-
F1 antecipa horário do GP de Miami devido à previsão de tempestade
-
Lyon elimina Arsenal e vai à final da Champions League feminina
-
Porto conquista o campeonato português pela 31ª vez
-
Antonelli (Mercedes) conquista pole do GP de Miami de F1; Bortoleto larga em último
-
Barça vence e fica mais perto do título; Villarreal goleia Levante e garante vaga na Champions
-
Schalke 04 volta à Bundesliga após três temporadas na 2ª divisão alemã
-
Alex Zanardi: as múltiplas vidas de um esportista idolatrado na Itália
-
Rio entra em 'modo Shakira' antes de megashow da colombiana em Copacabana
-
Napoli empata com Como (0-0) e Inter fica a um ponto de conquistar Scudetto
-
Time curdo Amedspor garante seu acesso à primeira divisão turca
-
Arsenal vence Fulham (3-0) e abre seis pontos de vantagem sobre o City
-
Com vários reservas, PSG empata com Lorient (2-2) e dá esperanças ao Lens
-
Bombardeio perto da capital do Sudão deixa cinco mortos
-
Homem é detido na Áustria, acusado de envenenar comida para bebês
-
Bayern arranca empate nos acréscimos contra o lanterna Heidenheim (3-3)
-
Spirit Airlines anuncia 'encerramento gradual' de operações e cancela todos os voos
-
Lando Norris vence corrida sprint do GP de Miami de F1; Bortoleto termina em 11º
-
Ucraniana Marta Kostyuk vence russa Mirra Andreeva e conquista WTA 1000 de Madri
-
Nobel da Paz iraniana Narges Mohammadi foi hospitalizada, diz círculo próximo
-
Villarreal goleia Levante (5-1) e garante vaga na Champions; Atlético derrota Valencia
-
West Ham perde para o Brentford e Tottenham ganha fôlego na luta contra o rebaixamento
-
Recusado em vários países europeus, Kanye West se apresentará na Albânia em julho
-
Israel, em xeque com drones de baixo custo e fibra óptica do Hezbollah
-
Alemanha e Otan pedem reforço da defesa europeia após retirada de tropas dos EUA
-
Carvajal, do Real Madrid, sofre fissura no pé direito
-
Armênia aposta em IA e no Ocidente com construção de megacentro de dados
-
Baleia encalhada na Alemanha é liberada no Mar do Norte
-
Shakira transforma o Rio na capital do pop latino com megashow em Copacabana
-
Alex Zanardi, ex-piloto de F1 e campeão paralímpico, morre aos 59 anos
-
Governador mexicano acusado de narcotráfico pelos EUA deixa cargo para ser investigado
-
Comando militar do Irã considera 'provável' retomada das hostilidades com EUA
-
Ativista brasileiro Thiago Ávila está em Israel para ser interrogado
-
Grupos armados tomam base militar no norte do Mali
-
Petro propõe coletar 2 milhões de assinaturas para impulsionar constituinte
-
Trump endurece sanções a Cuba em pleno 1º de Maio em Havana
-
Norris conquista pole da corrida sprint do GP de Miami; Bortoleto larga em 11º
-
Lando Norris conquista pole position da corrida sprint do GP de Miami
-
Principal sindicato da Bolívia declara greve por tempo indeterminado contra governo
-
Leeds vence Burnley (3-1) e praticamente garante sua permanência na Premier League
-
Academia veta atores e roteiros feitos por IA do Oscar
-
Trump diz que não está 'satisfeito' com nova proposta do Irã
-
Trabalhadores protestam em Caracas após aumento salarial
-
Zverev vence Blockx e vai enfrentar Sinner na final do Masters 1000 de Madri
-
Salvadorenhos protestam contra políticas de Bukele em marcha do 1º de maio
-
Sinner vence Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Madri
-
Confrontos e detenções marcam marcha pelo Dia do Trabalho no Chile
-
Trump anuncia aumento de tarifas para carros e caminhões da UE a 25%
-
Leclerc (Ferrari) domina treino livre único no GP de Miami; Bortoleto é 14º
-
Charles III tem recepção calorosa em Bermudas após visita aos EUA
-
Bolsonaro é operado com sucesso do ombro direito em Brasília
Otan se prepara para volta de Trump à Casa Branca
Os países europeus da Otan buscam transmitir tranquilidade diante da vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, embora este resultado gere sérias preocupações na Aliança Atlântica, especialmente no que diz respeito à Ucrânia.
