-
Escritor holandês Cees Nooteboom morre aos 92 anos
-
Designer da Hello Kitty deixa o cargo após quatro décadas
-
Partido Nacionalista de Bangladesh reivindica vitória eleitoral; islamistas contestam
-
Japão apreende barco pesqueiro chinês e detém seu capitão
-
Manifestante iraniano acusado de matar policial corre risco de ser executado (ONG)
-
Presidente interina da Venezuela promete organizar eleições livres
-
México envia ajuda humanitária para Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Bloqueio energético dos EUA asfixia turismo em Cuba
-
Arsenal empata com Brentford e vantagem na liderança cai para 4 pontos
-
Atlético de Madrid goleia Barcelona (4-0) e fica perto da final da Copa do Rei
-
Juiz ordena que governo autorize retorno para os EUA de venezuelanos deportados para El Salvador
-
Venezuela adia aprovação de histórica lei de anistia
-
Ucrânia acusa Rússia de campanha de desinformação sobre seus atletas
-
Atlético-MG anuncia demissão de Jorge Sampaoli
-
Imagens de iranianas sem véu exibidas pela TV estatal incomodam críticos
-
Thomas Partey, ex-Arsenal, recebe nova acusação de estupro
-
Governo Trump encerra operação contra imigrantes em Minnesota
-
'Fórmula E com esteroides', diz Verstappen sobre novos carros da F1
-
Ucraniano do skeleton recorre contra desclassificação olímpica no TAS
-
Polícia prende nove suspeitos de fraude milionária em ingressos do Louvre
-
Alpine seguirá na F1, mas deixará Mundial de Endurance no final do ano
-
México envia ajuda humanitária a Cuba enquanto Chile e Rússia prometem assistência
-
Governo Trump encerra operação especial contra imigrantes em Minnesota
-
Iga Swiatek cai nas quartas de final do WTA 1000 de Doha
-
Desmatamento na Amazônia Legal segue em declínio
-
Mbappé não treina e é dúvida no Real Madrid contra Real Sociedad
-
Cresce conflito por portos do Canal do Panamá, Hutchison ameaça Maersk
-
Índia aprova compra de caças Rafale franceses
-
Enviado especial de Trump a Minneapolis anuncia fim de operação especial contra imigrantes irregulares
-
Lucas Pinheiro Braathen quer deixar sua marca dentro e fora das pistas de esqui
-
Muitos familiares de jihadistas desapareceram do campo sírio de Al-Hol
-
Operação policial busca desmantelar rede de fraude em ingressos do Louvre
-
Uefa se distancia da Fifa e não cogita readmissão da Rússia
-
Dono do Manchester United lamenta 'escolha de palavras' em declaração contra imigração
-
WhatsApp e Telegram enfrentam bloqueios e restrições na Rússia
-
Processo de Trump contra BBC por US$ 10 bilhões será julgado em fevereiro de 2027
-
Emissões chinesas de CO2 ficaram estáveis ou em leve queda em 2025, aponta análise
-
Preço dos ingressos para Copa do Mundo 2026 dispara no site de revenda da Fifa
-
Pedidos de casamento cinematográficos conquistam a cidade do amor
-
Thomas Tuchel renova contrato com seleção inglesa até Eurocopa 2028
-
Festival de Berlim inicia edição que busca defender a 'liberdade artística'
-
'Escolas deveriam ser seguras': canadenses lamentam vítimas de ataque a tiros
-
Bangladesh comparece às urnas um ano após revolta popular
-
Governo Trump se prepara para revogar texto-base das normas climáticas dos EUA
-
Venezuela antecipa aprovação de histórica lei de anistia
-
Atleta ucraniano é desclassificado dos Jogos Olímpicos por capacete com homenagem a mortos na guerra
-
Presidente israelense diz que antissemitismo na Austrália é 'assustador'
-
Líder norte-coreano consolida a filha como possível herdeira, afirma Seul
-
Reforma trabalhista de Milei avança no Senado em meio a protestos
-
Trump ordena que Pentágono compre eletricidade de centrais de carvão
Proibir redes sociais para menores, um quebra-cabeça difícil de resolver
A proposta de uma Comissão Parlamentar na França para proibir o uso das redes sociais por menores de 15 anos segue uma tendência mundial lançada pela Austrália, mas até agora não foi encontrada uma solução técnica infalível para implementá-la.
