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Retorno inesperado do ex-premiê Cameron como chanceler do governo britânico em crise
Com as eleições no horizonte e pesquisas que apontam perspectivas ruins para o Partido Conservador, o governo do Reino Unido decidiu anunciar mudanças no Executivo nesta segunda-feira (13), incluindo o inesperado retorno à política do ex-primeiro-ministro David Cameron, novo chefe da diplomacia, em substituição a James Cleverly, que assume a pasta do Interior após a demissão de Suella Braverman.
As mudanças foram motivadas pela decisão do primeiro-ministro Rishi Sunak de demitir Braverman, após as críticas da ex-ministra à polícia e seu envolvimento em diversas polêmicas.
A reforma ministerial tem o objetivo de dar impulso ao Partido Conservador antes das eleições legislativas de 2024, segundo a imprensa britânica, no momento em que as pesquisas apontam uma grande vantagem dos trabalhistas nas intenções de voto.
"Hoje, @RishiSunak está fortalecendo sua equipe de governo para implementar decisões a longo prazo para um futuro melhor", afirmou o partido na rede social X (antigo Twitter).
Cameron deixou o poder em 2016, após a vitória do Brexit no referendo sobre a saída do Reino Unido da União Europeia - ele era favorável à permanência do país no bloco e, após o resultado eleitoral, não teve escolha a não ser renunciar.
O então primeiro-ministro perdeu a aposta ao convocar o referendo de alto risco sobre uma questão que dividia o Partido Conservador.
- Sete anos afastado -
Para entrar no governo, sem ter o cargo de deputado, David Cameron foi nomeado para a Câmara Alta do Parlamento britânico, a Câmara dos Lordes, segundo Downing Street.
Apesar de seu afastamento político nos últimos sete anos, o agora ministro britânico das Relações Exteriores disse esperar que sua "experiência" de mais de uma década à frente do Partido Conservador e seis anos como chefe de Governo (2010-2016) sirva para "ajudar" Sunak a enfrentar os "desafios" internacionais, citando a guerra na Ucrânia e a crise no Oriente Médio, segundo uma mensagem publicada na rede X.
Cameron representa uma ala mais moderada dentro do partido, em comparação à muito conservadora Suella Braverman.
"A autoridade de Sunak foi muito afetada após as declarações da agora ex-ministra. Alguns especulam que Braverman buscava sair do gabinete para se posicionar como adversária interna de Sunak e como futura candidata a liderar o partido em caso de derrota do governo nas (eleições) dentro de um ano", explicou à AFP Ezequiel González Ocantos, professor de Ciências Políticas da Universidade de Oxford.
"Com a saída, Sunak procura restabelecer sua autoridade e apelar aos setores moderados que abandonaram o partido. Isto também pode ser visto com a nomeação de Cameron", acrescentou.
A situação da ex-ministra entrou em um ponto crítico no final de semana: vários políticos pediram sua demissão depois que ela criticou, em um artigo publicado no jornal The Times, a polícia de Londres por autorizar uma manifestação pró-Palestina que aconteceu no sábado.
O texto não foi autorizado por Downing Street, contrariando as normas do governo, e incluía comentários de Braverman que minavam a independência operacional da polícia.
- Polêmicas -
Alguns setores da sociedade britânica acusaram a ex-ministra de ter criado um clima tenso na manifestação pró-Palestina de sábado, que reuniu 300 mil pessoas e tentou ser travada por grupos de extrema direita.
O episódio foi o último de uma série de polêmicas envolvendo Braverman, que assumiu o Ministério do Interior no final do ano passado. Em outra declaração, a política britânica afirmou que queria impedir que pessoas em situação de rua montassem tendas na via pública, acrescentando que é "um modo de vida de sua escolha", oq ue gerou muitas críticas.
O novo ministro do Interior, James Cleverly, anunciou o "compromisso" de "deter a chegada de embarcações" com migrantes sem documentos que cruzam o canal da Mancha a partir da costa francesa.
A reforma ministerial era esperada há semanas, em particular devido à proximidade das eleições legislativas, que devem acontecer no máximo até janeiro de 2025, e com os trabalhistas apresentando grande vantagem nas pesquisas de intenção de voto.
O.Gutierrez--AT