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Vini Jr enfim decide na Seleção, que segue sob pressão
O gol nos acréscimos que deu a vitória ao Brasil sobre a Colômbia por 2 a 1 evitou uma crise na Seleção, mas os três pontos contra a equipe adversária não neutralizaram as críticas ao time de Dorival Júnior. A alegria não foi completa para Vinícius Júnior na noite em que foi herói.
O chute de fora da área que entrou no canto esquerdo do goleiro colombiano Camilo Vargas mostrou a força que tantas vezes faltou ao craque do Real Madrid com a camisa do Brasil.
Na noite de quinta-feira, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, o ganhador do prêmio The Best de 2024 finalmente sorriu com a 'Amarelinha': marcou o gol da vitória que levou o Brasil da quinta para a segunda colocação nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.
"O gol de hoje é um pouco de alívio, um pouco de felicidade", disse Vini Jr após a partida. "A gente merecia essa vitória, eu merecia esse gol por tudo que venho trabalhando", acrescentou.
- Vitória não convence -
Sem conseguir esconder o sorriso, Vini teve seu dia de glória na Seleção em um momento de muita pressão para o time brasileiro, que chegou à Brasília no meio da tabela e com uma sequência de dois jogos sem vencer (empates em 1 a 1 com Venezuela e Uruguai, em novembro).
O atacante de 24 anos não é o único jogador que vem tendo dificuldades para repetir o alto nível que exibe em seu clube, mas tem sido mais exigido pela torcida do que seus companheiros, talvez pelo desejo de que assuma o protagonismo que ainda hoje é de Neymar, ausente há mais de um ano por lesão.
Apesar de ter sido o grande nome da noite, ao marcar seu sexto gol em 38 jogos pela Seleção, o desempenho geral de Vini Jr não convenceu a todos.
"Dorival não consegue fazer dois dos melhores atletas do mundo jogarem bem no seu time. Vini Jr e Raphinha perdem uns 50% de seu futebol ao vestir a 'Amarelinha'. Ninguém rende. Saem todos abaixo do seu potencial", escreveu a colunista Alicia Klein no portal UOL.
O gol salvador do craque do Real Madrid ficou em segundo plano nesta sexta-feira, já que Dorival Júnior continua sendo questionado.
No cargo há pouco mais de um ano, o treinador ainda não conseguiu montar uma equipe com o desempenho esperado pelos torcedores e pela crítica.
- Dorival segue questionado -
Com 62% de aproveitamento em 15 jogos (sete vitórias, sete empates e uma derrota), Dorival situa o Brasil com 21 pontos faltando cinco jogos para o final das Eliminatórias.
Mas o que se espera de seu trabalho é uma equipe que envolva e domine os adversários, algo raro sob seu comando até aqui.
"Estamos percebendo que estamos em um caminho que não é o ideal, mas que caminhamos para uma melhora a cada rodada", defendeu Dorival.
Seus críticos questionam a decisão de preparar a convocação em torno de Neymar, que ainda está recuperando a forma, não conseguir extrair o melhor dos talentos que tem em mãos e as poucas oportunidades dadas a jovens como Endrick.
Na próxima terça-feira, no fechamento da 14ª rodada das Eliminatórias, o desafio será de altíssimo nível: o clássico contra a líder Argentina, que mesmo sem o astro Lionel Messi, lesionado, pode carimbar a vaga antecipada na Copa do Mundo do ano que vem.
Para o jogo em Buenos Aires, Dorival terá os desfalques de quatro titulares: o goleiro Alisson, o zagueiro Gabriel Guimarães e os meio-campistas Bruno Guimarães e Gerson.
"Em termos individuais o Brasil não deve a quase ninguém. O problema é que, quando se observa o aspecto coletivo, hoje a Seleção não ocupa sequer o primeiro patamar do futebol mundial", escreveu o colunista Douglas Ceconello no site Globo Esporte.
"Nada hoje permite acreditar que a equipe possa evoluir a ponto de chegar na Copa do Mundo com possibilidades reais de se postular como candidata ao título", concluiu.
Ch.P.Lewis--AT