-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
-
Juiz ordena que a Casa Branca restabeleça acesso a canais e site vetados por Trump
-
Coreia do Norte manterá armas nucleares 'para sempre', promete chanceler
-
Alex Bodi och prof. dr Stefan Haupt ingår samarbetsavtal om en legendarisk konstsamling i Rumänien
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. स्टीफन हॉप्ट रोमानिया में एक पौराणिक कला संग्रह पर सहयोग करने के लिए सहमत हुए
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. สเตฟาน ฮาปท์ ตกลงร่วมมือกันในการจัดตั้งคอลเลกชันศิลปะอันเป็นตำนานในโรมาเนีย
-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
Trump chama Zelensky de 'ditador' e Putin elogia diálogo entre Rússia e EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou nesta quarta-feira (19) novas críticas ao contraparte ucraniano, Volodimir Zelensky, chamando-o de "ditador" depois que ele disse que o republicano vive em "um espaço de desinformação" russa.
Os dois chefes de Estado trocaram ataques pessoais sem precedentes um dia após as negociações russo-americanas na Arábia Saudita. Foram as primeiras ao nível de chefes da diplomacia dos Estados Unidos e da Rússia desde que Moscou invadiu o território ucraniano em fevereiro de 2022.
"Um ditador sem eleições deve agir rapidamente ou não terá país", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. "Amo a Ucrânia, mas Zelensky fez um trabalho terrível", acrescentou.
Seu mandato terminou em 2024, mas a Ucrânia não realizou eleições devido à guerra, à lei marcial e ao fato de que milhões de ucranianos fugiram de um país com 20% do território sob ocupação russa.
É "falso e perigoso negar ao presidente Zelensky sua legitimidade democrática", reagiu o chanceler alemão, Olaf Scholz.
Mais cedo, Zelensky, já criticado pelo republicano na véspera, estimou que Trump vive "em um espaço de desinformação" russa. Também acusou o governo americano de ajudar o presidente russo, Vladimir Putin, a "sair de anos de isolamento" pelo Ocidente.
Nesta terça, Trump lançou um ataque verbal inédito contra o líder ucraniano, questionando a legitimidade e o desejo de encontrar uma solução para o conflito, além de parecer considerá-lo responsável pela invasão de seu país pela Rússia.
As declarações do presidente dos Estados Unidos chocaram a Ucrânia. "Tenho a impressão de que Trump tem medo de Putin", reagiu Ivan Banias, um militar de 51 anos entrevistado pela AFP em Kiev.
- Reforçar a "confiança" -
Outra habitante da capital ucraniana, Svitlana Oleksandrivna, de 65 anos, acusou Trump de ser "completamente moscovita, como se o Kremlin escrevesse tudo para ele".
O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, por sua vez, elogiou a franqueza do presidente americano. "Pessoas como ele geralmente não escondem o que pensam de indivíduos patéticos como o senhor Zelensky", disse.
Putin saudou a retomada do diálogo russo-americano. "Sem reforçar o nível de confiança entre a Rússia e os Estados Unidos, é impossível resolver inúmeros problemas, incluindo a crise ucraniana", declarou na televisão pública russa.
Rubio e Lavrov concordaram em negociar sobre a Ucrânia, sem convidar Kiev nem os europeus, que temem um acordo às suas custas e contra seus interesses.
- "Reunir-me com Donald" -
"Adoraria reunir-me com Donald [Trump] [...] E acho que ele também gostaria", acrescentou Putin, especificando, porém, que não sabe quando tal encontro poderia acontecer.
O líder russo também acusou os ucranianos e os europeus de estarem contra as negociações.
A tarefa de esclarecer a posição de Washington agora cabe ao enviado do presidente americano para a Ucrânia, Keith Kellogg, que chegou à Ucrânia nesta quarta-feira, pouco depois de Odessa, uma importante cidade portuária no sul do país, ter sido alvo de um intenso bombardeio russo que deixou cerca de 160 mil moradores sem eletricidade e aquecimento no auge do inverno.
Kellogg adotou um tom conciliador. "Entendemos a necessidade de garantias de segurança" da Ucrânia, afirmou.
Zelensky disse esperar que o encontro entre os dois na quinta-feira resulte em um diálogo "construtivo" e que a guerra com a Rússia termine em 2025.
Também garantiu que seu país "não está à venda", depois de se recusar no sábado a assinar um acordo proposto pelos Estados Unidos sobre os recursos minerais ucranianos.
- "Não está à venda" -
Ele também assegurou que seu país "não está à venda", após se recusar no sábado a assinar um acordo proposto pelos Estados Unidos sobre os recursos minerais de seu país.
Dois dias após uma primeira pequena cúpula informal no Eliseu com sete países europeus, incluindo o Reino Unido, o presidente francês, Emmanuel Macron, reuniu nesta quarta em videoconferência 19 chefes de Estado e de governo de países membros da UE ou da Otan para tentar encontrar uma posição comum sobre a Ucrânia e a defesa coletiva.
Entre as críticas a Kiev, Trump afirmou que Washington deu "350 bilhões" (1,9 trilhão de reais) de dólares à Ucrânia desde o início da guerra e acusou Zelensky de não saber "onde estava metade do dinheiro".
O Instituto Econômico IfW Kiel, no entanto, estima a ajuda americana em 114,2 bilhões de dólares (651,8 bilhões de reais) desde 2022.
No terreno, Putin disse nesta quarta-feira que combatentes russos atravessaram a fronteira entre a Rússia e a Ucrânia - declarações classificadas como "mentira" pela Ucrânia.
S.Jackson--AT