-
Após saga Trump, temporada do Nobel começa sob cautela redobrada
-
Ucrânia recupera terreno no leste com contraofensiva (análise AFP)
-
Bolívia investiga procurador-geral detido após sanções dos EUA por tráfico de drogas
-
Governo francês propõe forte ajuste fiscal no orçamento de 2027
-
TSE ordena remoção de mensagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida
-
Milei oferece à Europa uma Argentina com 'energia abundante' e 'longe' de conflitos
-
Tom Cruise esquece os heróis de ação na sátira ecológica 'Digger'
-
Vendas de livro acusado de usar IA aumentam na França
-
EAU investiga possível pista 'terrorista' após incidente em voo para Israel
-
ALEX BODI VE ALMAN ŞİRKETLER GRUBUNDAN HALLE’DE 166 DAİREYE YATIRIM
-
ALEX BODI DAN KONGLOMERAT JERMAN BERINVESTASI PADA 166 UNIT HUNIAN DI HALLE
-
อเล็กซ์ โบดี และกลุ่มบริษัทจากเยอรมนีลงทุนในอพาร์ตเมนต์ 166 ยูนิตที่เมืองฮัลเลอ
-
ALEX BODI A NĚMECKÝ KONCERN INVESTUJÍ DO 166 BYTŮ V HALLE
-
ALEX BODI OCH TYSK KONCERN INVESTERAR I 166 LÄGENHETER I HALLE
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ ΓΕΡΜΑΝΙΚΟΣ ΟΜΙΛΟΣ ΕΠΕΝΔΥΟΥΝ ΣΕ 166 ΔΙΑΜΕΡΙΣΜΑΤΑ ΣΤΟ ΧΑΛΕ
-
Mulher condenada à pena de morte sobrevive à injeção letal e é hospitalizada
-
ALEX BODI I NIEMIECKI KONCERN INWESTUJĄ W 166 MIESZKAŃ W HALLE
-
ALEX BODI ȘI UN GRUP GERMAN INVESTESC ÎN 166 DE APARTAMENTE DIN HALLE
-
एलेक्स बोडी और जर्मन समूह हाले के 166 फ्लैटों में कर रहे हैं निवेश
-
أليكس بودي ومجموعة ألمانية يستثمران في 166 شقة في هاله
-
アレックス・ボディとドイツ企業グループ、ハレの住宅166戸に投資
-
Ted Sarandos reconhece que Netflix não cresce no ritmo desejado
-
Primeira execução de uma mulher em 200 anos falha no Tennessee e estado suspende aplicação da pena de morte
-
알렉스 보디와 독일 기업 그룹, 할레 주택 166세대에 투자
-
Bolívia prende procurador-geral acusado de vínculos com o narcotráfico
-
亞歷克斯・博迪與德國企業集團投資哈雷166戶住宅
-
АЛЕКС БОДІ ТА НІМЕЦЬКИЙ КОНЦЕРН ІНВЕСТУЮТЬ У 166 КВАРТИР У ГАЛЛЕ
-
ALEX BODI E GRUPO ALEMÃO INVESTEM EM 166 APARTAMENTOS EM HALLE
-
Exportações sul-coreanas disparam graças a demanda de chips de IA
-
Novo chatbot do governo dos EUA contradiz Trump e depois recua
-
Venezuelano baleado pelo ICE permanece detido por acusações criminais nos EUA
-
Suprema Corte dos EUA autoriza 1ª execução de uma mulher no Tennessee em 200 anos
-
Pânico, ira e lágrimas: o difícil retorno de Evan Gershkovich após passar por uma prisão russa
-
Comissão do governo recomenda reativação de mina polêmica no Panamá
-
Justiça americana ratifica acordo de compra da Warner pela Paramount
-
Israel denuncia 'tentativa de atentado' para enfraquecer relação com Emirados
-
Google restringe acesso a novo modelo de IA por preocupações de segurança
-
Cristiano Ronaldo se aborrece e deixa concentração de Portugal
-
Universidade de Buenos Aires homenageará Messi com doutorado Honoris Causa
-
Órgão de controle descarta crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Piloto da Flydubai tentou derrubar avião com destino a Israel, afirma Netanyahu
-
EUA pressiona por medidas contra superprodução com foco na China em reunião do G20
-
Agência de proteção ao consumidor dos EUA investiga gigantes da IA
-
Confronto entre guerrilha colombiana ELN e forças venezuelanas deixam um morto
-
Shows de Kanye West são cancelados na Rússia
-
Órgão de controle não vê crime em obras do Fed, como Trump insinuou
-
Brasil e EUA têm reunião comercial com crise tarifária como pano de fundo
-
Gritos e sangue: passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
Comissão governamental recomenda reativar polêmica mina de cobre no Panamá
-
Piloto do voo da flydubai rumo a Israel "tentou derrubar o avião", diz Netanyahu
Zelensky chega aos EUA em última tentativa para desbloquear fundos para a guerra
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, chegou, nesta segunda-feira (11), a Washington, em uma última tentativa de conseguir a renovação da ajuda financeira e militar dos Estados Unidos à Ucrânia prometida por seu contraparte, Joe Biden, e bloqueada pelos republicanos no Congresso.
