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MP pede que ex-presidente Boluarte seja proibida de sair do Peru
O Ministério Público peruano pediu à Justiça, nesta sexta-feira (10), que proíba a ex-presidente Dina Boluarte de sair do país enquanto ela é investigada pelos crimes de negociação incompatível com o cargo e lavagem de dinheiro.
Nesta madrugada, o Congresso peruano destituiu Boluarte em um julgamento político relâmpago motivado pela crise de insegurança e nomeou em seu lugar o até agora chefe do Legislativo, José Jerí.
Em um comunicado, o Ministério Público explicou que o pedido à Justiça "busca assegurar a presença de Boluarte durante o desenvolvimento do processo penal e prevenir uma eventual fuga do território nacional".
O Ministério Público pediu 36 meses e 18 meses de proibição de saída do país em dois casos em que Boluarte é investigada, um por lavagem de ativos e outro por "negociação incompatível ou aproveitamento indevido do cargo".
Na primeira investigação, Boluarte foi associada a um caso de lavagem de ativos durante a campanha eleitoral de 2021, quando foi candidata à vice-presidente na chapa de Pedro Castillo, que foi eleito pelo partido Peru Livre, liderado por Vladimir Cerrón.
Boluarte chegou à Presidência em dezembro de 2022, após a destituição e prisão de Castillo.
Segundo o MP, Cerrón recebeu "ativos provenientes da organização criminosa Los Dinámicos del Centro".
Em outro caso, Boluarte "teria se interessado em designar funcionários no Seguro Social de Saúde peruano e concretizar o pagamento de benefícios sociais para um dos amigos do médico que teria realizado cirurgias estéticas nela".
O Poder Judicial informou em um comunicado que programou para a quarta-feira, 15 de outubro, uma "audiência presencial para avaliar o pedido de impedimento de saída por 36 meses".
Boluarte saiu esta madrugada do palácio de governo e permanece em sua casa em Lima, segundo a imprensa.
A ex-presidente de 63 anos mantém uma relação tensa com Ministério Público, como resultado das muitas investigações que se seguiram.
Entre as de maior repercussão está a vinculada com a repressão dos protestos antigovernamentais do fim de 2022 que deixou 50 mortos, ou a do chamado "Rolexgate" envolvendo relógios de luxo que a mandatária não declarou em sua lista de bens.
P.A.Mendoza--AT