-
Inglaterra e Tuchel, preparados para o 'tempero picante' do México e sua torcida
-
México enfrenta Inglaterra com a esperança de mudar sua história em Copas do Mundo
-
Clima extremo atrapalha comemoração pelos 250 anos dos EUA, chefiada por Trump
-
Milhares protestam na Albânia contra projeto turístico ligado a Ivanka Trump
-
'Também sabemos jogar o futebol sujo', comemora Mbappé, após vitória sobre o Paraguai
-
Principal evento do 4 de julho em Washington é evacuado por ameaça de tempestade
-
Incêndio perto da costa turística da Catalunha queima 2.300 hectares
-
França vence Paraguai com gol de pênalti de Mbappé e vai enfrentar Marrocos nas quartas da Copa
-
Incomodar Kane, a prioridade do técnico do México contra a Inglaterra
-
Líder camponês organizador de protestos é detido na Bolívia
-
"É uma equipe difícil, com estrutura e qualidade", diz Ancelotti sobre a Noruega
-
Sena é reaberto aos banhistas durante o verão em Paris
-
Países 'amigos' terão tratamento 'especial' em taxas em Ormuz, diz diplomata do Irã
-
Hervé Renard deixa cargo de técnico da Tunísia após apenas dois jogos
-
Mortos em terremotos na Venezuela se aproximam de três mil
-
Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio
-
Lamine-Nuno Mendes, Rodri-Vitinha e CR7-Laporte: os duelos de Espanha-Portugal
-
'Vou com ele': o medo de perder corpos de vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Harry irá a Londres sem Meghan e os filhos, diz fonte próxima ao príncipe
-
Marrocos vence Canadá (3-0) e vai às quartas de final da Copa do Mundo
-
Sindicato FIFPro pede medidas contra insultos a jogadores
-
Ucrânia ataca São Petersburgo com drones e nega tomada de cidade crucial pela Rússia
-
Sobe para 2.954 o número de mortos em terremotos na Venezuela
-
Um 'jardim dentro do Garden': revelados novos detalhes do casamento de Taylor Swift
-
Zverev avança às oitavas e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
Funeral do aiatolá Ali Khamenei tem afluência maciça de fiéis em Teerã
-
Um 'anjo' em meio à escuridão dos violentos terremotos na Venezuela
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP da Grã-Bretanha de F1
-
Serena Williams desiste do torneio de duplas de Wimbledon devido a lesão no joelho
-
EUA celebra seus 250 anos em meio ao calor extremo e à divisão política
-
Atual campeã, Iga Swiatek cai na terceira rodada de Wimbledon
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na terceira rodada de Wimbledon
-
Ucrânia ataca São Petersburgo com drones e nega que Rússia tenha tomado cidade estratégica
-
Brasil x Noruega coloca Vini Jr. e Haaland frente a frente na Copa do Mundo
-
Em visita à ilha de Lampedusa, papa Leão XIV pede que Europa 'proteja' os migrantes
-
'Como uma vitória': apesar da eliminação, Cabo Verde festeja grande jogo contra Argentina
-
Funeral do aiatolá iraniano Ali Khamenei começa com milhares de fiéis
-
Kimi Antonelli vence corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
Israel bombardeia Líbano após Hezbollah reivindicar primeiro ataque desde o início da trégua
Israel lançou dezenas de bombardeios no Líbano nesta segunda-feira (2), após prometer uma "resposta contundente" aos disparos reivindicados pelo Hezbollah contra uma posição militar israelense, o primeiro ataque do movimento libanês pró-iraniano desde a entrada em vigor, na semana passada, de um frágil cessar-fogo.
Israel e o movimento islamista libanês Hezbollah se acusaram mutuamente de violar a trégua que entrou em vigor na última quarta-feira, após dois meses de guerra que deixaram milhares de mortos e forçaram milhares de pessoas a fugir de suas casas de ambos os lados da fronteira.
O Exército israelense afirmou em comunicado que "atacou terroristas do Hezbollah, dezenas de lançadores e infraestruturas terroristas em todo o Líbano" e exigiu que "as partes relevantes no Líbano cumpram suas responsabilidades e impeçam a atividade hostil do Hezbollah".
O Ministério da Saúde libanês reportou que pelo menos nove pessoas morreram em bombardeios israelenses no sul do país, em um balanço preliminar, depois de a agência oficial NNA informar que ataques foram registrados em Jbaa, a cerca de 20 km da fronteira, e em dois povoados vizinhos.
O exército israelense declarou nesta segunda-feira que "está atacando alvos terroristas no Líbano", depois que o movimento libanês reivindicou um primeiro ataque contra uma posição militar israelense desde o início da trégua, em 27 de novembro, e que Israel prometeu responder.
Desde a entrada em vigor da trégua, os combates cessaram em grande parte, com exceção de alguns bombardeios lançados por Israel contra posições que afirmou serem uma violação do acordo. O Hezbollah, no entanto, ainda não havia anunciado nenhuma resposta.
O movimento libanês pró-iraniano reivindicou nesta segunda-feira disparos contra uma posição israelense nas "colinas ocupadas de Kfar Shuba", que o Líbano reclama como parte de seu território, localizado na fronteira com a planície síria das Colinas de Golã, anexadas por Israel.
O ataque foi "uma primeira resposta defensiva" às "violações" da trégua por parte de Israel, disse o Hezbollah em um comunicado.
O Exército israelense, por sua vez, afirmou que o Hezbollah havia disparado "dois projéteis" contra Har Dov, o nome em hebraico para uma área internacionalmente conhecida como Fazendas de Shebaa.
- Uma "grave violação" da trégua -
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou imediatamente essas acusações e acusou o Hezbollah de "grave violação" da trégua, prometendo responder "com contundência".
O Hezbollah é um movimento que possui uma milícia, mas também conta com uma importante representação no Legislativo e é um ator predominante na política libanesa.
Berri também fez um apelo ao comitê encarregado de supervisionar a trégua, composto por Estados Unidos e França, para que "comece urgentemente sua ação e obrigue Israel a pôr fim às suas violações e se retirar" do território libanês.
O acordo de cessar-fogo, impulsionado pelos Estados Unidos e França, pôs fim a dois meses de guerra aberta entre Israel e o Hezbollah.
O porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, afirmou que os Estados Unidos consideram que o cessar-fogo no Líbano continua em vigor, apesar dos incidentes.
"Quando recebemos relatos de possíveis violações, temos um mecanismo que implementamos com o governo da França para examinar essas possíveis violações, determinar se realmente são violações e, em seguida, colaborar com as partes para garantir que não se repitam", afirmou Miller.
O pacto de cessar-fogo prevê a retirada do Exército israelense do Líbano em um prazo de 60 dias.
Os soldados israelenses invadiram o sul do Líbano em 30 de setembro, uma semana depois de lançar uma campanha de bombardeios massivos contra o movimento islamista libanês.
O acordo também prevê que o Hezbollah se retire ao norte do rio Litani, a cerca de 30 km da fronteira, e desmantele sua infraestrutura militar no sul do Líbano.
A formação libanesa abriu uma "frente de apoio" ao movimento islamista palestino Hamas após o ataque de 7 de outubro de 2023 contra o sul de Israel, o qual desencadeou a guerra em Gaza.
H.Gonzales--AT