-
Pelo menos 27 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Argentina, atual campeã, cruza o caminho da surpreendente seleção de Cabo Verde nos 16-avos da Copa
-
Néstor Lorenzo descarta favoritismo da Colômbia na Copa do Mundo
-
Paraguai 'vai dar muitas pancadas', alerta Barcola, atacante da França
-
Gana dará à Colômbia 'mais problemas' do que Portugal, antecipa Queiroz
-
'É o jogo das nossas vidas', diz técnico de Cabo Verde sobre duelo contra Argentina
-
Técnico do Egito não garante Salah como titular contra a Austrália nos 16-avos
-
Espanha vence Áustria (3-0) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Israel recorda os 1.000 dias do ataque do Hamas com pedido para criar comissão investigadora
-
Atentado com bomba deixa nove mortos em Damasco
-
Scaloni pede respeito a Cabo Verde: 'Não chegaram por acaso'
-
OMS declara fim de surto de hantavírus vinculado a cruzeiro que partiu da Argentina
-
Nova York está pronta para casamento épico de Taylor Swift e Travis Kelce
-
De fã a adversário de Neymar na Copa: a jornada de Antonio Nusa com os 'Vikings' da Noruega
-
Endrick destaca sua versatilidade como possível arma contra Noruega
-
Venezuelano sobrevive oito dias sob escombros de terremotos
-
Harry Kane, o salvador da Inglaterra na Copa do Mundo
-
Rybakina vence McNally sem sustos e vai à terceira ronda de Wimbledon
-
Sem Paquetá, Brasil encara desafio de reconstruir meio-campo contra Noruega
-
Pelo menos 25 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Manchester City está perto de assinar com Elliot Anderson
-
Zverev avança em Wimbledon após vitória fácil contra Royer
-
Atentado com bomba deixa 6 mortos em Damasco
-
Por um fio na Alemanha, Nagelsmann pode ser substituído por Klopp
-
Lucas Paquetá está fora de jogo contra Noruega pelas oitavas de final da Copa
-
Hernán Gil, um resgate cinematográfico que emociona uma Venezuela de luto
-
Onda de calor castiga o leste dos EUA antes do feriado de 4 de julho
-
Swiatek se classifica para terceira rodada de Wimbledon
-
Pelo menos 21 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Após Kane e Olise, chega a vez de Luis Díaz na promissora seleção da Colômbia
-
Socorristas resgatam venezuelano com vida oito dias após terremotos
-
OMS declara fim do surto de hantavírus vinculado ao cruzeiro que partiu da Argentina
-
Serviços de saúde enfrentam dificuldades para atender afetados por terremotos na Venezuela
-
EUA criou menos empregos que o previsto em junho
-
Espanhol Santi Cazorla anuncia aposentadoria aos 41 anos
-
Seleção espanhola colocada à prova no dia em que Copa se despede de uma lenda
-
Alemanha anuncia grande pacote de reformas para impulsionar economia e competitividade
-
Mateus Fernandes assina com Tottenham por 85 milhões de libras
-
Dividido e sem investigação oficial, Israel recorda os mil dias do ataque do Hamas
-
Tribunal europeu mantém multa de € 4,1 bilhões contra o Google
-
Procurar uma mãe por chat e chorar seus mortos por streaming, o drama da diáspora venezuelana
-
Maior ataque russo contra Kiev desde o início da guerra deixa pelo menos 17 mortos
-
Vaticano confirma excomunhão de seis bispos tradicionalistas
-
Negociações indiretas entre EUA e Irã registram 'avanços positivos', diz Catar
-
Equipes de resgate lutam para retirar venezuelano dos escombros sete dias após terremotos
-
Pochettino comemora classificação dos EUA para as oitavas: "Por que não nós?"
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
Zelensky deseja 'vínculos sólidos' com EUA, apesar das críticas de Trump
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (20) que deseja "vínculos sólidos" com os Estados Unidos, um dia depois de Donald Trump o chamar de "ditador" e após sua reunião em Kiev com o emissário americano Keith Kellogg.
As tensões entre Zelensky e Trump se exacerbaram esta semana, depois da reunião de alto nível entre Rússia e Estados Unidos, a poucos dias de a invasão russa à Ucrânia completar três anos.
Zelensky afirmou nesta quinta-feira que teve uma "reunião produtiva" com Kellogg.
"Tivemos uma conversa detalhada sobre a situação no campo de batalha, sobre como conseguir o retorno dos prisioneiros de guerra e implementar garantias de segurança efetivas", escreveu Zelensky nas redes sociais.
"Relações sólidas entre Ucrânia e Estados Unidos beneficiam o mundo inteiro", declarou.
Os Estados Unidos têm sido o principal apoio militar e econômico da Ucrânia, mas o diálogo aberto por Trump com o presidente russo, Vladimir Putin, gera preocupação na ex-república soviética e nos países europeus, que temem ficar marginalizados das conversas para encerrar o conflito.
Trump e Zelensky trocaram duros ataques pessoais e, na quarta-feira, o mandatário ucraniano acusou o presidente republicano de viver em "um espaço de desinformação" russo e de ajudar Putin a "sair de anos de isolamento".
Em resposta, Trump o chamou de "ditador" e ressaltou que "deveria agir rápido ou não lhe restará um país".
A tensão refletiu-se na falta de um comunicado conjunto após o encerramento da reunião, como é habitual neste tipo de encontro.
- 'Inaceitáveis' -
Em sua enxurrada de críticas, o presidente americano citou, entre outras coisas, números falsos sobre a popularidade de Zelensky e o instou a convocar eleições.
O mandato de Zelensky deveria ter terminado em maio de 2024, mas a Ucrânia não organizou eleições por causa da lei marcial que impera devido ao conflito. A guerra obrigou milhões de pessoas a fugirem do país, onde 20% do território está sob ocupação russa.
Nos Estados Unidos, alguns altos cargos do governo pediram a Zelensky que baixasse o tom antes da reunião com Kellogg.
As críticas da Ucrânia aos Estados Unidos são "inaceitáveis", disse à emissora Fox News o conselheiro de segurança nacional de Trump, Mike Waltz.
Diante da virulência das acusações de Trump, o presidente ucraniano recebeu apoio de vários líderes europeus, em especial do chanceler alemão, Olaf Scholz; do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e do presidente francês, Emmanuel Macron.
"A Ucrânia é uma democracia, a Rússia de Putin, não", disse o porta-voz da União Europeia, Stefan Keersmaecker, nesta quinta, acrescentando que Zelensky foi "legitimamente eleito em eleições livres".
O chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que viajará a Kiev na segunda-feira, data do terceiro aniversário da invasão russa, para "reafirmar o apoio da Espanha à democracia ucraniana".
- 'Poucas coisas concretas' -
"Decidiu-se começar a retomada do diálogo russo-americano em todos os aspectos", disse o porta-voz da Presidência russa, Dmitry Peskov, acrescentando que Moscou estava "absolutamente de acordo" com a abordagem de Washington para resolver o conflito na Ucrânia.
Peskov, no entanto, disse que, por enquanto, há "poucas coisas concretas" devido principalmente a "discordâncias entre Washington e Kiev".
O porta-voz do Kremlin, no entanto, enfatizou que Washington continua sendo a "principal locomotiva" e a fonte da "maior contribuição financeira para alimentar" a guerra.
Putin comemorou a retomada do diálogo entre o seu país e os Estados Unidos nesta quinta-feira.
"Eu adoraria me reunir com Donald [Trump]", acrescentou o presidente russo, referindo-se ao seu colega americano pelo primeiro nome.
A.Anderson--AT