-
Jogadores da seleção do Irã homenageiam crianças vítimas da guerra
-
Infantino confirma que Irã jogará Copa do Mundo nos Estados Unidos
-
Ataques de EUA e Israel atingem Irã após ameaça de Trump
-
Austrália goleia Curaçao (5-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Liga, streaming e 'Marty Supreme': tênis de mesa profissional emerge nos EUA
-
Escândalo de 'deepfakes' sexuais provoca onda #MeToo na Alemanha
-
Suprema Corte dos EUA invalida lei no Colorado que proíbe 'terapias de conversão'
-
Lula confirma Alckmin como pré-candidato a vice em busca da reeleição
-
Teste do gene SRY é 'simplista' demais, admite cientista que o descobriu
-
Treinadora nigeriana usa futebol como ferramenta de combate às drogas
-
Vencedores e perdedores nas bolsas após um mês de guerra no Oriente Médio
-
Petroleiro russo atraca em Cuba durante crise energética
-
Inflação na zona do euro sobe para 2,5% em 12 meses
-
Manifestantes se mobilizam na Alemanha em apoio à atriz vítima de 'deepfake'
-
‘Sentimos falta das coisas mais simples’: moradores de Teerã no limite após um mês de guerra
-
Regulador investiga redes sociais após proibição para adolescentes na Austrália
-
Australiano recorre à IA para encontrar vacina que salve sua cadela do câncer
-
Príncipe Harry e Elton John exigem inenização 'substancial' do Daily Mail
-
Ataques intensos dos EUA e Israel atingem Irã após ameaça de Trump
-
Petroleiro russo se aproxima de Cuba para entregar combustível
-
Irã lança mísseis contra países do Oriente Médio após ameaça de Trump
-
Nasa inicia contagem regressiva para lançamento lunar
-
Cubanos aguardam chegada de petróleiro russo em meio a bloqueio dos EUA
-
Defesa de Bolsonaro nega uso de celular em prisão domiciliar
-
Céline Dion anuncia retorno aos palcos com shows em Paris
-
Alemanha sofre, mas vence Gana (2-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Vaticano expressa 'pesar' a Israel por barrar patriarca no Santo Sepulcro
-
Parlamento de Israel aprova lei de pena de morte para palestinos condenados por 'atos de terrorismo'
-
Plata é acolhido no Equador após problemas disciplinares no Flamengo
-
Guerra no Oriente Médio aumenta trânsito de navios pelo Canal do Panamá
-
Presidente da AFA é acusado formalmente de evasão fiscal
-
Messi será titular em amistoso contra Zâmbia, anuncia Scaloni
-
Aluno de 13 anos morre em ataque a tiros em escola na Argentina
-
Juiz suspende parcialmente reforma trabalhista de Milei na Argentina
-
Finais da repescagem definem últimas quatro vagas europeias na Copa do Mundo
-
Primeiros pagamentos a seguranças devem reduzir caos em aeroportos dos EUA
-
Alemanha pressiona por retorno de refugiados sírios durante visita de Al-Sharaa
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã apesar da alta dos preços
-
Piquerez sofre lesão ligamentar no tornozelo e passará por cirurgia
-
Criador do OpenClaw afirma que 2026 será o ano dos agentes de IA
-
Ancelotti diz que já definiu escalação do Brasil para estreia na Copa do Mundo
-
Cinco curiosidades que marcam o 50º aniversário da Apple
-
Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução
-
Justiça rejeita indenização ao Cardiff por morte do jogador Emiliano Sala
-
Ataque a tiros em escola da Argentina deixa um morto e oito feridos
-
Trump ameaça destruir principal terminal petrolífero do Irã se não houver acordo 'em breve'
-
Embaixada dos EUA na Venezuela retoma operações após sete anos
-
STF exige que Bolsonaro esclareça se violou condições de prisão domiciliar
-
Aos 50 anos, Apple precisa enfrentar novo desafio: a IA
-
Torcedores da Premier League aprovam extinção do VAR, segundo pesquisa
Xi diz a Trump que é preciso 'corrigir o curso' das relações EUA-China
O presidente da China, Xi Jinping, disse ao seu contraparte dos Estados Unidos, Donald Trump, responsável por uma ofensiva comercial contra Pequim, que os dois países deveriam "corrigir o curso" das relações bilaterais, em um telefonema nesta quinta-feira (5) que o republicano avaliou positivamente.
