-
Hamilton quer seguir à caça de Antonelli na Áustria
-
Técnico da Espanha destaca 'qualidade tremenda' da Copa do Mundo de 2026
-
EUA diz querer acordo com Irã, mas não "a qualquer preço"
-
Equador queria vaga no mata-mata antes, mas 'é melhor assim', diz Plata
-
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
-
França quer deixar Deschamps 'orgulhoso' em jogo contra Noruega, diz Tchouaméni
-
Borja Iglesias, o atacante espanhol que 'não tem papas na língua'
-
Costa do Marfim vence Curaçao (2-0) e avança em 2º aos 16-avos da Copa
-
Equador vence Alemanha (2-1) e vai aos 16-avos da Copa do Mundo
-
Luka Doncic inicia em Roma carreira como proprietário de clube de basquete
-
Clube histórico da Alemanha, 1860 Munique está à beira da falência
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
-
Patrik Schick se aposenta da seleção tcheca após fiasco na Copa do Mundo
-
Alonso não confirma se continuará na F1 em 2027: 'Tenho muitas opções'
-
Juan Manuel Cerúndolo é eliminado nas quartas de final em Eastbourne
-
Governo Milei sofre revés judicial por cortes de fundos para universidades
-
Ganha força boato sobre casamento de Taylor Swift na próxima semana em NY
-
'Alcatraz dos Jacarés' fecha as portas nos EUA
-
Osaka supera Alexandrova nas quartas de final de Bad Homburg
-
Fifa abre portas para participação da Rússia em competição juvenil
-
Francesa Stéphanie Frappart é nomeada responsável por arbitragem da Uefa
-
França e Itália querem substituir Unifil por coalizão multinacional no Líbano
-
EUA diz não querer acordo com Irã "a qualquer preço"
-
Uruguai e Espanha brigam por classificação na Copa em um disputado Grupo H
-
Países do mundo todo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos mortais
-
Mbappé vs Haaland, o duelo entre artilheiros na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA dá aval à política migratória de Trump
-
Acusação contra Harvey Weinstein é retirada em caso de estupro nos EUA
-
Estéban Lepaul, artilheiro da Ligue 1, renova com o Rennes
-
Suprema Corte dos EUA decide que governo pode rejeitar pedidos de asilo na fronteira
-
Com dois gols contra a Escócia, Vini Jr. entra na disputa pela Chuteira de Ouro
-
Parques de Paris viram 'hotéis' na noite mais quente registrada na França
-
Sul-africanos vão às ruas para celebrar classificação histórica na Copa do Mundo
-
Mais de 100 milhões de europeus sofrem impacto de onda de calor mortal
-
Inflação dos EUA sobe a 4,1% em maio, maior nível em três anos
-
Ministra sueca rompe barreiras ao participar de reuniões da UE com seu filho nos braços
-
Reformas em Cuba: guinada ao modelo chinês ou ao capitalismo oligárquico?
-
Polônia realiza conferência sobre a reconstrução da Ucrânia sem Zelensky
-
Sarah Burton faz referência a Timothée Chalamet em sua estreia masculina para Givenchy
-
Crime organizado brasileiro se expande para a Guiana Francesa
-
EUA e países de todo o mundo oferecem ajuda à Venezuela após terremotos devastadores
-
Brasil aguarda conclusão do Grupo F para conhecer rival na 2ª fase da Copa
-
'Wannabe', sucesso das Spice Girls, completa 30 anos em meio a rumores de reencontro
-
'Tudo desabou': área mais devastada pelos terremotos na Venezuela pede socorro
-
Rubio rejeita possível pedágio iraniano em Ormuz e alerta para precedente
-
Trump abre festa dos 250 anos dos Estados Unidos com discurso de tom político
-
EUA volta a contar com Pulisic e tenta, contra Turquia, mais uma vitória antes dos 16-avos
-
África do Sul vence Coreia do Sul (1-0) e vai aos 16-avos da Copa em segundo no Grupo A
-
México elimina República Tcheca (3-0) e avança aos 16-avos da Copa com campanha 100%
-
Preço do Brent cai abaixo do nível anterior à guerra no Oriente Médio
Sete candidatos para suceder a Thomas Bach no COI
Sete candidatos, entre eles o espanhol Juan Antonio Samaranch Jr. e o ex-campeão olímpico britânico Sebastian Coe, disputarão na quinta-feira (20) a sucessão do alemão Thomas Bach à frente do Comitê Olímpico Internacional (COI).
