-
Colômbia vence Gana (1-0) com gol de Arias e vai enfrentar Suíça nas oitavas da Copa
-
Papa Leão XIV visita ilha italiana de Lampedusa para homenagear migrantes
-
Fifa mantém horário do início de México-Inglaterra no Azteca
-
Taylor Swift se casa em Nova York com presença de celebridades
-
Argentina "vai competir até o fim", garante Messi após classificação dramática para as oitavas
-
"Teria sido sido uma loucura perder" nos 16-avos para Cabo Verde, diz Scaloni
-
Argentina vence Cabo Verde na prorrogação (3-2) e vai enfrentar Egito nas oitavas da Copa
-
Iranianos começam a se reunir para funeral do aiatolá Ali Khamenei
-
Após eliminar Alemanha, Paraguai sonha em derrubar a França
-
Celebridades chegam ao casamento de Taylor Swift em Nova York
-
Quando a tecnologia decide: VAR ganha destaque na Copa do Mundo de 2026
-
Demora no resgate de corpos após terremotos revolta venezuelanos
-
"Nova etapa" para o Peru, promete Keiko Fujimori após proclamação oficial de sua vitória
-
Deschamps minimiza previsão de calor para jogo entre França e Paraguai
-
Para Rashford, mudar horário de início do jogo México-Inglaterra não seria 'ideal'
-
Brasil prepara defesa contra jogo aéreo de Haaland e cia
-
Marrocos disputará seu jogo 'mais importante' contra um 'temível' Canadá, diz técnico Ouahbi
-
Fifa considera antecipar horário do início de México-Inglaterra devido ao risco de tempestade
-
Egito elimina Austrália nos pênaltis e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Canadá promete ser o 'pesadelo' de uma seleção marroquina 'sem pontos fracos'
-
Casamento de conto de fadas de Taylor Swift gera frenesi mundial
-
Ange Postecoglou é o novo técnico do Al-Nassr de Cristiano Ronaldo
-
Justiça eleitoral do Peru oficializa vitória de Keiko Fujimori
-
LeBron James avalia 10 possíveis novas equipes, diz seu agente
-
Kane espera 'grande atmosfera' contra México nas oitavas da Copa
-
Wimbledon dá a Serena Williams 'todo o tempo possível' para poder jogar em duplas
-
Sabalenka segue avançando em busca de primeiro título em Wimbledon
-
Onda de calor sufocante atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Lenta recuperação dos corpos das vítimas dos terremotos revolta venezuelanos
-
'Podemos parar qualquer um', diz goleiro da Noruega antes de jogo contra o Brasil
-
Êxodo de estrangeiros na África do sul continua em contexto de violência
-
Napoli anuncia Massimiliano Allegri como novo técnico
-
Sinner avança às oitavas e segue firme em busca do 2º título seguido em Wimbledon
-
Protestos na Mercedes-Benz marcam início de mobilização no setor automotivo da Alemanha
-
Djokovic vence Rindeknech e vai às oitavas de final de Wimbledon
-
Preços dos alimentos caem, mas fenômeno El Niño é uma ameaça
-
Hamilton faz a pole da corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
-
Medvedev é eliminado na 3ª rodada de Wimbledon
-
Raphinha retorna aos treinos com a Seleção Brasileira
-
Sufocante onda de calor atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Neymar não está satisfeito em ser reserva, mas é 'muito respeitoso', diz Ancelotti
-
Líderes iranianos prestam tributo ao falecido guia supremo Ali Khamenei
-
Naomi Osaka se classifica pela primeira vez às oitavas de Wimbledon
-
Crise na família Bolsonaro abala a direita antes das eleições
-
Cabo Verde enfrenta Argentina nos últimos confrontos dos 16-avos da Copa
-
Tabu em torno do aborto no Quênia expõe milhares de mulheres à morte
-
Vida 'nas sombras' dos militares ucranianos que atacam Moscou com drones
-
Bayern de Munique anuncia contratação do alemão Nathaniel Brown
-
Iranianos que não irão ao funeral de Ali Khamenei
-
João Fonseca volta a cair na 3ª rodada de Wimbledon
TikTok, de aplicativo de entretenimento a problema de segurança nos EUA
A algumas horas para a entrada em vigor de uma lei que proibiria a atividade do TikTok nos Estados Unidos, confira um histórico sobre a ascensão da plataforma de compartilhamento de vídeos curtos e a origem dos questionamentos sobre o aplicativo.
