-
'O Agente Secreto' vence prêmio Spirit do cinema independente
-
Lyon bate Nice (2-0) e chega a sua 13ª vitória consecutiva
-
Com gol de Alisson, Napoli arranca empate contra Roma (2-2) e se mantém em 3º na Serie A
-
Carnaval do Rio começa com homenagem controversa a Lula
-
Shelton vence Fritz de virada e conquista em Dallas seu 4º título ATP
-
Cerúndolo vence Darderi e enfim conquista o ATP 250 de Buenos Aires
-
Familiares de presos rejeitam julgamentos em massa em El Salvador
-
Leipzig arranca empate no fim contra Wolfsburg (2-2) e é 5º na Bundesliga
-
Com 2 gols brasileiros, Arsenal atropela Wigan (4-0) e vai às oitavas da Copa da Inglaterra
-
Atlético de Madrid perde para Rayo (3-0) e praticamente dá adeus ao título do Espanhol
-
Chanceler iraniano viaja à Suíça para segundo ciclo de negociações com EUA
-
Redesenho da Classe S 2026
-
Trump pede ao Hamas que faça desarmamento 'total e imediato'
-
Netanyahu pede desmonte da capacidade de enriquecimento de urânio do Irã
-
João Fonseca busca impulso em casa, no Rio Open 2026
-
Alex de Miñaur vence Auger-Aliassime e conquista ATP 500 de Roterdã
-
Obama lamenta falta de 'vergonha' após vídeo racista compartilhado por Trump
-
Rubio afirma que EUA não pede à Europa que seja um 'vassalo'
-
Nottingham Forest anuncia Vitor Pereira, seu quarto treinador da temporada
-
Neuer sofre lesão na panturrilha e vai desfalcar Bayern de Munique
-
Morre francês Michel Portal, referência do jazz contemporâneo
-
Ao menos 12 mortos em ataques israelenses na Faixa de Gaza (Defesa Civil)
-
Lens goleia Paris FC (5-0), assume liderança e segue sonhando com título da Ligue 1
-
Inter vence Juventus no fim (3-2) e fica mais perto do título da Serie A
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com 2 gols de Vini e é líder provisório do Espanhol
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Liverpool elimina Brighton
-
Putin é 'um escravo da guerra', afirma Zelensky
-
City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra; Newcastle elimina Aston Villa
-
Cerca de 250 mil pessoas protestam em Munique contra regime iraniano
-
Auger-Aliassime e De Minaur vão disputar final do ATP 500 de Roterdã
-
Olympique de Marselha cede empate nos acréscimos contra Strasbourg (2-2) e é 4º no Francês
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro olímpico histórico para o Brasil e a América Latina
-
Tottenham anuncia Igor Tudor como novo treinador até o final da temporada
-
Cinco países acusam Rússia de envenenar opositor Navalny com 'toxina'
-
Carolina Muchová conquista em Doha seu primeiro título de WTA 1000
-
Sem brilho, City vence time da 4ª divisão e avança na Copa da Inglaterra
-
Líder Bayern vence na visita ao Werder Bremen (3-0) e resiste à pressão do Dortmund
-
Lucas Pinheiro Braathen, um campeão que brilha no esqui e na moda
-
Irã transfere Nobel da Paz Narges Mohammadi de prisão
-
Familiares de presos políticos iniciam greve de fome na Venezuela
-
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
-
Sabalenka e Swiatek desistem de disputar WTA 1000 de Dubai
-
Rubio defende Europa forte que apoie visão de mundo de Trump
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista ouro, a 1ª medalha olímpica de inverno da história para o Brasil
-
Departamento de Segurança Interna dos EUA entra em paralisação orçamentária
-
Europa discute segurança e pede que EUA seja razoável
-
Impasse no Congresso dos EUA pode resultar em novo bloqueio orçamentário
-
Peru discutirá destituição de presidente interino na 3ª feira
-
EUA suspende agentes federais por mentirem sobre operação em Minneapolis
-
Carney lidera homenagem às vítimas do massacre que enluta Canadá
Netanyahu diz que plano de Israel para Gaza é 'a melhor forma de acabar com a guerra'
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou, neste domingo (10), que seu novo plano militar para Gaza "é a melhor forma de terminar a guerra" contra o Hamas, apesar dos apelos para encerrar os combates no território devastado.
Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU iniciou uma reunião urgente sobre o conflito, durante a qual um alto funcionário dessa organização advertiu que o plano israelense "provavelmente desencadeará outra calamidade".
Após 22 meses de guerra, Netanyahu enfrenta forte pressão em Israel pelo destino dos 49 reféns ainda em poder do movimento islamista palestino Hamas.
Também é pressionado externamente para encerrar a guerra na Faixa de Gaza, onde há mais de dois milhões de palestinos ameaçados por uma "fome generalizada", segundo a ONU.
"Completamos grande parte do trabalho. Temos entre 70% e 75% de Gaza sob controle militar israelense", declarou o líder israelense durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém. "Ainda há dois redutos restantes: a Cidade de Gaza e os campos" no centro da Faixa de Gaza, acrescentou.
- "Prazos bastante curtos" -
Este plano "não tem como objetivo ocupar Gaza, mas desmilitarizar Gaza", repetiu Netanyahu. "Esta é a melhor forma de acabar com a guerra e a melhor forma de terminá-la rápido".
"Em primeiro lugar, desarmar o Hamas. Em segundo, libertar todos os reféns. Em terceiro, desmilitarizar Gaza. Em quarto, Israel exercerá um controle de segurança preponderante. Em quinto, um governo civil pacífico não israelense", resumiu.
Netanyahu afirmou que será permitido à população civil "abandonar com toda a segurança as zonas de combate para ir a zonas seguras designadas" e que suprimentos serão distribuídos "em abundância".
Também prometeu "corredores protegidos" para esta entrega e "aumentar o número de pontos de distribuição de ajuda da GHF", fundação privada apoiada por Estados Unidos e Israel, acrescentou.
"Falamos em termos de prazos bastante curtos porque queremos terminar a guerra (...) Vamos ganhar a guerra com ou sem o apoio de outros" países, garantiu, após críticas da comunidade internacional.
Espanha e outros sete países europeus condenaram o plano israelense em um comunicado conjunto, assegurando que poderia ocasionar "um número inaceitavelmente elevado de vítimas mortais" e "comprometer ainda mais a vida dos reféns".
O anúncio do plano causou indignação em familiares dos sequestrados no ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, que o veem como uma condenação dos reféns à morte. O Hamas advertiu que a nova ofensiva terminaria com seu "sacrifício".
Na noite de sábado, milhares de pessoas voltaram às ruas de Tel Aviv, exigindo um acordo que garanta o retorno de todos os reféns - incluindo os corpos dos 27 declarados mortos pelo Exército israelense - em troca do fim das hostilidades.
- "Quero toda a Faixa de Gaza"-
A extrema direita, que integra a coalizão governamental, expressou desacordo. "O primeiro-ministro e o gabinete se renderam aos fracos", criticou o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich.
"Quero toda a Faixa de Gaza, a transferência (de sua população, NDLR) e a colonização", acrescentou o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, outra figura da extrema direita.
O líder da oposição, Yair Lapid, também considerou o plano de Netanyahu uma "catástrofe". "Vão mobilizar de última hora 430.000 reservistas (...) Estão desmantelando o país por dentro", insistiu neste domingo em declarações à imprensa.
"O gabinete decidiu o destino dos reféns: os vivos serão assassinados e os mortos desaparecerão para sempre", criticou Einav Zangauker, mãe de um deles e figura da mobilização das famílias. Alguns pais de reféns convocaram uma greve geral para o próximo domingo.
À rádio do Exército, o especialista em assuntos militares Doron Kadosh avaliou que "o plano pode não começar até outubro". Até lá, "a bola está com os mediadores", cuja última tentativa de resolução fracassou em julho, segundo o jornal Ma’ariv.
No terreno, a Defesa Civil de Gaza afirmou que o Exército israelense matou 27 pessoas neste domingo, entre elas 11 por disparos enquanto aguardavam a distribuição de comida.
O ataque do Hamas a Israel, em 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza, matou 1.219 pessoas do lado israelense, em sua maioria civis, segundo um levantamento da AFP baseado em dados oficiais.
A operação de retaliação israelense em Gaza já deixou 61.430 mortos, em sua maioria civis, segundo os dados do Ministério da Saúde do território governado pelo Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
W.Moreno--AT