Em mensagem de cumprimentos a Trump pela rede X, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, afirmou que "sua liderança voltará a ser um elemento-chave para manter forte a nossa Aliança".
Quando era primeiro-ministro dos Países Baixos, Rutte teve vários atritos com Trump, mas desde que assumiu a chefia da Otan, ele buscou minimizar a gravidade dos resultados das eleições americanas.
"Parem de se preocupar com uma Presidência de Trump!", disse há apenas algumas semanas.
No entanto, os países europeus não se esquecem da ameaça feita por Trump em fevereiro: os países que não aportarem mais dinheiro à Otan ficarão à mercê da Rússia.
Essa perspectiva é percebida como um atropelo direto à norma fundamental da Otan: o apoio recíproco de todos os membros em caso de ameaça externa.
Para além das dúvidas sobre o papel dos Estados Unidos na Aliança Atlântica, permanecem os questionamentos sobre a continuidade do apoio americano à Ucrânia.
Trump já criticou em várias ocasiões a aprovação de bilhões de dólares em ajuda para a Ucrânia e garantiu que poderia pôr fim ao conflito em 24 horas.
Este cenário é questionado inclusive pelo próprio Rutte.
"Sei que ele entende e concorda comigo em que esta guerra não se trata amenas da Ucrânia, mas também da segurança e do futuro dos Estados Unidos", declarou Rutte em outubro, após uma reunião com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
No entanto, vários diplomatas interpretaram a frase como uma mensagem a Trump, um dirigente conhecido por seu apreço particular aos elogios e aos reconhecimentos.
- Um mundo diferente -
Camille Grand, ex-funcionário da Otan e pesquisador do Conselho Europeu de Relações Exteriores (ECFR), apontou que há duas teorias sobre como serão as relações da Aliança com Trump.
A primeira, disse, será a de um cenário "como durante a primeira vez, desagradável, mas não catastrófico".
A segunda, acrescentou Grand, será marcada pela constatação de que "agora estamos em um mundo diferente".
Para Grand, o grande elemento de diferença com a primeira gestão de Trump e as tensões com a Otan é que naquele momento "não havia uma guerra na Europa".
Outro ex-funcionário da Otan afirmou que, "se Trump iniciar negociações com a Rússia, serão negociações que não serão baseadas em valores e princípios, o que poderia levar a um resultado catastrófico para a Ucrânia e a Europa".
Um diplomata da Aliança, por sua vez, assinalou que, se os Estados Unidos decidirem retirar a ajuda à Ucrânia, "a Europa não poderá substituí-la imediatamente".
Diante deste cenário, alguns aliados insistem na urgência de reforçar a unidade e se concentrar em uma definição estratégica.
"Teremos que encontrar formas de trabalhar em torno dos nossos interesses comuns, mas fundamentalmente (...) a resposta está em nós', insistiu, nesta quarta-feira, o ministro francês de Assuntos Europeus, Benjamin Haddad.
A Otan também assegura ter respondido em parte os desafios feitos por Trump.
Por exemplo, a Aliança assumiu a coordenação da ajuda militar à Ucrânia, até então nas mãos dos americanos.
Ao mesmo tempo, vários países que tinham sido acusados por Trump de serem "maus pagadores" aumentaram seus aportes para o setor da defesa.
Atualmente, 23 dos 32 membros da Otan alcançaram a meta de investir na defesa pelo menos 2% de seus respectivos PIBs.
Por isso, Rutte assegurou, nesta quarta, que quando Trump assumir a Presidência, em janeiro, encontrará a Otan "mais forte, mais unida e mais importante".
H.Romero--AT