- Gênese -
Em 2016, a ByteDance, empresa sediada na China, lançou no mercado chinês o Douyin, um aplicativo para compartilhar vídeos curtos.
A ByteDance lançou o TikTok no mercado internacional no ano seguinte, pouco antes de comprar o aplicativo de "sincronização de lábios" Musical.ly e fundi-la com sua nova empresa.
A rede social virou um sucesso graças a seu algoritmo, que oferece coleções intermináveis de vídeos curtos publicados pelos usuários em modo contínuo e geralmente com tom descontraído.
- Auge durante a pandemia -
A popularidade do TikTok disparou durante a pandemia de covid-19, declarada em 2020, pois as pessoas que viviam em confinamentos forçados pelos governos em diferentes países dependiam muito da internet para seu entretenimento.
Como resultado, autoridades em todo o mundo começaram a observar a influência e a atração viciante do TikTok.
O TikTok se tornou um dos aplicativos mais baixados no mundo. Em alguns países, as autoridades começaram a ser cada vez mais cautelosas, vendo com receio a possibilidade de que o governo chinês tivesse influência na ByteDance ou acessasse dados privados dos usuários.
A Índia, por exemplo, proibiu o TikTok em julho de 2020, devido às tensões com a China.
- Na mira de Trump -
Enquanto o magnata republicano Donald Trump era presidente dos Estados Unidos em 2020, assinou decretos para proibir o TikTok.
Trump acusou o TikTok, sem apresentar provas, de desviar dados de usuários americanos em benefício de Pequim e censurar publicações por ordem de funcionários chineses.
A decisão de Trump foi tomada enquanto seu governo se confrontava com Pequim por divergências, sobretudo comerciais.
Durante sua tentativa frustrada da reeleição em 2020, Trump continuou a fazer campanha com uma clara mensagem anti-China.
Entre os desafios frente a várias ações judiciais em tribunais e após a derrota de Trump para Joe Biden nas eleições presidenciais daquele ano, os decretos não entraram em vigor.
- Um bilhão de usuários -
Em setembro de 2021, o TikTok anunciou que tinha um bilhão de usuários mensais em todo o mundo.
Isto aumentou as preocupações sobre os riscos de dependência, propaganda e espionagem dos usuários da plataforma.
Em 2022, o portal de informação e entretenimento BuzzFeed revelou que os funcionários da ByteDance baseados na China tinham acessado informação não pública dos usuários do TikTok.
A ByteDance tentou acalmar as preocupações sobre privacidade, alojando os dados dos usuários em servidores administrados pelos Estados Unidos pela empresa Oracle.
No entanto, a medida foi insuficiente nos Estados Unidos, onde o TikTok foi proibido em dispositivos usados por membros das forças armadas, entre outros.
Várias agências governamentais e institutos acadêmicos seguiram o exemplo e proibiram seus membros de usarem o TikTok.
O diretor-executivo do TikTok, o singapurense Shou Chew, foi interrogado por membros do Congresso dos Estados Unidos durante uma audiência de seis horas, em março de 2023.
- À venda ou fora -
O TikTok voltou a ficar na mira nos Estados Unidos em 2024, quando o presidente Joe Biden autorizou uma lei que exige que o TikTok seja proibido se a ByteDance não vender o aplicativo para uma empresa local ou que não esteja associada a um inimigo para a segurança nacional.
O objetivo declarado de Washington era reduzir o risco de que Pequim espionasse ou manipulasse os usuários do TikTok, em particular os 170 milhões de usuários americanos da plataforma.
O TikTok segue firme com sua versão de que nunca compartilhou dados dos usuários com o governo chinês.
A ByteDance processou o governo americano, argumentando que a lei viola o direito à liberdade de expressão.
A Suprema Corte dos Estados Unidos tomou uma decisão final sobre o caso nesta sexta-feira (17), confirmando a lei que entrará em vigor em 19 de janeiro.
Em uma derrota importante para o TikTok, o tribunal decidiu que a lei não viola os direitos da liberdade de expressão e que o governo americano tinha demonstrado preocupações legítimas de segurança nacional com a empresa chinesa dona do aplicativo.
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que retorna ao cargo na próxima segunda-feira (20), ressaltou que poderia intervir em nome do TikTok.
No entanto, a empresa disse que a menos que a gestão do presidente Biden, em fim de mandato, dê garantias "definitivas" de que a lei não será aplicada, será, então, obrigada a "desaparecer".
O governo atual deixou o assunto nas mãos do futuro governo.
O.Ortiz--AT