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Israelenses vivem 'um dos dias mais difíceis' e se reúnem para receber corpos de reféns
Centenas de pessoas se reuniram em Israel agitando bandeiras para prestar homenagem aos quatro reféns mortos que foram devolvidos nesta quinta-feira (20) pelo Hamas, acompanhando a comitiva que transportou os corpos durante todo o percurso.
Os combatentes do Hamas, armados e encapuzados, entregaram perto de Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, quatro caixões que o movimento islamista palestino afirma conter os corpos de Shiri Bibas e seus dois filhos Ariel e Kfir, de origem argentina, e de Oded Lifshitz.
Esta foi a primeira vez desde o início da guerra entre Israel e Hamas em Gaza, após o ataque de 7 de outubro, que o grupo palestino entregou restos mortais de reféns israelenses falecidos em cativeiro.
A entrega ocorre graças ao cessar-fogo vigente desde 19 de janeiro, que permitiu várias trocas de reféns por prisioneiros palestinos detidos por Israel.
"É um dia de luto nacional, sentimos que eles faziam parte da nossa família, tivemos esperança até o último momento", afirmou Gersende Grynszpan, uma mulher de 49 anos que compareceu a uma esplanada em Tel Aviv que agora é conhecida como "Praça dos Reféns".
"Hoje é como uma continuação de 7 de outubro", disse.
O Fórum de Famílias de Reféns Israelenses confirmou que o corpo de Oded Lifshitz, um ativista pela paz que tinha 83 anos quando foi sequestrado pelo Hamas, foi um dos reféns falecidos devolvidos nesta quinta-feira.
Centenas de israelenses em lágrimas se reuniram nas ruas por onde passou o comboio com os caixões que foram levados ao instituto de medicina forense de Tel Aviv para sua identificação.
Na Praça dos Reféns, o local habitual dos protestos para exigir a libertação dos reféns, vários telões projetaram fotos da família Bibas e de Lifshitz.
Mas não foram projetadas imagens da entrega dos reféns, o que causou indignação em Israel e na comunidade internacional.
"Este é um dos dias mais difíceis desde 7 de outubro", declarou Tania Coen Uzzielli, diretora de museu de 59 anos, presente na praça, onde se encontravam mais de cem pessoas.
"Acredito que todos e cada um de nós carregamos um tipo de sentimento de culpa, de que talvez poderíamos ter feito mais, de que talvez não fizemos o suficiente para impedir esta tragédia", acrescentou.
As mortes de Shiri Bibas e de Ariel e Kfir, que tinham, respectivamente, 4 anos e 8 meses quando foram sequestrados, foram anunciadas em novembro de 2023 pelo Hamas, mas Israel nunca as confirmou.
"Não há outras palavras, estou com o coração partido", afirmou Sharon Gazit, morador de Tel Aviv de 60 anos, na praça.
- "Abominável e cruel" -
Os caixões chegaram no começo da tarde ao instituto médico legal Abu Kabir de Tel Aviv.
A identidade dos corpos deve ser confirmada após o processo de identificação, um procedimento habitual no país em caso de morte de reféns ou soldados.
O presidente israelense, Isaac Herzog, declarou que a volta dos reféns mortos é um drama nacional. "Os corações de toda a nação estão destroçados", escreveu na rede social X.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que está "enfurecido com os monstros do Hamas" depois que o movimento islamista expôs os caixões antes de sua entrega, com uma imagem do líder israelense representado como um vampiro.
A encenação da devolução dos corpos foi "abominável e cruel", denunciou o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
Desde que começou o cessar-fogo, no âmbito da primeira fase de um acordo negociado por Catar, Egito e Estados Unidos, foram libertados 19 reféns israelenses em troca de mais de 1.100 presos palestinos.
Na quarta-feira, o Hamas afirmou que está disposto a libertar "de uma única vez" e não em etapas sucessivas todos os reféns retidos na Faixa de Gaza durante a segunda fase da trégua, que deve começar em 2 de março.
A.Williams--AT