-
Iga Swiatek abandona WTA 1000 de Madri e vai às lágrimas
-
Barcelona vence Getafe (2-0) e fica ainda mais perto do título do Espanhol
-
Trump cancela visita de negociadores dos EUA ao Paquistão, diz imprensa americana
-
Atual campeão, Ruud atropela Munar em sua estreia no Masters 1000 de Madri
-
Mirra Andreeva avança às oitavas de final do WTA 1000 de Madri
-
Da radiação à invasão: as duas guerras de um trabalhador de Chernobyl
-
Ataques coordenados no Mali, onde o exército enfrenta 'grupos terroristas'
-
Empresas de IA intensificam campanhas de influência para impactar medidas regulatórias
-
Palestinos votam nas primeiras eleições desde a guerra em Gaza
-
Enviados dos EUA viajam ao Paquistão sem garantia de negociação direta com Irã
-
Ao menos seis mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Palestinos votam nas primeiras eleições desde o início da guerra em Gaza
-
Negociador iraniano chega ao Paquistão, que espera enviados dos EUA
-
Yamal, Estêvão, Cuti... Lista de lesionados cresce e ameaça ofuscar Copa do Mundo
-
Príncipe Harry afirma que 'sempre' fará parte da família real
-
Enviados de Irã e EUA viajam ao Paquistão diante de possibilidade de novas conversas
-
Lens salva um ponto na visita ao Brest após estar perdendo por 3 a 0
-
OpenAI pede desculpas ao povo canadense por não ter reportado ataque a tiros
-
Real Madrid cede empate nos acréscimos contra o Betis (1-1); Mbappé pede para ser substituído
-
Napoli goleia Cremonese (4-0) e adia título da Inter de Milão
-
RB Leipzig vence Union Berlin (3-1) e se consolida na zona da Champions
-
Google investirá US$ 40 bilhões na Anthropic
-
Estêvão vai perder restante da temporada e é dúvida para Copa do Mundo, diz técnico do Chelsea
-
Sinner vence Bonzi de virada e vai à 3ª rodada do Masters 1000 de Madri
-
YouTube oferece detecção de 'deepfakes' a artistas de Hollywood
-
Bukayo Saka volta a ser relacionado após desfalcar o Arsenal por um mês devido a lesão
-
Lula busca respostas diante de avanço da direita a meses das eleições
-
Zelensky conversa com príncipe herdeiro da Arábia Saudita sobre segurança
-
Carlos Alcaraz anuncia que não disputará Roland Garros devido a lesão
-
Departamento de Justiça dos EUA arquiva investigação contra presidente do Fed
-
Ben Shelton perde em sua estreia no Masters 1000 de Madri
-
Lula passa por cirurgia para remover lesão cutânea da cabeça
-
Rússia e Ucrânia anunciam troca de 193 prisioneiros de cada lado
-
Uefa suspende argentino Prestianni por 6 jogos por comportamento "discriminatório"
-
Grande Prêmio da Turquia retornará à Fórmula 1 em 2027
-
Israel e Líbano prorrogam trégua; negociações EUA-Irã permanecem estagnadas
-
Ciberataque 'extremamente preocupante' atinge a classe política da Alemanha
-
Líder palestino preso Barghouti poderia liderar 'renovação democrática', diz filho
-
Modelos elétricos chineses roubam a cena no gigantesco salão do automóvel de Pequim
-
Charles III encara visita delicada aos EUA após tensões entre Trump e Starmer
-
Tribunal arbitral afasta John Textor do comando da SAF do Botafogo
-
Tesla começa a produzir seu 'robô-táxi', diz Musk
-
Cinquenta anos após o Plano Condor, pesquisa em Londres busca respostas
-
Cinco coisas que é preciso saber 40 anos depois da catástrofe de Chernobyl
-
Empresa chinesa DeepSeek lança novo modelo de IA
-
Trump anuncia prorrogação da trégua no Líbano, mas nenhum avanço sobre o Irã
-
Soldado dos EUA acusado de apostar sobre queda de Maduro com informação confidencial
-
Soldado dos EUA é acusado de apostar sobre operação contra Maduro com informação confidencial
-
Bolívia e Chile expressam vontade de restabelecer relações diplomáticas depois de 50 anos
-
EUA nega desejo de substituir Irã por Itália na Copa do Mundo
Trump promete agir "com rapidez e força históricas" contra a imigração ilegal
Na véspera de sua posse, Donald Trump prometeu neste domingo agir "com uma rapidez e força históricas" para "deter a invasão de fronteiras" por migrantes, impulsionar a produção de petróleo e bloquear as "ideologias" de esquerda.
