-
Roma vence na visita ao Bologna (2-0) e se aproxima da zona da Champions
-
Atentado à bomba deixa 7 mortos na Colômbia em meio à onda de violência
-
Jihadistas reivindicam ataques coordenados com rebeldes tuaregues no Mali
-
Sabalenka vence e avança às oitavas do WTA 1000 de Madri
-
PSG vence na visita ao Angers (3-0) em grande noite de Beraldo e fica mais perto do título
-
Ataques russos à cidade ucraniana de Dnipro deixam ao menos 8 mortos
-
Arsenal vence Newcastle (1-0) e retoma liderança da Premier League
-
Zverev vence Navone e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Madri
-
Manchester City vence Southampton de virada (2-1) e vai à final da Copa da Inglaterra
-
Ataques israelenses no sul do Líbano deixam 6 mortos
-
Já campeão alemão, Bayern vence Mainz (4-3) após estar perdendo por 3 a 0
-
Com baixa participação, palestinos votam nas primeiras eleições desde a guerra em Gaza
-
Palestinos votam com baixa participação nas primeiras eleições desde a guerra em Gaza
-
Iga Swiatek abandona WTA 1000 de Madri e vai às lágrimas
-
Barcelona vence Getafe (2-0) e fica ainda mais perto do título do Espanhol
-
Trump cancela visita de negociadores dos EUA ao Paquistão, diz imprensa americana
-
Atual campeão, Ruud atropela Munar em sua estreia no Masters 1000 de Madri
-
Mirra Andreeva avança às oitavas de final do WTA 1000 de Madri
-
Da radiação à invasão: as duas guerras de um trabalhador de Chernobyl
-
Ataques coordenados no Mali, onde o exército enfrenta 'grupos terroristas'
-
Empresas de IA intensificam campanhas de influência para impactar medidas regulatórias
-
Palestinos votam nas primeiras eleições desde a guerra em Gaza
-
Enviados dos EUA viajam ao Paquistão sem garantia de negociação direta com Irã
-
Ao menos seis mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Palestinos votam nas primeiras eleições desde o início da guerra em Gaza
-
Negociador iraniano chega ao Paquistão, que espera enviados dos EUA
-
Yamal, Estêvão, Cuti... Lista de lesionados cresce e ameaça ofuscar Copa do Mundo
-
Príncipe Harry afirma que 'sempre' fará parte da família real
-
Enviados de Irã e EUA viajam ao Paquistão diante de possibilidade de novas conversas
-
Lens salva um ponto na visita ao Brest após estar perdendo por 3 a 0
-
OpenAI pede desculpas ao povo canadense por não ter reportado ataque a tiros
-
Real Madrid cede empate nos acréscimos contra o Betis (1-1); Mbappé pede para ser substituído
-
Napoli goleia Cremonese (4-0) e adia título da Inter de Milão
-
RB Leipzig vence Union Berlin (3-1) e se consolida na zona da Champions
-
Google investirá US$ 40 bilhões na Anthropic
-
Estêvão vai perder restante da temporada e é dúvida para Copa do Mundo, diz técnico do Chelsea
-
Sinner vence Bonzi de virada e vai à 3ª rodada do Masters 1000 de Madri
-
YouTube oferece detecção de 'deepfakes' a artistas de Hollywood
-
Bukayo Saka volta a ser relacionado após desfalcar o Arsenal por um mês devido a lesão
-
Lula busca respostas diante de avanço da direita a meses das eleições
-
Zelensky conversa com príncipe herdeiro da Arábia Saudita sobre segurança
-
Carlos Alcaraz anuncia que não disputará Roland Garros devido a lesão
-
Departamento de Justiça dos EUA arquiva investigação contra presidente do Fed
-
Ben Shelton perde em sua estreia no Masters 1000 de Madri
-
Lula passa por cirurgia para remover lesão cutânea da cabeça
-
Rússia e Ucrânia anunciam troca de 193 prisioneiros de cada lado
-
Uefa suspende argentino Prestianni por 6 jogos por comportamento "discriminatório"
-
Grande Prêmio da Turquia retornará à Fórmula 1 em 2027
-
Israel e Líbano prorrogam trégua; negociações EUA-Irã permanecem estagnadas
-
Ciberataque 'extremamente preocupante' atinge a classe política da Alemanha
Novo ataque maciço da Rússia contra o setor energético ucraniano
A Rússia lançou cerca de 120 mísseis e drones contra a rede de energia da Ucrânia em um novo ataque “maciço” que causou cortes de energia em várias regiões ucranianas durante a visita do presidente Zelensky à Polônia.