David Lappartient, uma ambição "made in France"
David Lappartient, que assumiu a direção do Comitê Olímpico Francês (CNOSF) em plena crise, em junho de 2023, também é presidente da União Ciclista Internacional (UCI) desde 2017. Este cargo abriu-lhe as portas para ser eleito para o COI em fevereiro de 2022, logo antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim.
Lappartient nunca foi atleta de alto nível, ao contrário de outros candidatos e do próprio Thomas Bach, campeão olímpico de esgrima por equipes em 1976. No COI, preside a comissão de esportes eletrônicos (esports) e chegou a um acordo com a Arábia Saudita para que este país organize os futuros Jogos Olímpicos de Esportes Eletrônicos por 12 anos.
Sebastian Coe, reconhecido mas controverso
Há vários anos, parece que o bicampeão olímpico dos 1.500 m está destinado a liderar o COI. Ele conta a seu favor com sua aura esportiva, uma presença midiática reforçada pelo poder da imprensa anglófona e uma longa experiência como dirigente: organizador dos Jogos Olímpicos de Londres-2012, deputado conservador britânico, presidente do Comitê Olímpico Britânico e, sobretudo, chefe mundial do atletismo.
Sebastian Coe pode se orgulhar de ter recuperado o rumo da 'World Athletics' desde 2015, uma instituição abalada por seu antecessor Lamine Diack, condenado por envolvimento em encobrir o doping russo. Porém, Coe também gerou inimigos ao decidir conceder prêmios financeiros aos atletas medalhistas de ouro dos Jogos Olímpicos de Paris-2024 sem consultar ninguém, uma medida financeira que a maioria das federações internacionais não pode adotar.
Suas posições firmes, como a exclusão total de atletas russos desde o início da guerra na Ucrânia, colidem diretamente com o espírito de consenso de Thomas Bach, que reintegrou os russos sob bandeira neutra após o pedido de uma parte do movimento olímpico.
Juan Antonio Samaranch Jr., o herdeiro
Este candidato não precisará fazer o próprio nome, pois é filho do ex-patrão emblemático do COI, Juan Antonio Samaranch (1980-2001), cuja presidência é lembrada pelo aumento explosivo das receitas do olimpismo, mas também por uma governança controversa.
Aos 65 anos, o espanhol não tem histórico como atleta, mas é, pela segunda vez, vice-presidente do COI (2016-2020 e desde 2022) e acompanha de perto as questões de marketing. Sua candidatura aposta em destacar a marca olímpica, especialmente explorando novas formas de receita e recomendando uma reavaliação do programa de patrocínios internacional.
Kirsty Coventry, a estrela ascendente
Ex-nadadora de 41 anos, a zimbabuana Kirsty Coventry é a única mulher entre os candidatos. Ela tem um currículo olímpico impressionante (7 medalhas, 2 delas de ouro em 5 edições), uma experiência governamental como ministra do Esporte e uma ascensão estelar dentro do COI: desde sua entrada em 2013, presidiu a comissão de atletas, ocupa desde 2018 um cargo na comissão executiva, tem interesse em questões financeiras e de solidariedade olímpica, e lidera a comissão de coordenação dos Jogos Olímpicos de Brisbane-2032.
Feisal Al-Hussein, o príncipe jordaniano
Irmão do rei Abdullah II da Jordânia, Feisal Al-Hussein preside o Comitê Olímpico Jordano desde 2003 e é membro do COI desde 2010. Desde 2017, este ex-militar de 61 anos tem se dedicado a questões de prevenção de assédio e abuso no esporte, sendo o único a propor um plano de ação detalhado sobre esses temas, além de igualdade de gênero e inclusão.
Johan Eliasch, o empresário
Presidente da Federação Internacional de Esqui (FIS) desde 2021, o britânico-sueco de 62 anos dirige desde 1992 a empresa de equipamentos esportivos Head e acredita que "o COI deve ser gerido como uma empresa", adaptando seu modelo para uma "economia de atenção ferozmente competitiva".
Comprometido com questões ambientais dentro do partido conservador britânico, ele tem sido criticado por sua ação na FIS, já que a Copa do Mundo de Esqui Alpino atravessa o Atlântico duas vezes por temporada para as etapas americanas.
Morinari Watanabe e sua "ideia louca"
O presidente da Federação Internacional de Ginástica, o japonês de 65 anos, se distingue de seus rivais por seu programa, que é o mais preciso e radical. Ele destaca a proposta de organizar os Jogos Olímpicos de Verão simultaneamente em cinco cidades, uma por continente, com uma transmissão contínua via streaming.
M.O.Allen--AT