"Vamos deter a invasão de nossas fronteiras", afirmou durante um comício para uma multidão reunida no Capital One Arena, em Washington, sob fortes aplausos.
"Antes do pôr do sol amanhã à tarde, a invasão de nossas fronteiras estará detida, e todos os intrusos ilegais que cruzarem de alguma forma estarão de volta para casa", declarou Trump.
O republicano, que na segunda-feira sucederá o democrata Joe Biden, afirmou, sem apresentar provas, que "muitos" dos migrantes que chegam são "assassinos".
- "Não nos invadirão" -
"Depois de anos construindo nações estrangeiras, defendendo fronteiras estrangeiras e protegendo terras estrangeiras, finalmente vamos construir nosso país, defender nossas fronteiras e proteger nossos cidadãos, e vamos acabar com a imigração ilegal de uma vez por todas. Não nos invadirão. Não nos ocuparão. Não nos infestarão. Não nos conquistarão", acrescentou.
O Papa Francisco declarou neste domingo que o plano de expulsão em larga escala prometido por Trump seria "uma desgraça".
Durante seu primeiro mandato, de 2017 a 2021, Trump aplicou uma política de tolerância zero, que incluiu a separação de milhares de crianças de seus pais migrantes. Desta vez, o magnata, impedido pela Constituição de exercer um terceiro mandato, tem pressa e promete agir "com uma rapidez e força históricas" para resolver "cada uma das crises que o país enfrenta".
Para isso, pretende promulgar uma quantidade recorde de decretos presidenciais assim que iniciar seu segundo mandato.
De acordo com o Wall Street Journal, Trump declarará estado de emergência na fronteira com o México. A Fox informa ainda que ele designará os cartéis do narcotráfico como organizações terroristas estrangeiras e restabelecerá o programa "Fique no México", obrigando os migrantes a aguardarem o desfecho de seus processos do outro lado da fronteira.
Também é provável que elimine alguns programas destinados a promover a diversidade na administração federal e suspenda restrições à exploração de petróleo. Além disso, espera-se que ele conceda indultos a pessoas condenadas por invadirem o Capitólio em 6 de janeiro de 2021, na tentativa de impedir a certificação da eleição de Biden.
Trump garantiu a seus apoiadores que eles ficarão "muito felizes" com a decisão que tomará sobre o assunto na segunda-feira.
Sob aplausos, ele também declarou ser necessário "salvar o TikTok", o popular aplicativo de vídeos chinês, que foi brevemente banido nos Estados Unidos após a entrada em vigor de uma lei que o proibia por questões de segurança nacional.
O presidente eleito chamou Elon Musk ao palco, confirmando a enorme influência política do homem mais rico do mundo durante uma campanha que ele financiou generosamente.
O chefe das empresas X, Tesla e SpaceX, que será responsável por reduzir os gastos públicos por meio de auditorias, afirmou que o objetivo da nova administração é tornar os Estados Unidos fortes "durante séculos".
"Esta vitória é apenas o começo (...) O que importa agora é fazer mudanças significativas, implementar essas mudanças e lançar as bases para que os Estados Unidos sejam fortes por um século, por séculos, para sempre", disse Musk.
No final do comício, o grupo Village People cantou seu hit "Y.M.C.A.", que se tornou um dos hinos de campanha do republicano.
- "Não somos colônia de ninguém" -
Antes disso, o republicano de 78 anos, 45º presidente dos Estados Unidos (2017-2021) e que se tornará na segunda-feira o 47º, fez uma oferta floral no túmulo do Soldado Desconhecido no cemitério de Arlington, próximo a Washington.
Seu retorno ao poder está causando turbulências.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou neste domingo que defenderá os mexicanos que vivem nos Estados Unidos e afirmou que seu país "não é colônia de ninguém".
Trump venceu as eleições presidenciais de 5 de novembro contra a vice-presidente democrata Kamala Harris, ao final de uma campanha sem precedentes, durante a qual foi condenado criminalmente, fez inúmeros comentários racistas e sexistas e foi alvo de duas tentativas de assassinato.
P.Hernandez--AT