-
Manchester City rebaixa Burnley (1-0) e assume liderança da Premier League
-
Bayern vence Leverkusen (2-0) e vai à final da Copa da Alemanha
-
Medo e incerteza entre latino-americanos retidos no Congo após expulsão dos EUA
-
Atlético de Madrid tem Almada expulso e perde (3-2) na visita ao Elche
-
Papa pede na Guiné 'respeito aos direitos de cada cidadão' após visitar uma prisão
-
PSG vence Nantes (3-0) em jogo adiado e abre 4 pontos na liderança do Francês
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Trump estende trégua e afirma que o Irã está em 'colapso financeiro'
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Atirador de pirâmide no México foi influenciado por massacre de Columbine e sacrifícios pré-hispânicos
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
-
Filha de Maradona critica duramente 'manipulação' da família por equipe médica de seu pai
-
Advogados em Miami consideram Messi "cúmplice" da AFA em processo multimilionário
-
Na Guiné Equatorial, papa faz apelo ao 'direito' e à 'justiça'
-
Começam os argumentos no novo julgamento de Weinstein por estupro em Nova York
-
Procuradoria da Flórida abre investigação contra ChatGPT por ataque a tiros mortal
-
UE não chega a acordo sobre novas sanções contra Israel
-
Material girl: Madonna oferece recompensa por figurino desaparecido após Coachella
-
Centenas de turistas retornam ao Morro Dois Irmãos após susto causado por operação policial
-
Virgínia vota referendo crucial antes das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Fifa inicia nova fase de venda de ingressos para Copa de 2026
Israel ameaça com 'nova guerra' em Gaza se Hamas não libertar reféns no sábado
Israel ameaçou nesta quarta-feira (12) iniciar uma "nova guerra" na Faixa de Gaza, que permitiria implementar a ideia do presidente americano Donald Trump de deslocar a população do território palestino, se o Hamas não libertar reféns no sábado.
Pouco antes dessas declarações, feitas pelo ministro da Defesa Israel Katz, o Hamas garantiu que não cederia diante das ameaças de Estados Unidos e Israel.
Por outro lado, Catar e Egito estão trabalhando como mediadores para tentar salvar a trégua, em vigor desde 19 janeiro para uma duração inicial de 42 dias. O Hamas enviou uma delegação para o Cairo.
Pelos termos da trégua, que interrompeu mais de 15 meses de guerra na Faixa de Gaza, 33 reféns devem ser libertados até o início de março em troca de 1.900 palestinos detidos em Israel. Cinco trocas foram feitas até agora.
Porém, as ameaças do Hamas de não libertar, como está previsto, um grupo de reféns em 15 de fevereiro, e as advertências posteriores de Israel de relançar a guerra, que foram apoiadas pelos Estados Unidos, abalaram a trégua.
"Se o Hamas não libertar os reféns israelenses daqui até sábado, as portas do inferno vão se abrir, como o prometido pelo presidente americano", disse Israel Katz nesta quarta.
"A nova guerra em Gaza será de uma intensidade diferente da anterior ao cessar-fogo [...] Também permitirá tornar realidade a visão" de Trump para Gaza, acrescentou.
- 'Inferno' -
Aplaudido por Israel e criticado no resto do mundo, o plano de Trump prevê que a Faixa de Gaza seja colocada sob controle americano e que seus 2,4 milhões de habitantes sejam realocados no Egito e na Jordânia, para reconstruir o território.
Sob o pretexto de que Israel violou o acordo de trégua ao bloquear a entrada de ajuda humanitária, o Hamas ameaçou na segunda não prosseguir com a libertação de reféns no sábado, como estava previsto.
Israel e Estados Unidos responderam com a ameaça de reiniciar o conflito se o movimento islamista não cumprir com os seus compromissos.
"Se o Hamas não libertar nossos reféns até o meio-dia de sábado, o cessar-fogo terminará e [o Exército israelense] retomará os combates intensos até que o Hamas seja definitivamente derrotado", garantiu na terça-feira o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu.
A ameaça do premiê israelense ecoa a do presidente dos Estados Unidos, que alertou um dia antes que o "inferno" se instalaria se o Hamas não libertasse "todos" os reféns no sábado.
Nesta quarta, o movimento palestino respondeu que "não aceitará a linguagem de ameaças" dos Estados Unidos e de Israel e pediu a este último que "se comprometa a aplicar os termos do acordo de cessar-fogo para a libertação" dos reféns.
- 'Centenas de milhares de vidas' -
As negociações para preparar a segunda fase do acordo de trégua ainda não começaram, o que, segundo o Hamas, se deve a uma "obstrução contínua" de Israel para "sabotá-la".
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que intervém para recuperar os reféns uma vez que são liberados, pediu aos dois lados respeito ao "cessar de hostilidades", já que "centenas de milhares de vidas dependem disso".
A segunda fase do acordo deve levar à libertação de todos os reféns e ao fim definitivo da guerra.
A ofensiva israelense em Gaza deixou pelo menos 48.219 mortos, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde do território palestino, considerados confiáveis pela ONU.
A terceira e última fase do acordo está destinada à reconstrução de Gaza, um projeto colossal que, segundo a ONU, deverá custar más de 53 bilhões de dólares (R$ 305 bilhões).
O presidente egípcio Abdel Fattah al Sissi e o rei Abdullah II da Jordânia reiteraram nesta quarta a "unidade" de seus países diante da situação em Gaza, e urgiram "a aplicação plena do acordo de cessar-fogo", "a libertação contínua dos reféns e dos prisioneiros, bem como facilitar a entrada de ajuda humanitária", indicou a Presidência egípcia.
Ambos os dirigentes pediram o lançamento "imediato" do processo de reconstrução de Gaza "sem deslocar o povo palestino de sua terra".
O Hamas fez um apelo pedindo três dias de "marchas de solidariedade", de sexta a domingo, em todo o mundo, contra o projeto de deslocar os cidadãos de Gaza.
P.A.Mendoza--AT