-
Inglaterra resiste com um a menos, vence México (3-2) e vai enfrentar Noruega nas quartas da Copa
-
Neymar em sua última Copa do Mundo: alguns minutos, um gol e muitas lágrimas
-
Solbakken diz que decisão sobre caso Balogun é 'um grande erro da Fifa'
-
Vinícius Jr se defende por não ter cobrado pênalti contra Noruega
-
Solbakken celebra 'melhor noite do futebol norueguês' após eliminar o Brasil
-
'Merecíamos esse título": tristeza toma conta do Brasil após derrota para Noruega
-
Venezuelanos se reencontram em missas, após duplo terremoto que sacudiu seu país
-
Supertufão Bavi provoca 'grandes danos' na ilha americana de Rota, no Pacífico
-
'O mais difícil foi sair', diz venezuelano resgatado após passar oito dias soterrado
-
Noruega comemora vitória sobre o Brasil: 'Um milagre!'
-
Nyland, o outro herói da Noruega: 'Fizemos um pouco de história'
-
Ancelotti: 'Temos que digerir a derrota, combustível para o novo ciclo'
-
Neymar anuncia aposentadoria da Seleção Brasileira: 'Agora acabou'
-
Após eliminar Brasil, Haaland atribui seu faro de gol a 'dom de Deus'
-
Onda de calor nos EUA teria provocado ao menos 19 mortes em Nova Jersey
-
Ancelotti fracassa na missão de trazer o hexa para o Brasil
-
Coco Gauff vence e avança às quartas de final de Wimbledon pela 1ª vez
-
'Temos de celebrar essa decisão', diz Pochettino, sobre anulação da suspensão de Balogun
-
Venezuela enterra corpos não identificados após duplo terremoto; mortos passam de 3.000
-
"Pecamos muito nas chances que tivemos", lamenta Marquinhos após eliminação do Brasil na Copa
-
Supertufão Bavi toca o solo na ilha americana de Rota, no Pacífico
-
Caso Balogun se torna uma questão política na Bélgica
-
Brasil perde para Noruega (2-1) e está fora da Copa do Mundo
-
Sinner vence e segue em busca de seu segundo título de Wimbledon
-
Cabo Verde recebe seus 'Tubarõe Azuis' como heróis
-
França mostra que também está pronta para a batalha na Copa do Mundo
-
Federação Francesa pede à Fifa que cartão amarelo aplicado a Olise seja anulado
-
Roberto Martínez lamenta que Portugal-Espanha não seja a final da Copa
-
Carlos Queiroz deixa cargo de técnico de Gana após eliminação nos 16-avos da Copa
-
'Quero ficar bêbada e esquecer o tênis', diz Sabalenka após eliminação em Wimbledon
-
Auger-Aliassime vence Davidovich e vai enfrentar Djokovic nas quartas de Wimbledon
-
Supertufão 'muito perigoso' se aproxima de ilhas dos EUA no Pacífico
-
Número 1 do mundo, Sabalenka perde para Osaka e cai nas oitavas de Wimbledon
-
Sonda japonesa sobrevoa asteroide em teste para proteger a Terra
-
Socorristas de quatro patas trabalham contra o relógio na Venezuela
-
Fifa retira suspensão de Balogun, que poderá jogar pelos EUA nas oitavas da Copa
-
Ausência de novo líder supremo do Irã marca segundo dia do funeral de Ali Khamenei
-
Real Madrid anuncia contratação do holandês Denzel Dumfries
-
Djokovic avança às quartas de final de Wimbledon e supera recorde de Federer
-
Governo Trump minimiza desfile supremacista no 250º aniversário dos EUA
-
Charles Leclerc vence GP da Grã-Bretanha de F1; Bortoleto é 8º
-
Opep+ aumenta cotas de produção após conflitos no Oriente Médio
-
Calor extremo alimenta incêndios florestais na Europa
-
Iranianos prestam homenagens a Ali Khamenei na ausência de novo líder supremo
-
Trump elogia os EUA e critica 'comunistas' em seu discurso pelos 250 anos do país
UE pede investigação sobre eleições legislativas na Geórgia; presidente convoca protestos
O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, pediu neste domingo (27) que se investigue as "irregularidades" nas eleições legislativas da Geórgia, um pleito polêmico vencido pelo partido governante, acusado de aproximação com a Rússia, segundo os resultados divulgados pela comissão eleitoral.
