-
Os grandes momentos de Messi pela seleção da Argentina
-
Messi se despede da Argentina com duas assistências e um gol na vitória sobre o Benin
-
Atriz Eva Marie Saint morre aos 102 anos nos EUA
-
Esquerda se agarra à esperança de virada de Lula
-
Trump diz que vai conversar com Putin, após suspeita de peste
-
Detenta que sobreviveu a execução fracassada nos EUA está consciente, dizem advogados
-
Trump não reembolsará aos contribuintes o dinheiro usado em anúncios de TV
-
Espanha vence Croácia com dois gols de Merino e vai às quartas da Liga das Nações
-
Kane comanda vitória da Inglaterra sobre República Tcheca na Liga das Nações
-
Oligarca russo diz que Trump Jr. devolveu dinheiro de gastos com seu casamento luxuoso
-
Paramount conclui compra da Warner Bros Discovery, dando origem à Skydance
-
Louis Vuitton encerra Semana de Moda de Paris com viagem ao futuro
-
CR7 pede desculpas por seu comportamento e abre as portas para retorno a Portugal
-
Messi faz último jogo pela Argentina em 'festa de agradecimento'
-
Emmy, o Oscar da televisão, migra para o streaming
-
Universidade de Cornell nomeia ex-vice-procuradora para revisar caso de estupro coletivo
-
Mais de duas mil pessoas protestam em Atenas contra visita de Marco Rubio
-
Tráfico, corrupção e pressão dos EUA: pontos-chave da prisão do procurador-geral na Bolívia
-
Uruguai goleia Índia em seu último amistoso nesta data Fifa
-
Uso de IA em trabalhos acadêmicos provoca debate nas universidades dos EUA
-
Líder independentista catalão Carles Puigdemont já pode retornar à Espanha
-
Israel derruba edifício em Jerusalém Oriental onde viviam dezenas de palestinos
-
Jannik Sinner, número 1 do tênis, encerra temporada devido a lesão no joelho
-
Alcaraz é campeão do ATP 500 de Tóquio, seu primeiro título após lesão no punho
-
Prefeito opositor voltará para a prisão após ser operado em hospital no Equador
-
Colonos israelenses agridem fotógrafo da AFP na Cisjordânia
-
Paramount Skydance conclui compra da Warner Bros Discovery
-
Governo francês nega 'repressão policial' em protestos estudantis
-
Aos 39 anos, Djokovic conquista 102º título da carreira no ATP 500 de Pequim
-
Shakira e Piqué discutem em tribunal de Barcelona regime de visitas dos filhos
-
Crise ameaça um dos maiores símbolos do socialismo em Cuba
-
Startup francesa Mistral anuncia seu maior modelo de IA para desafiar gigantes mundiais
-
Ucrânia instala redes em pontes de Kiev após ataques de drones russos
-
Sétimo suspeito detido por incidente perto de base militar britânica usada pelos EUA
-
Pela primeira vez desde 1945, extrema direita alemã conquista presidência de Parlamento regional
-
América Latina reduz ritmo de crescimento para 2,2% em 2026, diz Banco Mundial
-
Dívida de empresas de IA dispara e acelera alta das taxas de juros
-
Marco Rubio afirma que Islândia é um 'baluarte estratégico' para a segurança
-
Vencedor do Nobel de Medicina de 2026 espera lançar luz sobre o cérebro
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque a aeroporto de Riade e negam ter perdido território
-
Milhares de estudantes protestam de novo na França sob forte vigilância policial
-
Rússia nega ter ordenado restrições devido a suposto caso de peste pneumônica
-
Alex Bodi își continuă expansiunea: planuri pentru deschiderea unui showroom ALIX LASERS la București
-
Sánchez apresenta ao Congresso espanhol decretos de moradia com novas medidas
-
Francis Halzen ganha o Nobel de Física por descobrir neutrinos de origem cósmica
-
Ultradireitista Le Pen promete cortes drásticos para evitar inadimplência da França
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec
Pacientes da Alemanha recorrem a aplicativos de saúde e seguradoras cobrem os custos
Comprimidos e terapias? Não, obrigado. Cada vez mais médicos alemães estão receitando aplicativos de saúde aos seus pacientes, marcando uma tendência crescente em direção ao atendimento digital coberto pelas seguradoras.
