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Três certezas e uma dúvida na Seleção em ascensão com Ancelotti
De olho na Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira continua crescendo sob o comando de Carlo Ancelotti, com três grandes certezas e uma dúvida: o futuro de Neymar.
O Brasil comemorou na quinta-feira a vitória sobre o Chile por 3 a 0, no Maracanã, pela penúltima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas.
Tudo correu bem para Ancelotti, que, com a tranquilidade de ter a classificação garantida, testou novas peças.
O treinador italiano continuará observando jogadores na última rodada, contra a Bolívia, na próxima terça-feira, nos 4.150 acima do nível do mar de El Alto.
Por enquanto, Carletto se diz "satisfeito". E isso não é pouca coisa diante do desafio que assumiu: reerguer a Seleção depois de derrotas históricas e de uma irregularidade preocupante.
- Primeira certeza: cardápio extenso -
Seis jogadores que estiveram em campo no Maracanã apareceram pela primeira vez na lista de Ancelotti, que iniciou seu ciclo em junho: Gabriel Magalhães, Douglas Santos e João Pedro como titulares, e Luiz Henrique, Lucas Paquetá e Kaio Jorge como reservas.
Paquetá, que marcou o segundo gol brasileiro, e Luiz Henrique, com uma assistência e uma finalização no travessão que originou o gol de Bruno Guimarães para os 3 a 0, foram decisivos.
"Muito feliz de voltar a vestir essa camisa e poder ajudar, como eu sempre fiz", comemorou Paquetá, que voltou à Seleção depois de ser absolvido em um escândalo de apostas.
Luiz Henrique foi fundamental para ampliar o placar depois do primeiro gol de Estêvão.
"Não tem preço, a torcida brasileira com 57 mil aqui no Maracanã está gritando o meu nome", disse o atacante do Zenit.
Com Neymar ainda ausente e Vinícius Júnior liberado da convocação para ter descanso, as alternativas provaram que podem dar alegrias à torcida.
- Segunda certeza: o crescimento de Estêvão -
Aos 18 anos, Estêvão é uma das grandes promessas do futebol brasileiro.
O jovem atacante, que brilha em sua chegada ao Chelsea, marcou pela primeira vez em seu sexto jogo com a 'Amarelinha'.
"Ele entrou muito bem na Premier League, que não é uma liga fácil, e no jogo de hoje foi muito bem", elogiou Ancelotti, que ressaltou o potencial de crescimento do ex-jogador do Palmeiras para "ajudar mais a equipe".
Estêvão divide o vestiário do Chelsea com seus companheiros de Seleção João Pedro e Andrey Santos.
"Estamos ajudando" na "adaptação", ressaltou João Pedro, recordando as dificuldades que ele mesmo viveu em seus primeiros passos no futebol inglês no Watford e depois no Brighton.
- Terceira certeza: segurança -
Muitos dos problemas que custaram o cargo de Dorival Júnior, antecessor de Ancelotti, passaram pela fragilidade defensiva do Brasil.
Com Carletto, esse cenário mudou.
Alisson não sofreu gols nos três jogos dirigidos pelo italiano e o retorno do experiente volante Casemiro, que mostrou um bom nível contra o Chile, foi um movimento que deu o equilíbrio que a equipe precisava.
- A dúvida: Neymar -
"Bora, Brasil!", escreveu Neymar no Instagram ao publicar uma foto enquanto acompanhava o jogo pela TV.
Quando o time funciona, a pergunta é inevitável: o craque de 33 anos é uma uma peça que se encaixa na engrenagem?
Fora da Seleção desde outubro de 2023, a possibilidade de retorno chegou a ser cogitada, mas Ancelotti adiou.
"Ninguém pode discutir Neymar a nível técnico. O que estamos olhando, avaliando a cada dia, cada jogo, é sua condição física", explicou o treinador na véspera do jogo contra o Chile.
Neymar é o maior artilheiro da história da Seleção, com 79 gols em 128 jogos.
K.Hill--AT