Após passar o fim de semana na Argentina para a posse do ultraliberal Javier Milei, Zelensky chegou à capital americana nesta segunda e tem previsto de imediato um discurso na Universidade de Defesa Nacional, ao lado do secretário de Defesa, Lloyd Austin, segundo o Pentágono.
Zelensky disse que seu país conta com os Estados Unidos para combater as tropas invasoras de Moscou e que os atrasos na ajuda militar são um "sonho que virou realidade" para seu contraparte russo, Vladimir Putin.
"Putin deve perder", sentenciou Zelensky em seu discurso. "Podem contar com a Ucrânia e esperamos poder contar com vocês", enfatizou.
"Se tem alguém que se alegra com os assuntos não resolvidos no Capitólio (sede do Legislativo americano) são apenas Putin e sua panelinha doentia", acrescentou.
Os Estados Unidos são o principal aliado militar de Kiev na guerra iniciada depois da invasão russa, mas o apoio de Washington está em perigo depois que o Congresso bloqueou um pacote de 106 bilhões de dólares (cerca de R$ 520 bilhões) em ajuda de emergência destinada principalmente à Ucrânia e a Israel.
O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, afirmou que a visita acontece em "um momento crítico" e que Biden deixaria claro que "continua firme" em conseguir o que Kiev precisa para reabastecer suas tropas e ampliar os esforços contra a Rússia.
Zelesnky também se reunirá com diretores do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM), enquanto tenta recuperar a economia de seu país, sufocada em meio à guerra.
- Reuniões com Biden e líderes do Congresso -
No entanto, o principal dia de sua visita a Washington será a terça-feira.
Zelensky se reunirá com os líderes democrata e republicano do Senado, Chuck Schumer e Mitch McConnell, respectivamente, assim como com o novo presidente da Câmara de Representantes (baixa), o republicano Mike Johnson.
A renovação dos fundos em questão, que poderiam se esgotar nas próximas semanas, foi bloqueada pelos congressistas conservadores, que condicionavam o pacote de ajuda à aprovação de reformas para frear a entrada ilegal de imigrantes na fronteira com o México e que foram rejeitadas pelos democratas.
O governante ucraniano se reunirá também com Biden na Casa Branca.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, disse que a visita de Zelensky "destaca o compromisso inabalável dos Estados Unidos" com a Ucrânia, que, em fevereiro, entrará em seu terceiro ano de combate contra a invasão lançada pela Rússia no início de 2022.
Ao longo do conflito, que devastou regiões inteiras da Ucrânia e deslocou milhares de seus lares, as forças ucranianas se apoiaram firmemente na bilionária ajuda militar que uma coalizão de países ocidentais liderada pelos EUA estava lhe proporcionando, tanto em munições, armamento, assim como assistência econômica e social.
Esse bloqueio do pacote especial foi um forte revés para Biden, que havia instado os legisladores a aprová-lo, advertindo que o presidente russo, Vladimir Putin, não pararia com a vitória na Ucrânia e poderia, até mesmo, atacar uma nação membro da Otan.
- Momento-chave -
"Francamente, acredito que é impressionante que tenhamos chegado a esse ponto em primeiro lugar, em que os republicanos no Congresso estão dispostos a dar a Putin o maior presente que ele podia esperar", acrescentou Biden.
No início de dezembro, Putin assinou um decreto para aumentar as forças russas em 15 por cento a fim de apoiar a invasão da Ucrânia, aumentando o Exército em 170.000 homens.
Recentemente, Moscou deu leves sinais sobre um possível acordo de paz, embora ele envolva uma Ucrânia reduzida e neutra, algo impossível de aceitar para Zelensky.
A ala mais conservadora do Partido Republicano, liderada pelo ex-presidente (2017-2021) e candidato às eleições de 2024, Donald Trump, rejeita taxativamente renovar a ajuda à Ucrânia.
"O melhor para os interesses dos Estados Unidos é aceitar que a Ucrânia terá que ceder algum território aos russos e temos que levar a guerra a um final", disse, no domingo, o senador JD Vance, um aliado próximo de Trump.
Ch.Campbell--AT