- Por que vários países querem impor esta proibição? -
O uso das redes sociais por parte de crianças e adolescentes tem gerado preocupação nos últimos anos, principalmente no que diz respeito ao tempo que passam em frente às telas e à falta de moderação nos conteúdos.
Segundo Lucile Coquelin, professora de Ciências da Informação e da Comunicação, existe um "risco considerável de exposição a conteúdos claramente inadequados para menores", como "comentários misóginos", "imagens violentas" e "discursos extremos".
Também aponta o risco de sua própria exposição "por meio de fotos, vídeos e informações de caráter pessoal" que depois podem ser usadas contra si.
Em junho, o presidente francês, Emmanuel Macron, já havia afirmado que queria proibi-las para menores de 15 anos devido a "uma epidemia de assédio nessas redes e ao desequilíbrio na relação entre meninos e meninas".
- Quais países proibiram as redes sociais para os mais jovens? -
A Austrália deu um passo importante no final de 2024 ao votar a proibição das redes sociais para os menores de 16 anos. Esta lei, que entrará em vigor em 10 de dezembro, oferece, no entanto, poucos detalhes sobre as suas modalidades de aplicação.
No final de julho, o Reino Unido implementou uma nova regulamentação que obriga aplicar controles rigorosos de idade em sites, redes sociais e plataformas de vídeo.
Na Noruega, o governo estabeleceu o objetivo de fixar a idade mínima de acesso em 15 anos, mas por enquanto não definiu um prazo limite nem um roteiro para sua aplicação.
Na França, uma lei aprovada em junho de 2023 estabeleceu uma "maioridade digital" aos 15 anos, mas nunca entrou em vigor devido às dúvidas sobre sua conformidade com a legislação europeia. Desde o início do ano, foi imposto aos sites pornográficos uma verificação rigorosa da idade dos internautas.
Na China, onde a internet é estritamente controlada, existem, desde 2021, medidas para restringir o acesso de menores, com a obrigação de se identificar através de um documento de identidade. Os menores de 14 anos não podem passar mais de 40 minutos por dia no Douyin, a versão chinesa do TikTok, e o tempo de jogo online para crianças e adolescentes está limitado.
- Dificuldades -
Para Olivier Ertzscheid, professor de Ciências da Informação na Universidade de Nantes (França), a aplicação desta medidas levanta essencialmente problemas de compatibilidade entre o direito e a técnica.
"Do ponto de vista jurídico, isto já existe: quando você registra em uma plataforma, pedem a sua idade", aponta. Mas para estabelecer um controle eficaz, "somos obrigados a abrir uma lacuna no âmbito do respeito à vida privada", comenta.
Alguns aplicativos, como a rede social francesa Yubo, recorrem à empresa britânica Yoti, que desenvolveu um sistema de avaliação de idade baseado em inteligência artificial a partir de uma imagem. Mas esse tipo de dispositivo é muito pouco comum.
A Comissão Europeia anunciou, em meados de julho, que disponibilizava para cinco países da UE, incluindo França e Espanha, uma ferramenta informática para a verificação da idade.
Vários aplicativos como o Tiktok já verificaram uma idade mínima em alguns casos, como para iniciar uma transmissão ao vivo ou comercializar serviços digitais, aponta Lucile Coquelin.
Mas a plataforma de vídeos curtos se recusa por enquanto a generalizar esta medida para todas as contas, já que, segundo declarou em sua audiência perante uma comissão parlamentar francesa em junho, "essa reflexão" deve ser feita "a nível de todas as plataformas".
M.Robinson--AT