-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
-
Argentina estima que visita do papa mobilizará sete milhões de fiéis
-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
Ucrânia restabelece a independência de órgãos anticorrupção
O presidente ucraniano Volodimir Zelensky promulgou, nesta quinta-feira(31), uma lei que restabelece a independência de órgãos anticorrupção, revertendo um texto criticado pela sociedade civil e pela União Europeia.
Em 22 de julho, a Ucrânia aprovou uma lei que colocava a agência e a promotoria de combate à corrupção (NABU e SAPO, respectivamente, nas siglas em inglês) diretamente sob o controle do procurador-geral, nomeado pelo chefe de Estado.
Tanto a União Europeia, que apoia Kiev na ofensiva lançada pela Rússia, quanto a sociedade civil criticaram essa lei, que levou a manifestações no país.
"Acabo de assinar o documento e o texto será publicado imediatamente", disse Zelensky em uma mensagem no Telegram, na qual afirmou que a lei garante um "trabalho normal e independente" das instâncias anticorrupção.
O texto, apresentado por Zelenksy, havia sido aprovado nesta quinta-feira por 331 deputados, quase cem a mais do que os 226 necessários para aprovar uma lei.
A primeira-ministra, Yulia Sviridenko, aplaudiu a decisão e assegurou que a nova lei "elimina o risco de interferência no trabalho dos órgãos de combate à corrupção".
"Trata-se de uma resposta clara às expectativas da sociedade e dos nossos aliados europeus", acrescentou nas redes sociais.
Em sua primeira grande crise política desde o início de seu mandato, há seis anos, Zelensky tentou defender o texto aprovado em 22 de julho, acusando a NABU e a SAPO de serem ineficazes e de estarem sob "influência russa".
Mas assegurou ter "ouvido" os manifestantes ao propor uma nova lei, que ambos os órgãos anticorrupção acolheram favoravelmente.
O novo texto, que ainda precisa ser promulgado pelo presidente, renova a maioria das disposições que garantem a independência da NABU e da SAPO, segundo o texto publicado no site do Parlamento.
Também estabelece verificações adicionais, como testes regulares com detector de mentiras para os funcionários que têm acesso a informações confidenciais, evitando assim qualquer "ação em benefício" da Rússia, segundo a fonte.
Guillaume Mercier, porta-voz da Comissão Europeia, considerou nesta quinta-feira que o projeto de lei aprovado restabelece as "principais salvaguardas" que permitem a "independência" das agências anticorrupção.
K.Hill--AT