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Milei nega ter promovido criptomoeda e afirma que agiu 'de boa-fé'
O presidente da Argentina, Javier Milei, negou nesta segunda-feira (17) ter promovido a criptomoeda $LIBRA e afirmou ter agido "de boa-fé" ao divulgar informações sobre ela, na última sexta-feira.
Milei está no olho do furacão desde que anunciou na rede social X um projeto para financiar empresas locais, incluindo um link para o contrato digital para a compra de uma criptomoeda lançada no mesmo dia. Logo depois, apagou a mensagem, desligando-se da iniciativa.
Nesse intervalo, a moeda aumentou exponencialmente de valor. Os investidores originais a venderam com um lucro milionário, e o ativo despencou.
"Eu não a promovi; eu a divulguei", disse Milei ao canal TN, referindo-se à publicação apagada, que o fez ser acusado pela oposição, entre outras coisas, de obter informação privilegiada. "É um problema entre privados, porque aqui o Estado não tem nenhum papel", acrescentou.
"Alguém que vem e me propõe criar um instrumento para financiar projetos. Para mim, parece interessante", disse o presidente, defendendo-se como "um tecno-otimista fanático".
Um tribunal federal foi designado nesta segunda-feira para centralizar as denúncias que pedem para apurar se Milei cometeu crimes como associação criminosa, fraude e descumprimento de deveres, entre outros.
"Denunciamos que Milei fez parte de uma associação criminosa que organizou uma fraude com a criptomoeda $LIBRA, afetando simultaneamente mais de 40 mil pessoas com perdas superiores a 4 bilhões de dólares (R$ 23 bilhões)", afirmou em comunicado a organização social Observatório do Direito à Cidade, cujos advogados estão à frente de uma das ações judiciais.
Milei afirmou que havia "muitíssimos robôs" entre os investidores, e que apenas 5 mil pessoas haviam participado.
Um escritório de advocacia informou hoje que apresentou uma denúncia ao FBI e ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos. "Estamos diante de uma trama de fraude em massa cometida não apenas contra os nossos clientes, mas contra milhares de pessoas de diferentes jurisdições", entre elas muitos americanos, diz a denúncia, que envolve Milei e outros quatro indivíduos, entre eles Hayden Davis, um dos criadores da criptomoeda.
Deputados opositores anunciaram que vão promover um julgamento político, uma comissão de investigação e a convocação do presidente para interrogá-lo.
A bolsa argentina caiu quase 6% no fechamento, devido às repercussões do escândalo. Os mercados de Nova York não abriram nesta segunda-feira.
- 'Uma brecha' -
O analista político Carlos Germano disse à AFP que a credibilidade do presidente "era impecável" até sexta-feira, mas que o episódio da criptomoeda abriu "uma brecha". "Havia um nível de transparência que a sociedade via e hoje isso foi colocado em dúvida", porque "esse fato gerou uma grande incerteza, uma grande dúvida que repercutirá no Parlamento".
Germano não acredita que o impeachment prospere. "Isso é inviável hoje na Argentina", pois não reunirá os votos necessários. "A sociedade em geral continua apoiando o presidente, principalmente em um tema central, que foi a luta contra a inflação", que em 2024 foi de 117,8%, quase a metade do que no ano anterior.
Javier Smaldone, especialista em informática e influenciador digital conhecido por denunciar fraudes de pirâmide, disse à AFP que a operação de sexta-feira durou "mais ou menos duas horas". A principal denúncia registrada na Argentina inclui, entre outros, Julián Peh, CEO e cofundador da Kip Network e KIP Protocol - empresas que participaram da criação da $LIBRA -, e o presidente da Câmara dos Deputados, Martín Menem, que compartilhou a mensagem de Milei na sexta-feira no X.
A ação judicial acusa Milei e membros do seu partido de legitimar o token, fazendo seu preço subir e facilitando a obtenção de "um lucro exorbitante" para alguns. Também solicita uma busca na residência presidencial, a apreensão de dispositivos e uma análise da sua conta no X, incluindo "os registros dos tuítes apagados". Também houve 100 denúncias digitais.
K.Hill--AT