-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Guatemala se desculpa por desaparecimento forçado de ativistas indígenas em 1989
O presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo, pediu desculpas públicas nesta sexta-feira (12) em nome do Estado às famílias de quatro indígenas ativistas dos direitos humanos, desaparecidos pelo Exército em 1989 durante a guerra contra a insurgência.
Agapito Pérez, Nicolás Mateo, Macario Pú e Luis Ruiz foram vítimas de desaparecimento forçado no início de abril de 1989, depois que militares os tiraram de suas casas e nunca mais se soube deles, segundo um acórdão da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte-IDH), que ordenou o pedido de desculpas em 2024.
Os crimes ocorreram durante a ofensiva do Estado contra grupos guerrilheiros marxistas, um conflito que deixou cerca de 200 mil mortos e desaparecidos entre 1960 e 1996, segundo a ONU.
"O Estado falhou e por isso, como presidente e representante do Estado, peço desculpas públicas aos familiares" dos ativistas maias "por seu desaparecimento forçado e pela posterior negação de justiça", disse Arévalo em um ato no Palácio Nacional, na capital.
O presidente social-democrata reconheceu que o Estado guatemalteco "descumpriu suas obrigações de investigar, julgar e punir os responsáveis" e não promoveu a busca pelos quatro indígenas.
Os ativistas foram acusados de supostamente apoiar a guerrilha e se recusarem a integrar as Patrulhas de Autodefesa Civil, grupos paramilitares criados pelo Exército para controlar povoados indígenas, mas acusados de participar de massacres contra civis.
Segundo a decisão, os quatro indígenas viviam em uma fazenda no sul do país, de onde foram sequestrados e desapareceram, depois de serem obrigados a se deslocar do departamento de Quiché (oeste).
A presidente da Robert F. Kennedy Human Rights, Kerry Kennedy, que acompanha o caso, afirmou no ato que as famílias das vítimas viveram por décadas "em silêncio, com medo e impunidade porque o Estado falhou com elas ao investigar e respondê-las".
K.Hill--AT