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Como Vini Jr. se tornou símbolo da luta contra o racismo
O atacante Vinícius Júnior denunciou na terça-feira um insulto racista proferido pelo jogador argentino Gianluca Prestianni, do Benfica. Desde que chegou ao Real Madrid em 2018, o brasileiro foi alvo de vários ataques, tornando-se um símbolo na luta contra a discriminação.
O jogo de ida do mata-mata de acesso às oitavas de final da Liga dos Campeões (1 a 0 para o Real Madrid) foi interrompido por dez minutos após um gol Vini, e os jogadores deixaram o campo depois que o brasileiro relatou ao árbitro François Letexier que Prestianni o havia chamado de "macaco".
O jogador argentino de 20 anos, que cobriu a boca com a camisa enquanto falava, nega ter proferido insultos racistas contra o astro do Real Madrid.
- Mestalla, um divisor de águas -
Desde que chegou ao clube merengue em 2018, vindo do Flamengo, Vini Jr. se tornou um porta-voz da luta contra o racismo.
O jogador de 25 anos tem sido alvo de inúmeros incidentes de grande repercussão, principalmente na Espanha.
Em janeiro de 2023, torcedores do Atlético de Madrid penduraram um boneco com a imagem de Vinícius em uma ponte perto do centro de treinamento do Real Madrid, nos arredores da capital espanhola.
Quatro meses depois, o brasileiro confrontou torcedores que o insultavam no Mestalla, estádio do Valencia, em um incidente que gerou comoção mundial e apoio ao jogador em sua luta contra o racismo.
"Não sou vítima de racismo. Eu sou algoz de racistas", escreveu Vini na rede social X em 2024, depois que três torcedores do Valencia foram declarados culpados de tê-lo insultado naquele dia.
"Essa primeira condenação penal da história da Espanha não é por mim. É por todos os pretos", acrescentou.
Em 2025, cinco torcedores do Valladolid que também proferiram insultos racistas contra Vinícius em uma partida de 2022 foram condenados por um tribunal por cometerem um crime de ódio: a primeira sentença desse tipo na Espanha em um estádio de futebol.
Houve outros incidentes, o mais recente envolvendo torcedores do Albacete que entoaram cânticos racistas contra o atacante do lado de fora do estádio antes da eliminação do Real Madrid na Copa do Rei, em janeiro.
Mas o jogo da Champions contra o Benfica foi a primeira vez que o atacante do Real Madrid acusou outro jogador de racismo.
"Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos", escreveu Vini Jr. nas redes sociais.
O atacante francês Kylian Mabappé, seu companheiro de Real Madrid, pediu que Prestianni fosse banido da competição.
"Esse cara não merece jogar na Liga dos Campeões de novo, essa é a minha opinião", disse Mbappé aos repórteres.
- Por que sempre ele? -
Muitos se perguntam por que Vinícius é alvo frequente de insultos racistas, e não outros jogadores do Real Madrid.
"Essas coisas acontecem em todos os estádios onde ele joga", disse à Amazon Prime o técnico do Benfica, José Mourinho, transferindo a culpa do incidente para o brasileiro.
Não há dúvida de que Vini é provocador, tanto pelo seu estilo de jogo quanto pelo seu comportamento, mas isso jamais deveria justificar insultos racistas.
O jogador foi a principal arma ofensiva do Real Madrid durante vários anos, pelo menos até a chegada de Mbappé, e continua sendo o melhor driblador da equipe.
Como atacante que encara os defensores com sua habilidade, ele é mais caçado em campo, o que inflama os ânimos nas arquibancadas, onde muitos acreditam que ele simula faltas.
Vini é um jogador que tem personalidade e é sempre muito expressivo. Suas constantes reclamações com os árbitros geram irritação nos torcedores e nos jogadores adversários.
Às vezes, ele se dirige diretamente aos torcedores locais que o estão vaiando.
Os torcedores racistas veem os insultos como uma forma de tentar desestabilizá-lo, irritá-lo e fazê-lo perder o foco.
As comemorações de gol de Vinícius às vezes são criticadas: contra o Benfica, ele comemorou em frente à torcida portuguesa, dançando ao lado da bandeirinha de escanteio.
Os torcedores atiraram objetos nele das arquibancadas e foi na discussão que se seguiu que ocorreu seu bate-boca com Prestianni.
"'Baila', Vini, e por favor nunca pare", escreveu Mbappé no X. "Eles nunca nos dirão o que devemos ou não fazer".
R.Chavez--AT