-
Partido de Putin desponta como vencedor em eleições russas marcadas por ataque ucraniano
-
Merz enfrenta novas pressões após duras derrotas eleitorais na Alemanha
-
Secretário do Tesouro dos EUA exalta sucesso da reunião com a China sobre comércio e IA
-
Exército de Israel detém suposto autor de ataque mortal contra colono na Cisjordânia
-
Juventus e Milan se aproximam dos líderes no Campeonato Italiano
-
Presidente interina da Venezuela vai participar da Assembleia Geral da ONU
-
PSG vence clássico e afunda Olympique na zona de rebaixamento; Monaco segue líder
-
Incêndio ameaça joia turística dos Andes colombianos
-
Economia do Irã desaba durante a guerra no Oriente Médio
-
Juventus vence Atalanta e se aproxima dos líderes no Italiano
-
Espanhol "La Bola Negra" ganha prêmio principal do Festival de Toronto
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda em eleições regionais abalam governo Merz
-
City vence Sunderland em jogo eletrizante e se isola na liderança do Inglês
-
Presidente nega ter "política de vingança" contra tribunal de paz da Colômbia
-
França, Canadá, EUA e China devem "unir forças" por uma IA "segura", diz premiê canadense
-
Ataque maciço ucraniano atinge Moscou no encerramento das legislativas
-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
Polônia suspeita que 'serviço de inteligência estrangeiro' sabotou ferrovia
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, denunciou, nesta segunda-feira (17), uma "sabotagem sem precedentes" na explosão de uma linha ferroviária crucial para a entrega de ajuda à Ucrânia, que o Ministério Público suspeita ter sido ordenada por "um serviço de inteligência estrangeiro".
A explosão ocorreu na ferrovia que conecta Varsóvia à cidade polonesa de Lublin e se liga a uma linha que atende a Ucrânia, país invadido pela Rússia em fevereiro de 2022.
"Explodir uma via férrea (...) é um ato de sabotagem sem precedentes que atenta contra a segurança do Estado polonês e de seus cidadãos", escreveu Donald Tusk no X, após visitar, nesta segunda, o local do incidente em Mika, 100 km a sudeste de Varsóvia.
Utilizada diariamente por 115 trens diferentes, "essa rota também é de vital importância para o envio de ajuda à Ucrânia", acrescentou o premiê, após a visita ao local do incidente.
A Procuradoria Nacional da Polônia indicou que suspeita que "um serviço de inteligência estrangeiro" tenha sido responsável pela sabotagem.
O ministro do Interior polonês, Maciej Kierwinski, declarou à imprensa que a explosão foi provocada por meio de um cabo, do qual foi encontrado um fragmento no local dos fatos.
Segundo o primeiro-ministro, os danos "provavelmente tinham como objetivo descarrilar um trem". Um acidente foi evitado graças ao fato de que o maquinista alertou os serviços especializados sobre "anormalidades na infraestrutura ferroviária" antes de parar o trem.
Ninguém ficou ferido no incidente. Tusk também informou sobre outro incidente ocorrido na mesma linha, no qual as janelas de um vagão foram quebradas, muito provavelmente devido a um trilho danificado.
O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, declarou, nesta segunda-feira, em Bruxelas, que a Aliança continuava "em contato próximo com as autoridades polonesas", e que aguardava os resultados de uma investigação iniciada imediatamente pelos serviços poloneses.
O chefe da diplomacia ucraniana, Andrii Sibiga, expressou, por sua vez, sua "solidariedade com a amiga Polônia" e a Ucrânia prometeu ajudar com a investigação em andamento, "se necessário".
Segundo ele, poderia se tratar de "outro ataque híbrido da Rússia para pôr à prova as reações".
A.Taylor--AT