-
'Fórmula E com esteroides', diz Verstappen sobre novos carros da F1
-
Ucraniano do skeleton recorre contra desclassificação olímpica no TAS
-
Polícia prende nove suspeitos de fraude milionária em ingressos do Louvre
-
Alpine seguirá na F1, mas deixará Mundial de Endurance no final do ano
-
México envia ajuda humanitária a Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Governo Trump encerra operação especial contra imigrantes em Minnesota
-
Iga Swiatek cai nas quartas de final do WTA 1000 de Doha
-
Desmatamento na Amazônia Legal segue em declínio
-
Mbappé não treina e é dúvida no Real Madrid contra Real Sociedad
-
Cresce conflito por portos do Canal do Panamá, Hutchison ameaça Maersk
-
Índia aprova compra de caças Rafale franceses
-
Enviado especial de Trump a Minneapolis anuncia fim de operação especial contra imigrantes irregulares
-
Lucas Pinheiro Braathen quer deixar sua marca dentro e fora das pistas de esqui
-
Muitos familiares de jihadistas desapareceram do campo sírio de Al-Hol
-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
-
Presidente israelense diz que antissemitismo na Austrália é 'assustador'
-
Líder norte-coreano consolida a filha como possível herdeira, afirma Seul
-
Reforma trabalhista de Milei avança no Senado em meio a protestos
-
Trump ordena que Pentágono compre eletricidade de centrais de carvão
-
Presidente de Taiwan adverte que ambições da China 'não vão parar' em caso de anexação da ilha
-
Diretor do Instagram rejeita noção de 'dependência clínica' das redes sociais
-
De Maduro a presos políticos: procurador aposta em 'pacificação real' da Venezuela com anistia
-
Nottingham Forest demite técnico Sean Dyche
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela antecipa fim de embargo petrolífero
-
EUA começará 'em algumas semanas' a pagar os bilhões que deve à ONU
-
Policiais rebelados suspendem protesto em cidade argentina
-
Venezuela pós-Maduro expulsa guerrilhas para Colômbia, diz ministro colombiano à AFP
-
Polícia identifica jovem de 18 anos como autora de massacre no Canadá
-
Real Sociedad vence Athletic Bilbao (1-0) e abre vantagem na semifinal da Copa do Rei
-
Messi sofre lesão muscular e Inter Miami adia amistoso em Porto Rico
-
Visita de secretário de Trump à Venezuela abre agenda de longo prazo com foco no petróleo
-
Bayern elimina Leipzig (2-0) e vai às semifinais da Copa da Alemanha
-
Manchester City vence Fulham (3-0) e coloca pressão sobre líder Arsenal
-
Trump se reúne com Netanyahu e insiste em continuar diálogo com Irã
-
Brasileiros ficam fora da final do snowboard halfpipe nos Jogos de Inverno
-
Protesto contra reforma trabalhista na Argentina deriva em confrontos em Buenos Aires
Copom mantém Selic em 15%
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) manteve, nesta quarta-feira (17), inalterada em 15% a taxa básica de juros Selic, em um esforço para conter a inflação, que tende a se moderar, mas segue acima da meta oficial.
"O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a. [ao ano]", informou o BCB em comunicado, uma decisão "compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante".
A Selic registrou sete aumentos consecutivos entre setembro de 2024 e junho de 2025, quando alcançou seu nível atual, o mais alto em quase 20 anos.
"O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária", acrescentou.
O comitê disse ainda que "seguirá vigilante" para avaliar se manter o nível atual da taxa de juros "por período bastante prolongado" é suficiente para fazer a inflação (5,13% interanual em agosto) se encaixar na meta de entre 1,5% e 4,5%.
Em julho, o Copom já havia optado por deixar a taxa em 15%, evocando também a necessidade de prudência diante da "incerteza" após as tarifas punitivas de 50% a produtos brasileiros anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Agora, o comitê mantém a postura, mesmo quando a inflação tem se moderado nos últimos meses.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem pedido que o Banco Central, um órgão autônomo, reduza a taxa para estimular a economia brasileira, que cresceu 0,4% no segundo trimestre.
Embora ajude a conter os preços, uma taxa alta encarece o crédito e desestimula o consumo e o investimento.
O Copom disse estar vigilante ao cenário internacional, em especial às decisões do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que nesta quarta-feira reduziu suas taxas de juros de referência pela primeira vez em 2025, em um quarto de ponto percentual, para 4-4,25%, e prevê dois cortes adicionais neste ano.
- Inflação moderada -
A inflação é uma variável sensível para o governo do presidente Lula, cuja popularidade tem sido afetada nos últimos meses em parte pelos preços dos alimentos.
O indicador situou-se em agosto em 5,13% interanual, com uma ligeira queda em relação aos 5,23% do mês anterior, que também havia mostrado uma leve redução.
No entanto, permaneceu pelo oitavo mês consecutivo fora da banda de tolerância oficial de 1,5% a 4,5%.
Segundo o governo, as tarifas de Trump, que afetam produtos como carne e café, poderiam aumentar a oferta de alimentos no mercado interno e moderar os preços.
O desemprego, por sua vez, caiu para 5,6% no trimestre de maio a junho, o mais baixo em 13 anos.
Especialistas e instituições financeiras consultados pela pesquisa Focus do BCB preveem que a inflação chegará a 4,83% em 2025 e que a taxa Selic se manterá em 15% até o fim do ano.
T.Wright--AT