Os bombardeios ocorreram um dia depois que a Ucrânia reivindicou o maior ataque em território russo desde o início da guerra em 2022, tendo como alvo instalações industriais e militares em várias regiões russas.
"Em pleno inverno, o alvo dos russos continua o mesmo: nosso setor energético. Entre os alvos estão infraestruturas de gás e instalações de energia que garantem uma vida normal para a população", disse Zelensky em uma mensagem publicada nas redes sociais.
A Rússia tem atacado a rede elétrica e outras infraestruturas do país vizinho desde que começou a invasão da Ucrânia há três anos, causando frequentes quedas de energia em todo o país.
“Esta manhã, as Forças Armadas (...) lançaram um ataque agrupado com armas de alta precisão e drones de ataque contra a infraestrutura crítica de gás e energia que apoia o complexo militar-industrial ucraniano”, disse o Exército russo em um comunicado.
Moscou usou 43 mísseis balísticos e de cruzeiro, além de 74 drones de combate, de acordo com a Força Aérea ucraniana. Trinta mísseis e 47 drones foram abatidos, de acordo com a mesma fonte.
Alvos energéticos foram atingidos, acrescentou, inclusive nas regiões orientais de Kharkiv, Lviv e Ivano-Frankivk.
“Graças à nossa defesa aérea (...) somos capazes de manter o funcionamento do nosso sistema aéreo”, disse Volodimir Zelensky, pedindo aos aliados ocidentais de Kiev que "fortaleçam o escudo aéreo" da Ucrânia e cumpram suas promessas que "ainda não foram totalmente implementadas".
- Zelensky em Varsóvia -
O chefe de Estado ucraniano chegou na manhã desta quarta-feira à vizinha Polônia, que acaba de assumir a presidência rotativa da União Europeia.
“Os alvos (dos ataques russos) estavam muito próximos da nossa fronteira com a Polônia”, disse Zelensky. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse que Varsóvia ajudaria a “acelerar” a adesão da Ucrânia à União Europeia.
No âmbito dessa reunião, Zelensky instou o Ocidente a usar cerca de 250 bilhões de dólares (1,5 trilhão de reais) de ativos russos congelados e não alocados para comprar armas de Kiev e ajudar a combater o Exército russo.
Zelensky enfatizou que “quanto mais cedo a Ucrânia estiver na UE, quanto mais cedo for membro da Otan, quanto mais cedo agirmos juntos, mais cedo toda a Europa terá a certeza geopolítica de que precisa”.
“A Rússia não passará por onde está nossa integração, nossa força comum”, acrescentou.
“Guerra, armas, sanções” e disputas históricas dominam a agenda das negociações em Varsóvia, disse Andrii Yermak, chefe da administração presidencial ucraniana, no Telegram.
O apoio da Polônia é muito importante para Kiev, especialmente diante do retorno do republicano Donald Trump à Casa Branca na segunda-feira e das dúvidas sobre a sustentabilidade do envolvimento dos EUA com a Ucrânia.
A Polônia, como costuma acontecer, retirou seus caças durante o ataque de mísseis russos que atingiu as regiões ocidentais da Ucrânia, incluindo Lviv, que faz fronteira com a Ucrânia.
Nesse território, “dois locais de infraestrutura crítica foram atingidos nos distritos de Drogobich e Strii”, disse o governador ucraniano da região de Lviv, Maxim Kozitski, em um comunicado.
Um dos mísseis caiu em um campo, sem explodir, acrescentou.
Na região vizinha de Ivano-Frankivsk, o ataque teve como alvo “locais de infraestrutura essencial” sem causar vítimas, disse a governadora do território, Svitlana Onyshchuk.
R.Chavez--AT