-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
-
Argentina obtém vitória 'histórica' em caso de petrolífera na Justiça americana
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
-
Irã desafia Trump e insta civis a se afastarem dos americanos
-
Bolsonaro deixa hospital e cumpre prisão domiciliar em casa
-
México procura dois barcos desaparecidos que transportavam ajuda a Cuba
-
JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
-
Itália investiga LVMH por promover cosméticos para crianças e adolescentes
-
Senado dos EUA age para acabar com o caos nos aeroportos
-
Caixa-preta para o Estado, refúgio para investidores: uso das criptomoedas no Irã
-
Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de defesa aérea
-
Rapper Balendra Shah toma posse como primeiro-ministro do Nepal
-
Trump adia ultimato ao Irã e crise no Estreito de Ormuz será debatida no G7
-
Croácia, próximo adversário do Brasil, vence Colômbia (2-1) de virada em amistoso
-
Venezuela decreta uma semana de feriado devido a crise de energia
-
Exército de Israel anuncia ataques ‘em grande escala’ contra Teerã
Trump pressiona Congresso para que aprove megaprojeto de lei orçamentária
O presidente Donald Trump fez, nesta quinta-feira (26), sua última defesa de seu projeto orçamentário que inclui um alívio fiscal colossal, enquanto o Senado dos Estados Unidos se prepara para votar o texto nos próximos dias.
Chamado pelo magnata republicano de "lei grande e bonita", o texto reduz drasticamente o orçamento para financiar uma extensão de seus cortes de impostos de 2017. Seus críticos afirmam que a medida privará milhões de americanos de baixa renda de cobertura de saúde.
Em um evento na Casa Branca, Trump disse a funcionários e seguidores que este pacote legislativo é "uma das leis mais importantes da história" do país. "E isso é o que todos dizem, praticamente todo mundo."
"A lei grande e bonita protegerá nossas fronteiras, impulsionará nossa economia e trará de volta o sonho americano", declarou.
Os republicanos do Senado querem iniciar na sexta-feira uma votação sobre o megaprojeto, que Trump considera crucial para seu legado, na esperança de que chegue à mesa do presidente antes de 4 de julho, data em que se comemora a Independência dos Estados Unidos.
Mas esses prazos parecem destinados a não serem cumpridos, dada a profunda divisão entre os republicanos do Senado e da Câmara dos Representantes em matéria de gastos e dívida.
Segundo análises independentes, este projeto de lei abriria caminho para uma significativa redistribuição de riqueza dos americanos 10% mais pobres para os mais ricos.
Amplas pesquisas recentes apontam que a medida é profundamente impopular entre diversos grupos demográficos, de idade e de renda.
Alguns republicanos do Senado se opõem às disposições que cortariam o programa de assistência médica Medicaid para os americanos de baixa renda e ameaçariam o fechamento de hospitais rurais.
Embora a Câmara já tenha aprovado sua própria versão, as duas casas do Congresso devem concordar sobre o mesmo texto antes de ser promulgado como lei.
Trump esteve acompanhado na Casa Branca por "americanos comuns" que se beneficiariam do projeto, segundo a Casa Branca, entre eles garçons, entregadores de comida e agentes da patrulha de fronteira.
"Estaremos celebrando por muito tempo, porque estamos mudando nosso país", disse o presidente. "Estamos recuperando o nosso país."
B.Torres--AT