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Vitória apertada da direita no poder nas legislativas em Portugal
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, de direita moderada, venceu as eleições legislativas antecipadas realizadas neste domingo (18), mas, assim como há um ano, não conseguiu maioria suficiente para garantir a estabilidade política no país ibérico.
O resultado ameaça deixar Portugal, membro da Otan e da União Europeia, mais uma vez sem um governo estável, num momento em que o bloco enfrenta crescentes tensões comerciais globais e trabalha para reforçar sua defesa.
Segundo uma pesquisa de boca de urna da emissora pública RTP, a Aliança Democrática (AD), liderada pelo primeiro-ministro em fim de mandato, Luís Montenegro, teria obtido entre 29% e 34% dos votos.
Isso corresponderia a entre 85 e 96 cadeiras no Parlamento de 230 assentos — muito aquém das 116 necessárias para garantir a maioria.
O Partido Socialista teria obtido entre 21% e 26% dos votos, enquanto o partido de extrema direita Chega ficaria com 20% a 24%, contra 18% nas últimas eleições de 2024.
Apesar de a extrema direita poder deter a chave para a formação de um governo, Montenegro, advogado de 52 anos, rejeitou qualquer aliança com o Chega, afirmando que se trata de um partido "pouco confiável" e "inapto para governar".
O líder da AD foi o protagonista central da campanha, já que foi ele próprio quem provocou essas eleições antecipadas ao renunciar em março, em meio a suspeitas de conflito de interesses ligadas a uma empresa de consultoria registrada em seu domicílio e em nome de seus filhos.
"Ninguém jamais foi tão transparente quanto eu", afirmou em seu último comício, respondendo ao líder da oposição socialista, Pedro Nuno Santos, que o acusou de "misturar política com negócios" ao receber dinheiro de empresas privadas após assumir o cargo.
"Votar outra vez", dizia a manchete do jornal Público em sua capa — reflexo do cansaço da população diante de mais um pleito antecipado.
– Necessidade de uma liderança estável –
A coalizão AD formou um governo minoritário após as últimas eleições e conseguiu aprovar um orçamento que aumentou pensões e salários do setor público graças à abstenção dos socialistas em votações-chave.
No entanto, as relações entre os dois principais partidos se deterioraram, e não está claro se os enfraquecidos socialistas estarão dispostos a permitir que a centro-direita governe desta vez.
"Sei que os portugueses estão cansados de eleições e que são os primeiros a desejar estabilidade", afirmou Montenegro, que tem sido pressionado tanto pelo Chega quanto pelo Partido Socialista, derrotado por pouco em 2024 após oito anos no poder.
"Precisamos de uma liderança estável (...) que nos permita superar as incertezas e adversidades que vêm de fora", destacou, dirigindo-se aos eleitores indecisos.
Nas ruas de Lisboa, muitos portugueses expressaram decepção com os líderes políticos e cansaço diante de tantas convocações eleitorais.
"É demais! Temos novas eleições depois de um ano e tudo vai continuar exatamente igual", lamentou José Silveira, de 56 anos, em sua loja de artesanato no centro de Lisboa.
"Espero que haja uma maioria absoluta, para que tenhamos um pouco de estabilidade", comentou por sua vez Fátima Lopes, engenheira de 61 anos que trabalha em uma prefeitura e que "aprovou, em geral", a atuação do governo em fim de mandato.
Pedro Vaz, vendedor de sucos naturais de 49 anos, discordava. "Estamos um pouco pior do que antes em certos aspectos", afirmou, preocupado com o "excesso de imigração", num contexto em que a população estrangeira em Portugal quadruplicou desde 2017.
A imigração e a ética dos líderes políticos são temas centrais para a extrema direita, que tem vivido uma ascensão vertiginosa desde a fundação do Chega, em 2019.
A etapa final da campanha de seu presidente, André Ventura, ex-comentarista esportivo de 42 anos, foi interrompida por dois desmaios que ele sofreu diante das câmeras de televisão.
A.O.Scott--AT