-
Inglaterra tem dúvidas na defesa, apesar de início com fôlego na Copa do Mundo
-
Gana enfrentará o jogo 'mais fácil' da Copa do Mundo contra a Inglaterra, diz Queiroz
-
Brasil vai correr mais 'para potencializar Neymar e Vini Jr', garante Martinelli
-
'Foi muito equilibrado, muito intenso', diz Messi após vitória sobre a Áustria
-
Após deixar concentração da Bélgica, Doku está em Londres para o nascimento de seu filho
-
Com 2 de Messi, Argentina vence Áustria (2-0) e se classifica para próxima fase da Copa
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Messi faz 2 contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
Estádio da Filadélfia abre portões para jogo entre França e Iraque após ameaça de tempestade
-
RB Leipzig anuncia argentino Martín Demichelis como novo técnico
-
Messi marca contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
O mercado não para: estrelas fecham contratos milionários em plena Copa do Mundo
-
Manchester United compra terrenos para construir seu novo estádio
-
Retrospectiva de Frida Kahlo chega ao Tate Modern com recorde de ingressos vendidos
-
Brasil treina sem Alisson antes de enfrentar Escócia na Copa do Mundo
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, chega a vez de Messi
-
Ex-campeã de Wimbledon, Marketa Vondrousova é suspensa por 4 anos por recusar teste antidoping
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala de esquerda do Partido Trabalhista
-
Claudia Sheinbaum recebe pato Merlín, mascote do México na Copa do Mundo
-
Giovanni Malagò é eleito novo presidente da Federação Italiana de Futebol
-
Cristiano Ronaldo é um problema para Portugal na Copa do Mundo?
-
Trabalhadores humanitários são detidos no Afeganistão por usar barba muito curta
-
EUA suspende sanções ao petróleo iraniano
-
Reuniões na Suíça lançaram 'bases muito boas' para acordo com Irã, diz Vance
-
Zagueiro alemão Schlotterbeck está fora da Copa devido a lesão no tornozelo
-
Bases militares dos EUA, megapresídios, dolarização: as propostas do presidente eleito da Colômbia
-
Lado direito, o pesadelo de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Ex-presidente do Fed Alan Greenspan morre aos 100 anos
-
Natto, a soja fermentada japonesa que desperta curiosidade e repulsa
-
Messi pode se tornar o maior artilheiro das Copas nesta segunda-feira
-
Hospitais africanos podem ficar sem anestesia para crianças em 2027
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala esquerdista do Partido Trabalhista
-
Starmer, o político que quis transformar o Reino Unido e perdeu o apoio do partido
-
Ex-ministro espanhol próximo de Pedro Sánchez é condenado a 24 anos de prisão
-
Papa Leão XIV denuncia obstáculos burocráticos à ajuda humanitária
-
Primeiro-ministro britânico Keir Starmer renuncia
-
Irã e EUA relatam 'avanços' nas negociações para acabar com o conflito
-
Direita latino-americana celebra a vitória de Abelardo de la Espriella na Colômbia
-
Policiais e manifestantes entram em confronto na Bolívia
-
Presidente eleito de extrema direita celebra início de 'nova era' na Colômbia
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) com brilho de Salah e fica perto dos 16-avos da Copa
-
Torcedores franceses e iraquianos se reúnem ao redor da estátua de Rocky, na Filadélfia
-
Pausas para hidratação favorecem os mais fracos, mas times fortes também tiram proveito, diz Scaloni
-
Messi volta a se refugiar com a seleção argentina durante 'dias difíceis'
-
Egito vence Nova Zelândia (3-1) e fica perto dos 16-avos de final da Copa do Mundo
-
Uma nação dividida assiste com desconfiança ao empate do Irã
-
Cabo Verde arranca empate (2-2) contra Uruguai, que se complica na Copa
-
EUA afirma que negociações com Irã vão continuar
-
Colômbia faz guinada à direita e elege milionário pró-Trump presidente
-
'Showman' milionário e pró-Trump vai governar a Colômbia
Emmanuel Macron, o novo 'adversário' da Rússia de Putin
No início da guerra na Ucrânia, o presidente francês Emmanuel Macron defendeu o diálogo com o seu homólogo russo Vladimir Putin, mas dois anos depois tornou-se um crítico de Moscou, que o chama de fomentador da guerra.
"O que aconteceu com Emmanuel Macron? Ele enlouqueceu?", perguntou o apresentador pró-Kremlin, Dmitri Kisilev, a Putin na quarta-feira. "Ressentimento" pela crescente influência da Rússia na África, respondeu ele.
Moscou ataca principalmente as declarações do presidente francês em 26 de fevereiro, quando não descartou a possibilidade de enviar tropas para a Ucrânia, gerando polêmica internacional e nacional.
Putin prometeu-lhe que, se passasse das palavras às ações, seria como o imperador francês Napoleão, que foi derrotado na sua tentativa de invadir o Império Russo em 1812.
"As consequências destas intervenções seriam verdadeiramente trágicas", acrescentou o presidente russo, para quem uma guerra nuclear seria uma "ameaça real". Ambos os países são potências nucleares.
Mesmo antes das suas declarações controversas, a embaixada russa na França denunciou "a irresponsabilidade e o perigo do crescente envolvimento de Paris no conflito ucraniano".
Para Tatiana Kastouéva-Jean, especialista em Rússia do Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri), o giro de 180 graus de Macron em relação a Putin desencadeou a nova tensão.
"Há uma falta de compreensão: como passamos de alguém que quer dialogar com a Rússia, que quer ser o mediador, para alguém que assume a liderança do lado mais duro contra ela?", resume a especialista à AFP.
"Na Rússia, eles ouviram 'tropas terrestres' e, para eles, isso significava claramente enviar a Otan para ajudar a Ucrânia", acrescenta. Desde os tempos soviéticos, na visão russa, a Aliança representa uma ameaça existencial.
- "Macroleão" -
O presidente francês esclareceu a sua posição na noite de quinta-feira. Para Macron, a guerra na Ucrânia é uma ameaça "existencial" para a Europa e a Rússia é "o adversário".
"Nunca tomaremos a iniciativa" de combater a Rússia, mas "se a situação se deteriorar, (…) estaremos prontos para tomar as decisões que forem necessárias para que a Rússia nunca vença", acrescentou.
Embora tenha aumentado o tom com Moscou desde 2023, tem estado muito mais alarmista desde o seu último encontro com o seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, em 16 de fevereiro em Paris, e adverte que se Moscou vencer, "não se contentará" com a Ucrânia.
"Acho que ele percebeu que Putin mentiu para ele", disse Zelensky na segunda-feira à rede francesa BFMTV.
Macron sentiu-se "humilhado" porque "nunca pensou que Putin lhe mentiria tanto", disse o filósofo Pascal Bruckner, citado pelo jornal The New York Times.
Pessoas próximas ao presidente francês limitam-se a explicar que ele "chegou ao limite" do que era possível com Putin: "Foi o Kremlin que mudou, não ele".
Uma versão rejeitada em Moscou. "Foi a posição de Macron que mudou radicalmente", afirma Serguei Markov, diretor pró-Kremlin do Instituto Russo de Estudos Políticos.
"Ele se tornou o líder do lado da guerra. Nós o chamamos de Macroleão", disse à AFP, referindo-se a Napoleão.
P.Smith--AT