-
Parlamento da Venezuela nomeia procurador-geral alinhado ao chavismo
-
Argentina fará amistosos contra Honduras e Islândia antes da Copa do Mundo
-
Inglaterra fará amistosos contra Nova Zelândia e Costa Rica em junho
-
Engenheiro de corrida de Verstappen deixará Red Bull no final de 2027
-
Melania Trump nega relação com abusos de Jeffrey Epstein
-
Sabalenka desiste do WTA 500 de Stuttgart após sofrer lesão em Miami
-
João Fonseca vence Berrettini e vai às quartas em Monte Carlo; Alcaraz e Sinner também avançam
-
Diddy pede a tribunal de apelações dos EUA que revogue sua pena
-
Polícia dispersa com gás lacrimogêneo marcha rumo ao palácio presidencial da Venezuela
-
'Romance' de líder da extrema direita ganha destaque na imprensa francesa
-
Berd destinará € 5 bilhões para economias afetadas pela guerra no Oriente Médio
-
Panamá diz que não permitirá que 'detenções' de navios na China continuem
-
Trégua e diálogo ficam ameaçados por advertência de Israel de continuar ataques no Líbano
-
México pretende explorar gás natural para reduzir dependência dos EUA
-
Embaixador dos EUA para UE nega qualquer interferência de Washington nas eleições da Hungria
-
Associação britânica de proteção aos animais resgata 250 cães amontoados em uma casa
-
China ativa ampla zona de exclusão aérea perto de Xangai durante 40 dias
-
'Nenhum convence': voto jovem é decisivo nas eleições presidenciais do Peru
-
Almodóvar, Kore-eda e Farhadi vão disputar a Palma de Ouro em Cannes
-
Espanha, Irã e Japão... mas nenhum país latino-americano em disputa no 79º Festival de Cannes
-
Guerra no Irã pode levar 45 milhões de pessoas à insegurança alimentar (FMI)
-
Petróleo volta a subir por incerteza sobre trégua no Oriente Médio
-
Esfaqueada por dizer 'não': A misoginia online alimenta a violência no Brasil?
-
Guerra eleva preços e agrava economia no Irã
-
Rússia declara Memorial, vencedora do Nobel da Paz, como 'organização extremista'
-
Ex-premiê do Nepal, acusado de reprimir protestos, é libertado
-
Alto comando do exército francês teme uma 'guerra aberta' contra a Rússia
-
Após retorno bem-sucedido, BTS inicia turnê mundial com passagem pela América Latina
-
'Arrepios': astronautas da Artemis ainda sentem efeitos da passagem pela Lua
-
Exército israelense diz que matou jornalista da Al Jazeera em Gaza por ser membro do Hamas
-
Líbano de luto após ataques israelenses que fragilizam trégua entre EUA e Irã
-
Quatro migrantes morrem tentando atravessar o Canal da Mancha
-
Trump faz duras críticas à Otan após reunião privada com secretário-geral da aliança
-
Houston, tivemos um problema... com o banheiro
-
Flamengo vence na visita ao Cusco (2-0) em sua estreia na Libertadores
-
Palmeiras estreia na Libertadores com empate (1-1) contra o Junior na Colômbia
-
Presidente da Venezuela promete aumentar salários em 1º de maio
-
Trégua entre EUA e Irã está por um fio enquanto guerra se intensifica no Líbano
-
Crise diplomática entre Equador e Colômbia por declarações de Petro sobre ex-vice-presidente Glas
-
Bombardeios de Israel deixam mais de 180 mortos e causam pânico no Líbano
-
Promotores solicitam registros de medicamentos receitados a Tiger Woods após acidente
-
Petróleo e gás desabam e bolsas fecham em alta por cessar-fogo no Irã
-
PSG vence Liverpool (2-0) em casa na ida das quartas da Champions
-
Atlético vence Barça (2-0) no Camp Nou e abre vantagem nas quartas da Champions
-
Braga e Betis empatam (1-1) na ida das quartas da Liga Europa
-
Al Jazeera condena morte de jornalista em bombardeio na Faixa de Gaza
-
Turquia prende quase 200 pessoas após ataque a consulado de Israel
-
'Rainha da cetamina' é condenada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry
-
'Pontinho de luz': tripulação da Artemis testemunha impactos de meteoritos na Lua
-
Diniz inicia missão de reerguer Corinthians contra o Platense na Libertadores
A montanha de casos de Bolsonaro perante as autoridades
Jair Bolsonaro e sua esposa Michelle comparecerão perante a polícia nesta quinta-feira (31) para responder a acusações de desvio de joias recebidas como presentes oficiais quando ele era presidente do Brasil, uma investigação que poderia levá-lo à prisão.