A chamada telefônica - a primeira anunciada publicamente desde que o magnata retornou à Casa Branca - ocorreu após Pequim e Washington trocarem acusações e pôr em perigo a trégua comercial que negociaram no mês passado em Genebra.
"Corrigir o curso do grande navio das relações sino-americanas exige que o guiemos bem e definamos a direção, especialmente para eliminar todos os tipos de interferência e até mesmo destruição", disse Xi a Trump, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.
Xi também se declarou aberto à visita de seu contraparte americano à China.
Por outro lado, o presidente chinês pediu a Trump que tratasse a questão de Taiwan "com cautela" para evitar um "conflito", de acordo com a mesma fonte.
Xi pediu a Washington que "retire as medidas negativas tomadas contra a China".
Trump, garantiu, por sua vez, que a conversa, que durou cerca de uma hora e meia, terminou com uma "conclusão muito positiva".
- Mudança de tom -
Donald Trump anunciou em sua rede Truth Social que suas equipes comerciais e a de Xi Jinping se reunirão "em breve" para abordar as tarifas, em local ainda a ser definido.
Segundo ele, "não deveria" haver pontos soltos no acesso às terras raras chinesas, um grande obstáculo nas relações entre os dois países.
O presidente dos EUA, que confirmou que Xi havia "gentilmente" convidado ele e sua esposa Melania a viajar para a China, enfatizou que ele retribuiu o convite para que Xi viajasse para os Estados Unidos.
O tom do imprevisível bilionário republicano mudou radicalmente em relação aos seus comentários furiosos na semana passada, quando acusou Pequim de não respeitar o acordo de trégua comercial negociado em maio.
Os dois governantes conversaram "a pedido" de Trump, destacou a Xinhua.
A questão de quem está em uma posição de força, EUA ou China, é altamente sensível para o presidente americano que, como seus oponentes democratas apontam ironicamente, teve que recuar várias vezes na guerra tarifária.
- Estudantes e fentanil -
Mas as disputas entre Pequim e Washington vão muito além do comércio.
As duas superpotências também estão em desacordo sobre o tratamento dado aos estudantes chineses matriculados em universidades americanas; o tráfico de fentanil, as relações com Taiwan, a alta tecnologia e as tensões no Mar do Sul da China.
O acordo alcançado em Genebra prevê uma pausa de 90 dias e põe fim a uma escalada tarifária que levou Pequim a impor tarifas alfandegárias de 125% sobre os produtos americanos e Washington a implementar taxações de 145% sobre os bens chineses.
Pequim e Washington haviam concordado em reduzir temporariamente suas sobretaxas tarifárias para 30% e 10%, respectivamente.
Na quarta-feira, Trump disse no Truth Social que "gosta" de Xi Jinping, mas que é "extremamente difícil fazer um acordo com ele".
De acordo com o Wall Street Journal, a raiva foi causada pela lentidão da China em conceder novas licenças de exportação para terras raras e outros componentes necessários para semicondutores e automóveis.
Enquanto isso, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, prometeu nesta quinta-feira "defender com firmeza os direitos e interesses legítimos" dos estudantes chineses, depois que Trump decidiu proibir a emissão de vistos para estrangeiros que iniciariam seus estudos em Harvard.
Atualmente, há cerca de 1.300 estudantes chineses nesta universidade, de acordo com números oficiais.
H.Romero--AT