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Ex-presidente Uribe nega nexos com paramilitares que mataram camponeses na Colômbia
O ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe negou, na segunda-feira (27), ter tido vínculos com paramilitares em meio a uma investigação sobre seu suposto conhecimento antecipado sobre um massacre e o assassinato de um defensor dos direitos humanos.
Há duas semanas, o ex-chefe de Estado (2002-2010) foi vinculado pelo ex-líder paramilitar Salvatore Mancuso à morte de pelo menos 15 camponeses na cidade de El Aro em 1997, quando era governador do departamento (estado) de Antioquia (noroeste), em uma nova acusação contra o político mais influente da Colômbia.
Os dois crimes foram executados por esquadrões da extrema direita que, sob ordens de Mancuso, combateram as guerrilhas.
"Eu nunca me reuni com paramilitares", defendeu-se o ex-presidente durante uma coletiva de imprensa após dar seu testemunho a um promotor. "O único a quem conheci foi (Salvatore) Mancuso (...) Nunca conversei com ele. Não passou do cumprimento", enfatizou.
Sua defesa entregou à Promotoria um documento que aponta contradições entre a versão mais recente de Mancuso e seus depoimentos passados, além de várias cartas em que Uribe pediu a investigação de paramilitares durante o período em que foi governador.
As provas "demonstram a total clareza e transparência da atuação do senhor ex-presidente", disse à AFP seu advogado, Juan Felipe Amaya. Uribe também é alvo de um processo judicial por supostamente ter pressionado uma testemunha que o associava aos paramilitares a mudar sua versão.
- Retorno aguardado -
Mancuso, que está preso nos Estados Unidos desde 2008 por acusações de narcotráfico, depôs em uma audiência virtual da Jurisdição Especial para a Paz (JEP), um tribunal surgido nos acordos de paz com as Farc e que julga os piores crimes do conflito.
Perante a JEP, ele também acusou o ex-presidente de ter participado de uma reunião em 1998 para planejar o assassinato do líder comunitário Jesús María Valle.
O ex-paramilitar ainda tem contas pendentes com a justiça da Colômbia e o governo pediu sua extradição assim que ele cumprir sua pena nos Estados Unidos. Ao voltar à Colômbia, poderia ficar em liberdade se disser a verdade à JEP.
Em meados de novembro, ele disse ao tribunal que Uribe "sempre teve conhecimento da operação" em El Aro e insistiu em que sua extradição aos Estados Unidos foi ordenada para evitar estas e outras revelações sobre quem patrocinou os paramilitares.
O ex-presidente conservador, por sua vez, qualificou estas declarações de "infâmias" e acusou Mancuso, conhecido como "El Mono", de ser "um bandido".
Um possível retorno de Mancuso à Colômbia teria o "objetivo" de "lhe dar impunidade em troca de que maltrate minha honra", afirmou Uribe.
Na luta contra a insurgência, os paramilitares semearam o terror com massacres e perseguiram quem, segundo eles, tinham vínculos com organizações de esquerda.
G.P.Martin--AT