Bolsonaro, que em junho foi declarado inelegível por oito anos por disseminar desinformação sobre o sistema eleitoral, prestará depoimento pela quinta vez desde que deixou a presidência em 31 de dezembro.
O ex-presidente já foi interrogado pela polícia em Brasília sobre o assunto das joias, sobre os atos golpistas de 8 de janeiro por parte de seus apoiadores, sobre um suposto plano de golpe de Estado e sobre a suposta falsificação de certificados de vacinação.
Essas são as investigações em andamento contra Bolsonaro, assim como as que seus filhos também enfrentam.
- Perante a polícia -
O ex-presidente presta depoimento nesta quinta-feira por suposto desvio de diversos conjuntos de joias presenteadas pela Arábia Saudita, algumas das quais teriam entrado no Brasil de forma irregular em 2019.
A polícia suspeita que Bolsonaro e Michelle participaram, juntamente com vários colaboradores, de um esquema de venda de presentes oficiais recebidos de países estrangeiros para o "enriquecimento ilícito" do ex-presidente.
Isso inclui um conjunto de colar e brincos de diamantes destinado à ex-primeira-dama, avaliado pela imprensa em R$ 16,5 milhões, e um relógio de luxo que teria sido vendido e posteriormente recomprado nos Estados Unidos.
O caso poderia configurar crimes de lavagem de dinheiro e peculato, passíveis de prisão.
Bolsonaro negou ter cometido qualquer crime em seu depoimento anterior em abril à Polícia Federal (PF).
Também negou em maio ter participado da suposta falsificação de seu certificado de vacinação contra a covid-19, bem como de outros aliados.
- Perante o STF -
Bolsonaro enfrenta cinco investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), sujeitas a penas de prisão.
Quatro delas foram abertas durante o seu mandato presidencial, enquanto a última investigação o trata como suposto instigador dos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro, em Brasília.
Em um dos casos, Bolsonaro é acusado de interferir na polícia para proteger familiares suspeitos de corrupção.
Ele também é investigado por disseminar desinformação sobre as urnas eletrônicas.
As outras duas investigações são por ter vazado informações confidenciais sobre um ataque cibernético ao tribunal eleitoral e por ter associado a vacina contra a covid-19 a um suposto risco de contrair o HIV.
Ele também deve responder a processos em instâncias inferiores.
Entre eles, é acusado de "subversão à ordem" por sua participação em manifestações com gritos antidemocráticos em 7 de setembro de 2021.
Se fosse condenado à pena máxima por esses crimes, o ex-presidente enfrentaria quase 40 anos de prisão.
- Perante a justiça eleitoral -
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Bolsonaro inelegível em 30 de junho por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, ao atacar sem provas o sistema eleitoral, três meses antes de perder as eleições de outubro de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva.
Sua defesa recorrerá ao STF.
Outros 15 casos estão em andamento no TSE pelos quais ele poderia receber novas condenações.
Isso inclui ações por ataques verbais ao sistema eleitoral ou pelo suposto uso da máquina pública em benefício próprio durante as eleições.
- Seus filhos, outra preocupação -
Quatro filhos do ex-presidente - três deles políticos - também enfrentaram suspeitas criminais, sendo a mais recente protagonizada por Jair Renan.
O filho mais novo foi alvo na semana passada de uma operação policial por lavagem de dinheiro. Em 2021, ele já havia sido chamado para depor em outra investigação sobre supostos pagamentos de subornos por empresários para fechar negócios com o governo.
Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, foi acusado em 2020 de desviar dinheiro público da assembleia legislativa, por meio da "rachadinha" de parte dos salários de funcionários em seu gabinete. A investigação foi arquivada.
Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio de Janeiro, é investigado por um esquema de desvio de dinheiro através da contratação de funcionários "fantasmas" em seu gabinete.
Eduardo Bolsonaro, deputado federal por São Paulo, foi investigado pela compra de apartamentos com dinheiro em espécie entre 2011 e 2016.
E.Hall--AT