-
Rebeldes huthis do Iêmen voltam a atacar Israel e entram na guerra no Oriente Médio
-
Bélgica atropela EUA (5-2) em amistoso a dois meses e meio da Copa
-
Sabalenka vence Gauff e é bicampeã do WTA 1000 de Miami
-
Israel ataca centro de armamento naval iraniano, e fortes explosões são ouvidas em Teerã
-
Tuchel elogia Maguire mas lista outros zagueiros com mais chances de disputar Copa do Mundo
-
Veleiros com ajuda humanitária chegam a Cuba após serem localizados
-
Deschamps anuncia rotações na França para amistoso contra Colômbia
-
Após vitória sem brilho, Argentina liga sinal de alerta a menos de 80 dias da Copa
-
Tribunal francês decide litígio entre Cardiff e Nantes sobre morte de Emiliano Sala
-
Apesar de sanção, Senegal exibe troféu da Copa Africana em amistoso contra o Peru, em Paris
-
Manifestantes anti-Trump protestam em várias cidades dos Estados Unidos
-
Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos
-
Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA
-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
-
Argentina obtém vitória 'histórica' em caso de petrolífera na Justiça americana
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
Pelo menos 16 mortos em Kiev em um dos ataques mais 'horríveis' da Rússia
Ao menos 16 pessoas, incluindo um cidadão americano, morreram nesta terça-feira (17) em bombardeios russos contra Kiev que o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, classificou como "um dos ataques mais horríveis" contra a capital.
Este ataque foi um dos mais mortais a Kiev desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022 e ocorre no momento de uma estagnação nas negociações de paz.
Zelensky declarou que "Kiev sofreu um dos ataques mais horríveis" do conflito, com mais de 440 drones e 32 mísseis.
Segundo o mandatário, "uma área inteira de um prédio de apartamentos" foi destruída e as equipes de emergência procuravam sobreviventes entre os escombros.
O presidente russo, Vladimir "Putin, faz isso apenas porque pode continuar com a guerra. Ele quer que a guerra prossiga", afirmou Zelensky.
Jornalistas da AFP em Kiev ouviram drones sobrevoando a cidade e as explosões quando os sistemas de defesa aérea ucranianos os neutralizaram.
Dezenas de moradores de Kiev se refugiaram em uma estação de metrô, alguns deles com seus animais de estimação.
"Foi a noite mais infernal de que me lembro", disse à AFP Alina Shtompel, uma estudante de 20 anos.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que realizou um "grupo de bombardeios com armas de alta precisão por ar, terra e mar, assim como ataques com drones, contra instalações da indústria militar na região de Kiev".
- "Pessoas sob os escombros" -
O chefe da administração militar da capital, Timur Tkachenko, atualizou um número anterior de 14 mortos e informou que 16 pessoas foram mortas.
"Os trabalhos de buscas continuam, já que pode haver pessoas sob os escombros", acrescentou ele.
Os ataques russos atingiram "27 pontos em diversos distritos da capital", afirmou o ministro ucraniano do Interior, Igor Klimenko.
Ele acrescentou que o ataque atingiu "prédios residenciais, instituições de ensino e instalações de infraestrutura crítica".
Nas primeiras horas da terça-feira, o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, anunciou a morte de um americano de 62 anos nos ataques contra o distrito de Solomianski.
Em Odessa, cidade portuária no sul da Ucrânia, o governador regional, Oleg Kiper, relatou que pelo menos 13 pessoas foram hospitalizadas devido aos ataques e algumas "podem estar presas nos escombros", adicionou.
A Rússia prossegue com os ataques contra a Ucrânia, apesar dos esforços dos Estados Unidos para negociar um cessar-fogo após mais de três anos de conflito.
As negociações de paz entre Moscou e Kiev estão estagnadas, com as duas partes inflexíveis em suas posições.
Moscou rejeitou a trégua "incondicional" exigida pela Ucrânia e seus aliados europeus. Kiev descartou as demandas de Moscou, que chamou de "ultimatos".
As autoridades russas anunciaram restrições temporárias de voo sobre os quatro aeroportos de Moscou.
Zelensky disse na segunda-feira que esperava conversar com seu homólogo americano, Donald Trump, sobre a compra de equipamentos militares por parte da Ucrânia, à margem da reunião de cúpula do G7 no Canadá.
O encontro não ocorreu porque Trump encurtou sua visita ao Canadá após a assinatura de uma declaração conjunta do G7.
L.Adams--AT