Após a apuração de mais de 99% das urnas, o Sonho Georgiano, que a oposição acusa de autoritarismo pró-russo, soma 54% dos votos contra 37% da coalizão opositora de quatro partidos pró-europeus, anunciou o presidente da Comissão Eleitoral Central (CEC), Giorgi Kalandarishvili.
Observadores da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e de organismos da União Europeia consideraram, no entanto, que as eleições foram "marcadas por desigualdades [entre candidatos], pressões e tensões".
O Sonho Georgiano teve "muitos benefícios", incluindo financeiros, e houve "casos de compra de votos" e de violação do "sigilo do voto", afirmaram em comunicado.
A presidente Salome Zourabichvili, que apoia a aproximação com o Ocidente e está em choque com o governo, denunciou uma "falsificação total" das eleições, considerando que o seu país é "vítima" de uma "operação russa", e convocou a manifestações para esta segunda-feira.
As autoridades devem "investigar e julgar de forma rápida, transparente e independente as irregularidades eleitorais e as denúncias a respeito", escreveu Charles Michel na rede X.
Os observadores do Parlamento Europeu destacaram que a votação representou um "retrocesso democrático".
- 'Lutamos por liberdade' -
Por sua vez, o líder do partido Akhali, Nika Gvaramia, denunciou "uma usurpação do poder e um golpe constitucional" por parte do governo. "O Sonho Georgiano não permanecerá no poder", acrescentou.
O ex-presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili, pró-União Europeia e atualmente preso, também convocou, através do Facebook, "manifestações multitudinárias" para "mostrar ao mundo que lutamos por liberdade e que somos um povo que não tolera a injustiça".
A UE alertou que o resultado destas eleições deve influenciar as possibilidades de adesão da Geórgia ao bloco, um objetivo que está na Constituição deste país de quase quatro milhões de habitantes.
Geralmente divididas, as forças de oposição conseguiram estabelecer uma frente inédita contra o governo, formada, entre outros, pelo MNU do ex-presidente detido Saakashvili.
A aliança opositora prometeu que, em caso de vitória, formaria um governo de coalizão e implementaria reformas eleitorais, judiciais e a revogação de leis promulgadas recentemente.
A presidente Zourabichvili denunciou incidentes violentos em alguns locais de votação.
- Entre Bruxelas e Moscou -
O governo anunciou neste domingo que o primeiro-ministro húngaro, o ultraconservador Viktor Orban, firme aliado do partido governista e atual presidente rotativo da UE, visitaria a Geórgia nesta segunda.
O Sonho Georgiano, no poder desde 2012, é acusado de entrar em uma espiral rumo à implementação de um regime autoritário pró-Rússia que se distancia da UE e da Otan. Alguns dirigentes do partido são muito críticos em relação ao Ocidente.
O país às margens do Mar Negro está ainda muito marcado pela invasão russa em uma guerra rápida em 2008, depois da qual Moscou instalou bases militares em duas regiões separatistas georgianas, Abkhazia e Ossétia do Sul, que reconheceu como Estados independentes.
O partido governante fez campanha com base no lema de que é o único capaz de impedir uma suposta "ucranização" da Geórgia.
O governo declarou antes das eleições que buscava obter 75% das cadeiras do Parlamento, uma ampla maioria que permitiria mudar a Constituição e proibir os partidos opositores pró-Ocidente.
A Geórgia foi abalada em maio por grandes manifestações da oposição contra uma lei sobre "influência estrangeira" inspirada na legislação russa utilizada para reprimir a dissidência.
Bruxelas congelou o processo de adesão do país à UE e o governo dos Estados Unidos adotou sanções contra autoridades georgianas acusadas de autorizar uma "repressão brutal" contra os manifestantes.
O foco mais recente de tensão entre Bruxelas e Tiblissi foi a promulgação, no início do mês, de uma lei que restringe severamente os direitos das pessoas LGBTQIA+.
O.Ortiz--AT