-
China acelera indústria de robôs humanoides; ações da Unitree disparam em estreia na Bolsa
-
Proprietário de casa cercada por colonos israelenses na Cisjordânia pede ajuda aos Estados Unidos
-
Tenista australiano Nick Kyrgios é suspenso pelo consumo de cocaína
-
Coreia do Sul encurta exercícios militares com EUA após crítica de Trump
-
Incêndio em hotel de Calcutá deixa nove mortos
-
Palmeiras tem prova de fogo em Assunção contra o Cerro Porteño na Libertadores
-
Com tudo em aberto, Flamengo recebe Cruzeiro no jogo de volta das oitavas da Libertadores
-
Libéria vai receber até 1,2 mil deportados dos EUA
-
Sabalenka atropela Wang e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Fluminense vence Independiente Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores
-
Turquia nega denúncia israelense sobre envio de tropas à Síria
-
Medvedev é surpreendido por Nakashima em Cincinnati; João Fonseca sente incômodo e desiste
-
Angelique Kidjo é primeira cantora africana imortalizada na Calçada da Fama
-
Trump descarta diálogo com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Condição renal de Maradona deveria ter servido como sinal de alerta, diz médico, em depoimento
-
Nasa revela imagens de cratera deixada por foguete da SpaceX na Lua
-
Nakashima elimina Medvedev e vai às oitavas em Cincinnati
-
Lyon empata com Fenerbahçe (1-1) na ida do playoff de acesso à Champions
-
Musiala admite 'disfunção neurológica' após sofrer novo desmaio
-
Promotoria acusa Meta de viciar adolescentes
-
Sophie Adenot é primeira francesa a fazer caminhada fora da ISS
-
Infantino apertou o 'botão de autodestruição', diz chefe da Premier League
-
Terremoto na Colômbia causou prejuízo de US$ 9,6 bilhões
-
Taxas de crédito de longo prazo nos EUA atingem nível mais alto desde 2007 e custo do endividamento preocupa
-
Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
-
Meia belga Axel Witsel assina com o Nice
-
Simeone quer "construir uma equipe" em torno de Julián Álvarez
-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
-
Trump e Carney conversam antes da imposição de novas tarifas americanas sobre o Canadá
-
Piloto tailandês Alex Albon renova com a Williams para 2027
-
Presidente libanês irá a Roma para abordar futuro da força da ONU
-
Morte de Jason Arday reacende debate sobre diversidade em universidades britânicas
-
Agência da ONU diz ter encontrado 'toneladas de material nuclear' na Síria
-
Premiê britânico admite ter sido enganado por falsa colaboradora de Trump
-
Niclas Füllkrug retorna ao Werder Bremen por empréstimo
-
Tonga indica diplomata equatoriana como candidata a secretária-geral da ONU
-
Governo francês pede 'desculpas' por vazamento de dados fiscais
OCDE eleva previsões de crescimento de 2025 para EUA, China e zona do euro
Os protagonistas da economia mundial — Estados Unidos, China e zona do euro — registrarão um crescimento maior do que o previsto inicialmente em 2025, apesar do impacto das tarifas e das incertezas políticas, segundo as previsões atualizadas divulgadas nesta terça-feira (2) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A organização, no entanto, alerta sobre futuras "fragilidades" vinculadas a eventuais novas tarifas ou a uma generalização de restrições às exportações de produtos críticos, como terras raras.
"A economia mundial foi resiliente este ano, apesar dos temores de uma desaceleração mais acentuada devido ao aumento dos obstáculos ao comércio e à forte incerteza relacionada à ação pública", destaca o relatório.
Após um crescimento de 3,3% em 2024, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve registrar uma leve desaceleração, a 3,2% em 2025 e 2,9% em 2026, sem alterações na comparação com as previsões de setembro. Em 2027, o resultado deve crescer a 3,1%.
Entre os fatores de resistência, a OCDE cita a antecipação do aumento das tarifas, os investimentos relacionados à IA, a redução das taxas de juros por parte dos bancos centrais e as políticas fiscais de apoio à demanda.
Os Estados Unidos registram um avanço de 0,2 ponto na previsão de crescimento para 2025 e 2026, a 2% e 1,7% respectivamente, apesar da deterioração no mercado de trabalho, da inflação persistente e da "fragilidade temporária" do bloqueio orçamentário.
A maior economia mundial resiste melhor ao impacto das tarifas e ao retrocesso da imigração líquida, compensados por "investimentos muito importantes em software e equipamentos de processamento de informação, além do bom desempenho dos mercados de ações".
A zona do euro também melhora sua previsão para 1,3% em 2025 (+0,1 ponto em relação a setembro) e para 1% em 2026 (+0,2 ponto), embora com sua maior economia, a Alemanha, com um leve crescimento de 0,3% (sem mudanças) em 2025 e 1% em 2026 (-0,1 ponto).
Penalizada pela instabilidade política e orçamentária, a França deve registrar crescimento de 0,8% (+0,2 ponto) este ano, impulsionado pelas exportações aeronáuticas e pelos investimentos das empresas, e de 1% (+0,1 ponto) em 2026.
A organização com sede em Paris aponta que em muitas economias de mercado emergentes, "o crescimento do PIB também resistiu surpreendentemente bem", como na China, cuja previsão sobe para 5% (+0,1 ponto) em 2025 e permanece estável para 2026, a 4,4%.
O Brasil, maior economia da América Latina, deve crescer 2,4% (+0,1 ponto) em 2025, antes de uma desaceleração a 1,7% em 2026, consequência do impacto do aumento das taxas de juros nos investimentos, segundo o relatório.
H.Romero--AT