-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
Premiê francês se defende em comissão para explicar o que sabia sobre violência em escola católica
O primeiro-ministro da França, François Bayrou, se defendeu nesta quarta-feira (14) perante uma comissão parlamentar que investiga a violência física e sexual cometida durante décadas em uma escola católica, em meio a acusações de que ele estava ciente disso durante seu período como ministro da Educação.
"Mantenho minha declaração. Não tenho nenhuma outra informação como ministro da Educação (...) e não me beneficiei de nenhuma informação privilegiada", respondeu o chefe de governo às perguntas da comissão.
Bayrou, um aliado próximo do presidente de centro-direita Emmanuel Macron, é acusado de mentir sobre o que sabia a respeito das agressões sexuais cometidas na escola Sagrado Coração de Jesus em Bétharram, no sudoeste da França.
Vários ex-alunos apresentaram quase 200 denúncias contra a equipe religiosa e leiga da escola por violência física, agressões sexuais e estupros supostamente cometidos durante décadas.
Após um ano de investigação, a Promotoria abriu um processo judicial e, em fevereiro, acusou e prendeu um vigilante do centro.
O caso afeta diretamente o premiê, já que vários de seus filhos estudaram nesta renomada instituição católica perto de Pau, cidade da qual ele continua sendo prefeito, e sua esposa deu aulas de catecismo na escola.
"Se minha presença como alvo político permitiu que esses fatos viessem à tona, este 'Me Too' da infância, então terá sido útil", afirmou ele.
Enfraquecido como primeiro-ministro por não ter uma maioria clara na Assembleia Nacional, Bayrou perdeu popularidade nas pesquisas desde que o escândalo veio à tona.
Em 2021, a Comissão Independente sobre os Abusos Sexuais na Igreja (Ciase) estimou que cerca de 216 mil menores foram vítimas de padres e religiosos na França entre 1950 e 2020, um número que sobe para 330 mil se forem contabilizados os funcionários de instituições religiosas.
A.Ruiz--AT