã de Wimbledon, Marketa Vondrousova é suspensa por 4 anos por recusar teste antidoping
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala de esquerda do Partido Trabalhista
-
Claudia Sheinbaum recebe pato Merlín, mascote do México na Copa do Mundo
-
Giovanni Malagò é eleito novo presidente da Federação Italiana de Futebol
-
Cristiano Ronaldo é um problema para Portugal na Copa do Mundo?
-
Trabalhadores humanitários são detidos no Afeganistão por usar barba muito curta
-
EUA suspende sanções ao petróleo iraniano
-
Reuniões na Suíça lançaram 'bases muito boas' para acordo com Irã, diz Vance
-
Zagueiro alemão Schlotterbeck está fora da Copa devido a lesão no tornozelo
-
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
-
Lado direito, o pesadelo de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Natto, a soja fermentada japonesa que desperta curiosidade e repulsa
-
Messi pode se tornar o maior artilheiro das Copas nesta segunda-feira
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala esquerdista do Partido Trabalhista
-
Starmer, o político que quis transformar o Reino Unido e perdeu o apoio do partido
Europa tem políticas migratórias mais seletivas e fronteiras menos permeáveis
As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que alertou para o possível desaparecimento da civilização europeia devido à aceitação excessiva de imigrantes, contrastam fortemente com a realidade no Velho Continente, que está endurecendo suas políticas de asilo e imigração.
No entanto, com o envelhecimento da população e a necessidade de mão de obra em diversos setores, os países europeus são obrigados a acolher cada vez mais trabalhadores estrangeiros.
- Europa, terra de imigração -
Globalmente, o número de estrangeiros na Europa continua aumentando, embora os fluxos migratórios tenham diminuído.
Segundo dados do Eurostat, em 1º de janeiro de 2024 quase 29 milhões de cidadãos de países terceiros residiam no continente, 6,4% da população. Em 2021, esse número era de 23,8 milhões.
Alemanha, Espanha, França e Itália concentram quase 70% dos estrangeiros residentes na União Europeia.
"Parte da nossa economia baseia-se na imigração", disse à AFP Matthieu Tardis, codiretor do centro de pesquisa independente Synergies Migrations. Como exemplo, citou a França, onde "a revolução industrial foi construída com mão de obra italiana e polonesa".
Atualmente, as permissões de residência por trabalho são a principal via de entrada na União Europeia. Em 2024, foram emitidos 1,1 milhão de títulos deste tipo, representando 32% do total, em comparação com 589 mil em 2015 (29,6%).
Em alguns setores, os estrangeiros estão "super-representados" em relação à sua proporção na população europeia, especialmente na área da saúde e da construção civil, indica o pesquisador.
Os médicos estrangeiros representam 22% do total na Alemanha, 18% na França e até 41% no Reino Unido, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
- Menos solicitantes de asilo e chegadas irregulares -
No final de 2024, o Eurostat registrou um milhão de solicitantes de asilo na Europa, uma queda de 11% em comparação com 2023.
Desses, menos da metade (438.000) obteve o status de refugiado, que lhes garante o direito de permanecer no país.
O número de solicitantes de asilo não retornou aos níveis observados durante a crise migratória de 2015, quando centenas de milhares de refugiados sírios que fugiam da guerra chegaram à Europa. Naquela época, foram registrados 1,3 milhão de pedidos.
Em relação à imigração irregular, foram relatadas aproximadamente 200.000 chegadas irregulares às costas europeias em 2024, cinco vezes menos do que em 2015, segundo dados das Nações Unidas.
Essa diminuição se explica, em parte, pelos acordos com Turquia, Líbia e Tunísia para controlar as partidas. Esses pactos têm sido alvo de fortes críticas, especialmente em relação aos direitos humanos.
- Políticas mais restritivas -
Na Alemanha, país que abriga o maior número de estrangeiros na União Europeia, o conservador Friedrich Merz implementou uma política de asilo mais restritiva desde que assumiu o poder em maio.
Até agora, neste ano, o número de solicitações de asilo na Alemanha caiu mais da metade em comparação com 2024.
A nível da UE, os 27 Estados-membros adotaram, na segunda-feira, diversos textos para regulamentar de forma mais rigorosa a chegada e o retorno de migrantes, abrindo caminho para a criação de centros de acolhimento fora da UE. O Parlamento Europeu ainda precisa dar sua aprovação.
A Itália já assinou um acordo controverso com a Albânia para terceirizar o processamento de pedidos de asilo de pessoas interceptadas no mar. No entanto, a iniciativa continua bloqueada por múltiplos recursos judiciais.
Desde que assumiu o poder em 2022, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, líder do partido de extrema direita Irmãos da Itália (Fratelli d'Italia), fez do combate à imigração irregular uma de suas prioridades.
Ao mesmo tempo, o governo italiano aumentou o número de vistos de trabalho concedidos: 450.000 entre 2023 e 2025, em comparação com 75.700 em 2022. A medida visa aliviar a escassez de mão de obra em um país com população envelhecida e afetado por uma queda na taxa de natalidade.
Este duplo padrão também é observado na Hungria, onde apenas 29 solicitantes de asilo foram registrados em 2024 (excluindo os da Ucrânia).
Paralelamente, o número de estrangeiros aumentou na última década sob o governo do nacionalista Viktor Orbán, por meio de sua política de "trabalhadores convidados". O número subiu de aproximadamente 146.000 para mais de 255.000 previstos para 2025.
Fora da UE, no Reino Unido, a imigração líquida caiu 69% em um ano em 2025, segundo o Gabinete Nacional de Estatísticas.
Os dados confirmam uma tendência de queda desde o pico atingido em 2023, como consequência das políticas do governo conservador anterior. As travessias irregulares pelo Canal da Mancha, no entanto, continuam.
burs-est-tll/dab/sva/clr/meb/jvb/aa
P.Smith--AT