-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Os possíveis cenários para o pós-guerra na Faixa de Gaza
A guerra devastadora entre o Exército israelense e a organização islamista palestina Hamas dura quase três meses e não parece que terminará no curto prazo.
Apesar disso, há várias incertezas sobre o futuro na Faixa de Gaza após o conflito.
Seguem algumas das perspectivas de líderes israelenses, americanos e palestinos sobre o que poderia acontecer com o território palestino, que foi devastado pela ofensiva aérea e terrestre israelense iniciada após os ataques brutais do Hamas em 7 de outubro.
- Esboço do plano israelense -
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, revelou na quinta-feira as principais diretrizes de um primeiro plano para "depois da guerra" em Gaza, que ainda precisa ser examinado pelo gabinete de guerra do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Segundo o esboço, a ofensiva israelense em Gaza "continuará" até o "retorno dos reféns" e o "desmantelamento da capacidade militar e de governo do Hamas" e "a eliminação da ameaça militar" nesse território palestino, explicou Gallant.
Uma vez encerrada a ofensiva, no pós-guerra "o Hamas não controlará mais Gaza". Assim, de acordo com o plano israelense, será o fim de mais de 16 anos de governo da organização islamista palestina em Gaza.
"Não haverá presença civil israelense em Gaza depois que os objetivos da guerra forem alcançados", afirmou o ministro, que especificou que o Exército manterá "sua liberdade de ação" para conter qualquer possível "ameaça".
"Os habitantes de Gaza são palestinos. Portanto, as entidades palestinas assumirão as rédeas, desde que não haja nenhuma ação hostil ou ameaça contra o Estado de Israel", acrescentou Gallant, sem fornecer mais detalhes sobre qual grupo palestino poderá governar na Faixa.
- Extrema direita israelense -
O ministro da Segurança Nacional de Israel, o ultradireitista Itamar Ben Gvir, pediu na segunda-feira o retorno dos colonos judeus a Gaza após a guerra e um "incentivo" para que a população palestina emigre para outros países árabes.
O ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, que também faz parte da ala mais conservadora do governo, fez declarações semelhantes.
O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, disse estar "muito preocupado com as declarações de altos funcionários israelenses sobre os projetos de transferência de civis de Gaza para países terceiros".
Ao contrário da Cisjordânia ocupada, Israel retirou em 2005 seus 8 mil colonos de Gaza, mas, desde 2007, impôs um bloqueio rigoroso ao território.
- Estados Unidos -
Principal aliado militar e político de Israel, os Estados Unidos defendem que, no futuro, tanto Gaza quanto a Cisjordânia devem ser governadas pela Autoridade Palestina.
No entanto, o atual presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, é uma figura enfraquecida e tem capacidade governamental limitada na Cisjordânia.
"Gaza é um território palestino e continuará sendo palestino, e o Hamas não terá mais controle no futuro", afirmou o Departamento de Estado americano, que classificou as declarações de Ben Gvir e Smotrich como "irresponsáveis".
- Líderes palestinos -
O chefe do Hamas, Ismail Haniyeh, disse na terça-feira que está disposto a aceitar uma única administração palestina que governe tanto em Gaza quanto na Cisjordânia: "Estamos abertos à ideia de um governo nacional", afirmou.
Abbas se referiu a Gaza como "parte integrante" do Estado almejado pelos palestinos.
O Hamas, que venceu as eleições palestinas em 2006, assumiu o controle de Gaza em 2007 após confrontos violentos com o partido de Abbas.
Desde então, os esforços de reconciliação entre essas duas formações palestinas fracassaram.
O.Gutierrez--AT