Mona Noe, de 30 anos, é uma funcionária pública que sofre de síndrome do cólon irritável. Há muito tempo ela acompanha de perto sua dieta para reduzir as cólicas e a inflamação.
Ela diz que convenceu seu médico a prescrever um aplicativo especializado chamado Cara Care, onde recebe conselhos sobre bem-estar e mantém um diário que lhe permite identificar os alimentos que causam dor.
"É difícil fazer isso sozinha" sem ajuda, explica, enquanto prepara um refogado de legumes sem pimentões ou tomates, seguindo uma receita do aplicativo, em sua casa em Schleiden, no oeste da Alemanha.
"O aplicativo transformou a minha forma de cozinhar, me ajudando a evitar certos alimentos", acrescenta.
Os aplicativos que ajudam os pacientes a parar de fumar, combater a obesidade ou melhorar a saúde mental geralmente custam centenas de dólares por mês, mas as empresas de seguros alemãs ajudam a cobrir os custos.
O aplicativo que Noe usa é um dos 56 que atualmente são cobertos pelas seguradoras de saúde alemãs, e o país parece cada vez mais aberto à saúde digital como uma alternativa aos medicamentos e terapias.
- Cuidado médico 24/7 -
Estes aplicativos, conhecidos como "DiGA" na Alemanha, estão disponíveis mediante receita desde 2020, geralmente através de assinaturas renováveis a cada três meses.
Nos últimos cinco anos, foram emitidas mais de um milhão de receitas, segundo um estudo da associação de fornecedores de atenção médica digital SVDGV.
Quase 60% dos médicos na Alemanha prescreveram pelo menos um DiGA e o número de receitas aumentou em 85% em 2024, em comparação com o ano anterior.
Johannes Patze, um médico de Frankfurt, disse que prescreve os aplicativos "quase diariamente", sobretudo na área de saúde mental, um setor com longas listas de espera.
Os aplicativos oferecem aos pacientes um acompanhamento personalizado de seu estado de ânimo, consultas on-line com profissionais, sessões de meditação e notificações motivacionais.
O benefício, disse Patze, é que "estão disponíveis 24 horas por dia, sete dias por semana".
Mas eles têm um custo. Uma assinatura de três meses de um aplicativo de saúde custa em média 705 dólares (cerca de 3.750 reais). As seguradoras de saúde pagam mais de 276 milhões de dólares (cerca de 1,5 bilhão de reais) por assinaturas desde 2020.
- Custos menores a longo prazo -
No entanto, a Associação de Fundos de Seguro de Saúde Estatuários da Alemanha criticou os preços "excessivos" das DiGA e alerta que existem poucas evidências conclusivas que apoiem sua eficácia.
Porém, Patze disse à AFP que, com o passar dos anos, estas poderiam se tornar uma ferramenta adicional para reduzir os custos do atendimento médico.
A Alemanha gastou 386 bilhões de dólares (cerca de 2,053 trilhões de reais) em cuidados médicos em 2024, mais do que em anos anteriores, em parte devido a uma população que está envelhecendo.
"Os custos provavelmente serão menores a longo prazo, já que os pacientes recebem um melhor atendimento", opinou Patze.
Henrik Matthies, um consultor de saúde digital, concordou com o médico. "É um custo inicial (...), mas ajuda os pacientes a retornar mais cedo ao trabalho, aliviando a carga sobre o sistema de saúde", explicou.
O sucesso das DiGA se deve, em parte, a um processo de aprovação rápido e incomum em um país que frequentemente é alvo de críticas por sua burocracia tediosa.
Os desenvolvedores de aplicativos podem obter uma aprovação provisória para operar três meses após apresentar sua solicitação e, em seguida, têm um ano para demonstrar sua eficácia clínica.
Este rápido processo "foi um catalisador" para o sistema, segundo Matthies. Das 228 solicitações apresentadas nos últimos cinco anos, 43 receberam aprovação completa e 13 ainda estão sendo examinadas.
E.Flores--AT