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Conflitos no mundo 'reforçam' vínculo Rússia-China, diz Putin
O presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta quarta-feira (18), em Pequim, que os conflitos e ameaças no mundo fortalecem a relação de seu país com a China.
"Os fatores externos e os conflitos no desenvolvimento das relações russo-chinesas são ameaças comuns que reforçam a cooperação entre Rússia e China", declarou.
Putin disse "olhar com otimismo" as "perspectivas" de cooperação com seu aliado chinês, indispensável para Moscou em um momento em que as sanções ocidentais pesam sobre a economia russa.
O líder russo falou em uma coletiva de imprensa, poucas horas depois de uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, que celebrou a "crescente" confiança entre Pequim e Moscou.
"A confiança política mútua entre os dois países está em constante crescimento", disse Xi a seu aliado, segundo a agência oficial de notícias Xinhua, no momento em que os dois tentam mostrar sua unidade diante do Ocidente.
De acordo com a mesma fonte, o presidente chinês pediu aos dois países para "salvaguardar a equidade internacional" e a "justiça", destacando sua "coordenação estratégica estreita e eficaz".
Xi destacou que se encontrou com Putin 42 vezes na última década e "ter desenvolvido uma boa relação de trabalho e uma amizade profunda" com seu homólogo.
Os dois se reuniram no Palácio do Povo, à margem do Fórum das Novas Rotas da Seda.
- Confronto de blocos -
Muito afetada por sanções impostas por países ocidentais por sua ofensiva contra a Ucrânia, a Rússia tenta estreitar ainda mais seus vínculos com a China, que parece ter assumido a liderança em suas relações bilaterais.
Putin é o principal convidado do fórum que conta com a participação de representantes de quase 130 países, principalmente do Sul. Esta é sua primeira viagem a uma grande potência mundial desde a invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, um evento que isolou a Rússia no cenário internacional.
Na abertura do fórum, Xi Jinping denunciou o "confronto de blocos".
"Nos opomos às sanções unilaterais, à coerção econômica, à dissociação e à redução dos vínculos econômicos", declarou.
Em um contexto de tensões com Pequim, algumas lideranças políticas na Europa e nos Estados Unidos defendem um "decoupling" ("dissociação") com a China, ou seja, cortar qualquer vínculo econômico com o gigante asiático, ou pelo menos limitar sua dependência em relação ao país.
Pequim não participará de um "confronto ideológico, de jogos geopolíticos ou de um confronto de blocos", frisou Xi Jinping.
- Cooperação justa -
Moscou e Pequim "compartilham o desejo de uma cooperação justa no mundo", disse Putin em um discurso, no qual elogiou o "êxito" das Novas Rotas da Seda.
No encontro com seu "querido amigo" Xi Jinping, o presidente russo ressaltou a importância de uma "coordenação estreita em política externa" nas "difíceis condições atuais", segundo um informe do Kremlin.
A China é o parceiro comercial número um da Rússia, com um comércio recorde de US$ 190 bilhões (R$ 957,6 bilhões na cotação do dia) no ano passado.
Xi lembrou a meta de US$ 200 bilhões (em torno de R$ 1 trilhão na cotação do dia) estabelecida por ambos os países este ano. Também defendeu as Novas Rotas da Seda, um grande projeto de infraestrutura promovido por Pequim em uma centena de países, afirmando que "darão um novo impulso à economia mundial".
Este fórum em Pequim acontece no meio da guerra entre Israel e o Hamas.
Vladimir Putin descreveu como uma "tragédia" o ataque que, na véspera, matou centenas de pessoas em um hospital de Gaza, enquanto a China disse estar "chocada" e condenou "energicamente" o disparo.
Presente em Pequim, o secretário-geral da ONU, António Guterres, considerou nesta quarta-feira que o ataque do Hamas contra Israel não poderia "justificar a punição coletiva dos palestinos" em Gaza.
D.Lopez--AT