-
Libéria vai receber até 1,2 mil deportados dos EUA
-
Sabalenka atropela Wang e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Fluminense vence Independiente Rivadavia nos pênaltis e vai às quartas da Libertadores
-
Turquia nega denúncia israelense sobre envio de tropas à Síria
-
Medvedev é surpreendido por Nakashima em Cincinnati; João Fonseca sente incômodo e desiste
-
Angelique Kidjo é primeira cantora africana imortalizada na Calçada da Fama
-
Trump descarta diálogo com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Condição renal de Maradona deveria ter servido como sinal de alerta, diz médico, em depoimento
-
Nasa revela imagens de cratera deixada por foguete da SpaceX na Lua
-
Nakashima elimina Medvedev e vai às oitavas em Cincinnati
-
Lyon empata com Fenerbahçe (1-1) na ida do playoff de acesso à Champions
-
Musiala admite 'disfunção neurológica' após sofrer novo desmaio
-
Promotoria acusa Meta de viciar adolescentes
-
Sophie Adenot é primeira francesa a fazer caminhada fora da ISS
-
Infantino apertou o 'botão de autodestruição', diz chefe da Premier League
-
Terremoto na Colômbia causou prejuízo de US$ 9,6 bilhões
-
Taxas de crédito de longo prazo nos EUA atingem nível mais alto desde 2007 e custo do endividamento preocupa
-
Diplomata equatoriana entra na disputa pela secretaria-geral da ONU
-
Meia belga Axel Witsel assina com o Nice
-
Simeone quer "construir uma equipe" em torno de Julián Álvarez
-
Estudo mostra como punhado de espécies de árvores impulsiona recuperação da Amazônia
-
Corinthians anuncia renovação de Memphis Depay até julho de 2028
-
Novo tremor em Granada, na Espanha, deixa 3 feridos e leva a fechamento de Alhambra
-
Venus Williams e Sloane Stephens estão entre as convidadas para o US Open
-
Tottenham empresta goleiro Guglielmo Vicario à Juventus
-
Promotoria acusa a Meta de viciar adolescentes
-
Forlán fará estreia como técnico do Uruguai contra o Japão, em setembro
-
Barcelona dá grande golpe no mercado com a contratação de Rodri
-
EUA sanciona a presidente do TPI, a japonesa Tomoko Akane
-
Trump nega diálogo previsto com Irã e apresenta Ormuz como "novo território dos EUA"
-
Primárias nos EUA colocam à prova esperanças dos democratas em reduto trumpista
-
Barcelona anuncia oficialmente a contratação de Rodri até 2030
-
Santos não terá Neymar e Gabigol contra o Macará pela Sul-Americana
-
Ataque israelense deixa ao menos 6 mortos na Cidade de Gaza
-
Trump e Carney conversam antes da imposição de novas tarifas americanas sobre o Canadá
-
Piloto tailandês Alex Albon renova com a Williams para 2027
-
Presidente libanês irá a Roma para abordar futuro da força da ONU
-
Morte de Jason Arday reacende debate sobre diversidade em universidades britânicas
-
Agência da ONU diz ter encontrado 'toneladas de material nuclear' na Síria
-
Premiê britânico admite ter sido enganado por falsa colaboradora de Trump
-
Niclas Füllkrug retorna ao Werder Bremen por empréstimo
-
Tonga indica diplomata equatoriana como candidata a secretária-geral da ONU
-
Governo francês pede 'desculpas' por vazamento de dados fiscais
-
Patrick Vieira é o novo técnico da seleção do Senegal
-
Pescadores iranianos retornam ao Estreito de Ormuz, apesar da ameaça de guerra
-
Novo livro narra a vida da princesa Diana pelo olhar do irmão
-
Trump diz que não há negociações em curso ou agendadas com o Irã
-
Rede ABC processa governo Trump por ameaça a licenças
-
Harry Kane confirma que vai iniciar negociações para renovar com o Bayern
-
Trump votou por correio, apesar de criticar esse método
Trump alerta sobre paralisação do governo enquanto Casa Branca ameaça com demissões
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu nesta quinta-feira (25) que uma paralisação do governo se aproxima, enquanto a Casa Branca elevava a tensão em seu confronto com os democratas ao ameaçar com demissões em massa no setor federal.
O republicano se encontra em um tenso embate com os democratas no Congresso para alcançar um acordo que amplie os gastos públicos até o fim de novembro.
Se o confronto no Legislativo continuar, o governo federal ficará sem dinheiro para pagar os salários de funcionários não essenciais no fim de setembro, um fantasma que aparece repetidas vezes no cenário político americanos há anos.
"Pode ser, sim", disse Trump quando perguntado no Salão Oval se era provável uma paralisação do governo, conhecida como 'shutdown'. "Porque os democratas estão descontrolados, não sabem o que fazem".
Antes da declaração do presidente, a Casa Branca ordenou às agências governamentais que se preparassem para demissões caso os democratas não ampliassem os gastos.
O Escritório de Gestão e Orçamento da Casa Branca advertiu nesta quinta-feira, em um memorando interno, que a administração republicana iria além da prática habitual de licenças temporárias durante fechamentos anteriores.
Os republicanos têm maiorias apertadas na Câmara dos Representantes e no Senado.
A extensão dos gastos públicos já foi aprovada pela Câmara Baixa, mas no Senado a maioria republicana (53-47) precisa de sete votos democratas para aprovar a lei.
O memorando da Casa Branca, obtido pela AFP, adverte que "as agências devem aproveitar esta oportunidade para estudar o envio de avisos de Redução de Pessoal a todos os empregados".
O escritório ordena a todas as agências e departamentos que apresentem planos de redução de pessoal.
O termo "redução de pessoal" (RIF, na sigla em inglês) é o mesmo que o governo Trump utilizou durante suas demissões em grande escala sob o Departamento de Eficiência Governamental (Doge) do magnata Elon Musk no início deste ano.
Os democratas querem aproveitar este debate orçamentário para reinstaurar bilhões de dólares em gastos em setores como saúde pública e educação, algo que os republicanos consideram irreal.
Neste ano, os republicanos aprovaram a mega lei orçamentária (a "Lei grande e bela", como a chamou Trump), que cortava 2 trilhões de dólares (R$ R$ 10,6 trilhões, na cotação atual) em gastos públicos para os próximos dez anos.
- "Não seremos intimidados" -
"Não seremos intimidados pela sua ameaça de realizar demissões em massa", afirmou Jeffries no X, descrevendo o diretor do departamento orçamentário, Russ Vought, como um "operador político maligno".
"A administração Trump deixou clara sua intenção: querem continuar demitindo os servidores públicos que são trabalhadores contribuintes americanos", disse Jeffries.
As batalhas do governo em torno do 'shutdown' se tornaram frequentes na política americana sob administrações republicanas e democratas, já que Washington está cada polarizada.
Ambas as câmaras estão em recesso esta semana e os senadores retornarão na segunda-feira, enquanto corre o tempo para manter o financiamento federal após o fim do ano fiscal.
Os republicanos da Câmara dos Representantes advertiram na sexta-feira que seus membros não retornarão antes do prazo final de financiamento, obrigando o Senado a votar novamente e aceitar sua proposta ou enfrentar uma paralisação.
O projeto de lei, se aprovado, seria apenas uma solução temporária para financiar as agências federais até 21 de novembro.
O Congresso enfrentou um 'shutdown' pela última vez em março, mas os democratas no Senado, liderados pelo veterano Chuck Schumer, acabaram cedendo.
T.Sanchez--AT