-
Jogo entre França e Iraque é suspenso devido a alerta de tempestade severa na Filadélfia (Fifa)
-
Julián Álvarez pede para deixar o Atlético de Madrid
-
Juiz vê retaliação política em intimações do governo Trump
-
Thiago Silva volta ao Fluminense
-
Candidato de esquerda da Colômbia pede "calma" após protestos contra vitória da extrema direita
-
Respeito e adoração por Messi na Argentina
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, a glória de Messi
-
Os 18 gols de Lionel Messi em Copas do Mundo
-
'Messi está em outro nível', admite técnico da Áustria
-
Ataque a tiros em Montreal deixa três mortos, incluindo o suspeito
-
Inglaterra tem dúvidas na defesa, apesar de início com fôlego na Copa do Mundo
-
Gana enfrentará o jogo 'mais fácil' da Copa do Mundo contra a Inglaterra, diz Queiroz
-
Brasil vai correr mais 'para potencializar Neymar e Vini Jr', garante Martinelli
-
'Foi muito equilibrado, muito intenso', diz Messi após vitória sobre a Áustria
-
Após deixar concentração da Bélgica, Doku está em Londres para o nascimento de seu filho
-
Com 2 de Messi, Argentina vence Áustria (2-0) e se classifica para próxima fase da Copa
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Messi faz 2 contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
Estádio da Filadélfia abre portões para jogo entre França e Iraque após ameaça de tempestade
-
RB Leipzig anuncia argentino Martín Demichelis como novo técnico
-
Messi marca contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
O mercado não para: estrelas fecham contratos milionários em plena Copa do Mundo
-
Manchester United compra terrenos para construir seu novo estádio
-
Retrospectiva de Frida Kahlo chega ao Tate Modern com recorde de ingressos vendidos
-
Brasil treina sem Alisson antes de enfrentar Escócia na Copa do Mundo
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, chega a vez de Messi
-
Ex-campeã de Wimbledon, Marketa Vondrousova é suspensa por 4 anos por recusar teste antidoping
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala de esquerda do Partido Trabalhista
-
Claudia Sheinbaum recebe pato Merlín, mascote do México na Copa do Mundo
-
Giovanni Malagò é eleito novo presidente da Federação Italiana de Futebol
-
Cristiano Ronaldo é um problema para Portugal na Copa do Mundo?
-
Trabalhadores humanitários são detidos no Afeganistão por usar barba muito curta
-
EUA suspende sanções ao petróleo iraniano
-
Reuniões na Suíça lançaram 'bases muito boas' para acordo com Irã, diz Vance
-
Zagueiro alemão Schlotterbeck está fora da Copa devido a lesão no tornozelo
-
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
-
Lado direito, o pesadelo de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Natto, a soja fermentada japonesa que desperta curiosidade e repulsa
-
Messi pode se tornar o maior artilheiro das Copas nesta segunda-feira
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala esquerdista do Partido Trabalhista
-
Starmer, o político que quis transformar o Reino Unido e perdeu o apoio do partido
-
Ex-ministro espanhol próximo de Pedro Sánchez é condenado a 24 anos de prisão
-
Papa Leão XIV denuncia obstáculos burocráticos à ajuda humanitária
-
Primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia
-
Irã e EUA relatam 'avanços' nas negociações para acabar com o conflito
-
Direita latino-americana celebra a vitória de Abelardo de la Espriella na Colômbia
-
Policiais e manifestantes entram em confronto na Bolívia
-
Presidente eleito de extrema direita celebra início de 'nova era' na Colômbia
Chefe da Otan defende 'mais armas para a Ucrânia' e que China 'pague' por apoio à Rússia
O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse, nesta segunda-feira (17), que um fluxo permanente de armamento ocidental é vital para conseguir a paz na Ucrânia e fez um chamado para "fazer a China pagar" por seu apoio à Rússia.
"Pode parecer um paradoxo, mas o caminho para a paz envolve mais armas para a Ucrânia", disse ele no Wilson Center durante visita a Washington.
Stoltenberg, que em breve deixará seu cargo à frente da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chegou à capital americana para acertar os detalhes da próxima cúpula da aliança, que será realizada em Washington em julho, no marco de seu 75º aniversário.
Em sua agenda, está um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na tarde desta segunda, na Casa Branca.
- "Consequências" para a China -
Stoltenberg afirmou também que o presidente chinês, Xi Jinping, “tenta passar a impressão de que neste conflito está sentado no banco de trás, para assim evitar sanções e manter o comércio funcionando”.
“Mas a realidade é que a China está alimentando o maior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, quer manter boas relações com o Ocidente”, declarou.
“Pequim não pode ter ambos. Em algum momento - e a menos que a China mude seu rumo - os aliados devem fazê-la pagar um preço. Deveria haver consequências”, disse o chefe da Aliança Atlântica.
A Otan, liderada pelos Estados Unidos, critica a ajuda à campanha militar russa dada pela China e suas empresas, que fornecem componentes e equipamentos para a reconstrução e a manutenção do setor de defesa de Moscou.
Pequim sustenta que não oferece apoio armamentista à Rússia.
A China não esteve presente no fim de semana na Suíça para uma cúpula por um acordo de paz na Ucrânia, promovida pelo presidente Volodimir Zelensky, que reafirmou o pedido de Kiev para que a Rússia retire suas tropas do território para pôr fim ao conflito.
A Rússia insiste em dizer que quer diálogo, mas que só participaria de negociações de paz se a Ucrânia se retirasse das quatro regiões parcialmente ocupadas por Moscou.
- Apoio a longo prazo -
Stoltenberg destacou também que a Otan assumirá o apoio militar ocidental à Ucrânia, até agora comandado pelos Estados Unidos, para consolidá-lo a longo prazo, a menos de cinco meses das eleições presidenciais nos EUA.
Segundo diplomatas da Otan, isto busca garantir que a ajuda militar não seja interrompida por uma decisão da Casa Branca em caso de uma vitória do ex-presidente Donald Trump, que declarou querer pôr fim à guerra.
O chefe da Otan comemorou o acordo do G7 na semana passada, na Itália, sobre um empréstimo de 50 bilhões de dólares (R$ 263,3 bilhões) à Ucrânia com ativos russos congelados pelo Ocidente.
- Putin "depende" de autoritários -
Stoltenberg também declarou que a visita do mandatário russo à Coreia do Norte demonstra que Moscou se tornou "dependente" de líderes autoritários.
"Isto demonstra o quão dependentes o presidente Putin e Moscou são agora de países autoritários em todo o mundo", disse ele à imprensa em Washington.
"Seus amigos mais próximos e os maiores apoiadores do esforço bélico russo (são) Coreia do Norte, Irã e China", acrescentou.
Citando um número mencionado pela inteligência sul-coreana, afirmou, ainda, que Pyongyang já entregou um milhão de projéteis à Rússia.
"Este fluxo de armas continua. Nós os vemos carregando vagões e depois cruzando a fronteira entre a Coreia do Norte e a Rússia", completou.
T.Sanchez--AT