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Sem chance de sucesso, líder da direita espanhola usará debate no Congresso para criticar Sánchez
O conservador Alberto Núñez Feijóo se submete, a partir de terça-feira (26), a um debate de investidura no Parlamento espanhol, sem possibilidade de sucesso, mas que usará para criticar as concessões de Pedro Sánchez aos separatistas catalães para tentar se manter no poder.
Desde que o rei pediu-lhe que se apresentasse para escrutínio do Parlamento, na qualidade de vencedor das eleições legislativas de 23 de julho, o líder do Partido Popular (PP, de direita) tem tentado, sem sucesso, obter os quatro votos que faltam para tomar posse como presidente do governo.
Para isso, teria de conquistar o apoio de um partido regional, algo incompatível com o apoio já garantido pela extrema direita do Vox, muito crítico destas legendas.
"Mesmo que me custe a presidência do governo, vou defender que a Espanha é um conjunto de cidadãos livres e iguais" e não aceitará a "chantagem" dos partidos regionais catalães, disse Feijóo neste domingo (24), perante cerca de 40 mil pessoas em uma zona central de Madri.
"Serei ou não presidente do governo, agora ou em breve, mas, no que me diz respeito, o que ficará para a Espanha será a liberdade, a igualdade e a dignidade", declarou o político, de 62 anos, enquanto o público gritava "presidente, presidente".
Apesar de derrotado, o debate sobre a posse pode servir a Feijóo "para se apresentar com um programa e com uma alternativa e contrastando muito claramente de Sánchez", olhando para o futuro, analisou Astrid Barrio, professora de Ciência Política da Universidade de Valencia.
Assim como neste domingo, o líder da direita dedicou as últimas semanas a atacar o presidente do governo em final de mandato, o socialista Sánchez, pelas concessões que teria de fazer aos separatistas catalães para manter o poder.
- "Ataque às leis" -
Feijóo critica, principalmente, a anistia para todos os processados pela tentativa de secessão da Catalunha, em 2017, exigida pelos partidos separatistas dessa região em troca de seus votos.
A anistia "não cabe na Constituição", disse Feijóo na quinta-feira, acrescentando que é "um ataque injusto e amoral às leis e à divisão de Poderes".
E, se Pedro Sánchez aceitar, será "uma fraude agravada" - insistiu ele neste domingo -, já que o líder socialista vinha rejeitando essa condição até agora.
Sánchez pode tentar tomar posse, após o fracasso do líder da direita no Parlamento na próxima semana.
O debate de investidura será aberto na terça-feira com um discurso do líder conservador, e as votações serão na quarta-feira, quando o candidato precisa de uma maioria de 176 dos 350 deputados, e na sexta-feira, onde bastariam mais "sim" do que "não". A menos que haja uma grande surpresa, ele não terá o apoio necessário.
Sem posse, inicia-se um prazo de dois meses, ao final do qual seriam convocadas novas eleições legislativas - para janeiro de 2024, de acordo com os prazos legais -, a menos que Sánchez consiga formar governo mais cedo.
J.Gomez--AT