-
Sétimo suspeito detido por incidente perto de base militar britânica usada pelos EUA
-
Pela primeira vez desde 1945, extrema direita alemã conquista presidência de Parlamento regional
-
América Latina reduz ritmo de crescimento para 2,2% em 2026, diz Banco Mundial
-
Dívida de empresas de IA dispara e acelera alta das taxas de juros
-
Marco Rubio afirma que Islândia é um 'baluarte estratégico' para a segurança
-
Vencedor do Nobel de Medicina de 2026 espera lançar luz sobre o cérebro
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque a aeroporto de Riade e negam ter perdido território
-
Milhares de estudantes protestam de novo na França sob forte vigilância policial
-
Rússia nega ter ordenado restrições devido a suposto caso de peste pneumônica
-
Alex Bodi își continuă expansiunea: planuri pentru deschiderea unui showroom ALIX LASERS la București
-
Sánchez apresenta ao Congresso espanhol decretos de moradia com novas medidas
-
Francis Halzen ganha o Nobel de Física por descobrir neutrinos de origem cósmica
-
Ultradireitista Le Pen promete cortes drásticos para evitar inadimplência da França
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec, segundo resultados preliminares
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec (estimativas)
-
NFL suspende dois árbitros por incidentes com jogadores
-
Huthis anunciam ataque a aeroporto saudita
-
Trump faz aceno a Flávio Bolsonaro, que sai na frente contra Lula
-
Caras novas e velhos problemas para o Brasil de Ancelotti
-
Bolsa bate recorde após vitória de Flávio no primeiro turno
-
França de Zidane volta a vencer a Bélgica (4-1) na Liga das Nações
-
Itália de Mancini vence Turquia (3-1) na Liga das Nações e continua evoluindo
-
Argentina se despede de Messi em amistoso com ares de mudança de era
-
Milan perde Alexis Saelemaekers por lesão até 2027
-
Por que as pesquisas subestimaram mais uma vez a direita no Brasil
-
Iêmen lança represália contra houthis; Paquistão e Turquia apoiam sauditas
-
Rússia descarta caso de peste pneumônica após morte de técnica de laboratório
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após "ameaças"
-
Trump celebra vitória de Flávio mas prevê eleição disputada
-
Rubio chega à Islândia para reforçar controle americano sobre o Ártico
-
Modric espera apoio da torcida contra Espanha após humilhação diante da Inglaterra
-
TPI ordena a prisão de dois ministros talibãs por perseguição de gênero
-
Empresas de IA são incapazes de controlar seus modelos, alerta ex-pesquisador da OpenAI
-
Svitolina e Swiatek avançam às oitavas do WTA 1000 de Pequim
-
Alcaraz vence Munar de virada e vai enfrentar Leheck na final do ATP 500 de Tóquio
-
Medvedev é desclassificado em Pequim por acertar bolada em espectador e Djokovic vai à final
-
Esposa de Maduro tem 'problema muito delicado no coração'
-
Província canadense de Quebec vota com separatistas à frente nas pesquisas
-
Cinco mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Adolescente perde uma mão durante protestos estudantis na França
-
Ex-porta-voz de Trump Karoline Leavitt entra para a Fox News
-
Cifras sobre as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Estado da Geórgia, campo de batalha pelo acesso ao voto no EUA
-
Os principais temas que agitam as eleições de meio de mandato nos EUA
-
Trump e republicanos enfrentam desafio de pesquisas desfavoráveis a um mês das eleições
Governo dos EUA admite responsabilidade em colisão aérea que deixou 67 mortos
O governo dos Estados Unidos admitiu sua responsabilidade na colisão em pleno ar entre um helicóptero militar e um avião comercial nos arredores de Washington, que deixou 67 mortos no começo do ano, segundo um documento judicial apresentado nesta quarta-feira (17).
O documento de 209 páginas do Departamento de Justiça, ao qual a AFP teve acesso, fazia parte de um processo civil movido por familiares de um dos passageiros que morreram no avião contra o governo e as companhias aéreas comerciais que operavam a aeronave.
"Os Estados Unidos admitem que tinham um dever de cuidado em relação aos demandantes, o qual descumpriu, causando diretamente o acidente trágico", diz o documento.
O acidente ocorreu em 29 de janeiro, quando um avião da American Eagle procedente de Wichita, Kansas, aproximava-se da pista de pouso do Aeroporto Nacional Ronald Reagan. Nesse momento, um helicóptero militar Black Hawk operado pelo Exército americano se chocou com o avião, o que levou à queda das duas aeronaves no rio Potomac.
O desastre se tornou o acidente mais letal envolvendo um voo comercial americano em décadas, e levou a protocolos de segurança aérea mais estritos no aeroporto.
No documento judicial, o governo reconheceu que os riscos de segurança "de uma colisão em pleno ar não podem ser reduzidos a zero" no espaço aéreo fora do aeroporto Reagan. Também admitiu que os pilotos do Black Hawk falharam em "manter a vigilância necessária para avistar e evitar outras aeronaves, e sua falha foi uma causa real e direta do acidente".
O texto também menciona condutas indevidas de um controlador aéreo no aeroporto, ao apontar que elas "não cumpriram" as normas federais.
No começo do ano, uma investigação preliminar do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, sigla em inglês) apontou instrumentos defeituosos e problemas de comunicação como possíveis fatores que contribuíram para o acidente. A investigação completa, que pode levar até um ano, segue em andamento, e o relatório final ainda está pendente.
E.Flores--AT