-
Mais de 70 vítimas de Al Fayed receberam 'indenização completa' da Harrods
-
OMS acredita que haverá mais casos de hantavírus por surto em cruzeiro
-
Valverde é levado para hospital após briga com Tchouaméni em treino do Real Madrid
-
EUA ressalta 'sólidos' vínculos com Vaticano após reunião 'amistosa' entre Rubio e papa
-
Democratas dos EUA pedem fim do silêncio sobre política nuclear de Israel
-
COI devolve hino e bandeira aos bielorrussos, mas não aos russos
-
Observadores eleitorais da UE estão 'muito preocupados' com violência na Colômbia
-
O luto silencioso dos filhos de migrantes senegaleses desaparecidos no mar
-
'O hantavírus não é como a covid', diz médica que trata de paciente nos Países Baixos
-
Empresa de tradução DeepL reduz quadro de pessoal para acelerar transformação em direção à IA
-
EUA ressalta 'sólidos' vínculos com Vaticano após reunião 'amistosa' de Rubio com o papa
-
Ilhas Canárias em alerta com chegada de navio com surto de hantavírus
-
Assassinato de adolescente a caminho da escola choca cidade francesa
-
Em busca da reeleição, Lula visita Trump para dissipar tensões
-
Os destaques do Festival de Cannes
-
Governo trabalhista enfrenta teste nas eleições locais britânicas
-
Os filmes na disputa pela Palma de Ouro do 79º Festival de Cannes
-
Festival de Cannes terá edição repleta de estrelas
-
Irã examina proposta mais recente dos Estados Unidos para acabar com a guerra
-
Navio com surto de hantavírus segue para a Espanha; pacientes são hospitalizados na Europa
-
Luiz Henrique: Após 24 anos de espera, Brasil tem a 'ambição de ganhar a Copa'
-
Cantora britânica Bonnie Tyler é hospitalizada em Portugal
-
Assassinato de adolescente a caminho da escola deixa cidade francesa em estado de choque
-
UE anuncia acordo para proibir IA que cria imagens sexuais falsas
-
Japão lança mísseis durante exercícios e irrita a China
-
Fluminense empata com Independiente Rivadavia no fim (1-1) em noite de recorde de Fábio
-
Corinthians arranca empate no fim (1-1) contra o Santa Fe na Libertadores
-
Seleção mexicana excluirá da Copa do Mundo jogadores que faltarem ao início do período de treinos
-
Juiz dos EUA divulga suposta nota de suicídio de Jeffrey Epstein
-
Sem Arrascaeta, Flamengo enfrenta Independiente Medellín na Libertadores
-
Primeiro contágio de hantavírus em cruzeiro não poderia ter ocorrido no navio ou em escala, segundo OMS
-
Rússia pede a diplomatas que evacuem Kiev diante de possível ataque
-
Anthropic utilizará centros de dados da SpaceX para sua IA
-
'Não levaram o problema suficientemente a sério', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus
-
PSG elimina Bayern e vai enfrentar Arsenal na final da Champions
-
Democratas acusam secretário de Comércio de Trump de encobrir caso Epstein
-
Trump considera 'muito possível' acordo de paz com Irã, mas mantém ameaças
-
Em um ano eleitoral difícil, Lula visita Trump em Washington
-
Trump vê possibilidade de acordo com Irã, mas mantém ameaças
-
Ex-presidente francês Sarkozy não precisará usar tornozeleira eletrônica novamente
-
Fora da Copa, mas com Sinner: tênis desafia reinado do futebol na Itália
-
Anistia Internacional designa dois líderes indígenas na Guatemala como 'prisioneiros de consciência'
-
Países asiáticos ainda não assinaram acordo para transmitir a Copa do Mundo
-
Fifa amplia punição do argentino Prestianni, que pode cumprir suspensão na Copa
-
Ted Turner, fundador e 'alma' da CNN, morre aos 87 anos
-
Neymar e Robinho Jr. fazem as pazes após briga em treino
-
Trump aumenta pressão para alcançar acordo de paz e ameaça Irã com novos bombardeios
-
Ted Turner, fundador da CNN, morre aos 87 anos
-
Navio de cruzeiro com surto de hantavírus vai atracar nas Canárias
-
Prêmio Princesa de Astúrias reconhece criatividade do Studio Ghibli
Trump pede ao presidente sírio que normalize relações com Israel após suspensão das sanções
Donald Trump se reuniu nesta quarta-feira (14) em Riade com o presidente sírio Ahmad al Sharaa, a quem pediu que normalize as relações com Israel, após a surpreendente iniciativa de suspender as sanções contra Damasco.
Al Sharaa tem um passado jihadista, foi detido em uma prisão americana no Iraque e, durante um período, comandou uma filial da Al-Qaeda na Síria. Ele tomou o poder em Damasco em dezembro do ano passado, como líder de uma coalizão de forças rebeldes que, em uma campanha relâmpago de 11 dias, derrubou o regime de Bashar al-Assad.
O encontro, descrito como breve e informal por Washington, demorou pouco mais de meia hora, informou a Casa Branca.
A reunião também teve a participação por chamada de vídeo do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, indicou a agência de imprensa oficial turca.
O príncipe herdeiro e governante de fato saudita, Mohamed bin Salman, também estava presente na reunião, segundo uma foto divulgada pela agência oficial de notícias de Riade, que mostra o aperto de mãos de Al Sharaa e Trump.
Na terça-feira, em seu primeiro dia em Riade, em uma jornada dominada pela economia, Trump anunciou de maneira surpreendente a suspensão das sanções americanas impostas à Síria pela repressão exercida pelo regime de Assad.
"Ordenarei o fim das sanções contra a Síria para dar a eles uma chance de grandeza", disse Trump em Riade.
O governo sírio recebe a notícia como um "ponto de inflexão fundamental" para o país, devastado por quase 14 anos de uma guerra civil que deixou meio milhão de mortos e milhões de deslocados.
A notícia foi celebrada em Damasco, onde uma multidão se reuniu na emblemática Praça dos Omíadas. "Esperamos que inicie uma nova era na Síria", declarou à AFP Ahmed Asma, de 34 anos.
O fim das sanções significa que "Washington aceitou as garantias da Arábia Saudita para legitimar a nova administração síria", afirmou Rabha Seif Allam, do Centro de Estudos Políticos e Estratégicos de Al Ahram, no Cairo.
"Permitirá à Síria receber o financiamento necessário para reativar a economia, impor a autoridade do estado central e lançar projetos de construção" com o apoio dos países do Golfo, acrescentou.
Na reunião, Trump pediu a Al Sharaa que normalize as relações com Israel, assuma o controle das prisões onde estão os integrantes do grupo extremista Estado Islâmico e expulse da Síria os "terroristas" palestinos.
O encontro foi recebido com dúvidas por Israel, aliado crucial dos Estados Unidos na região.
Israel, que ocupa uma parte do território sírio nas Colinas de Golã, bombardeia com frequência o território sírio, como já fazia durante o regime de Assad, e desconfia das novas autoridades islamistas de Damasco que buscam reconstruir o país.
O Ministério das Relações Exteriores da Síria citou um encontro "histórico", mas não mencionou uma possível normalização da relação com Israel.
O próprio Trump disse que as sanções impostas na era Assad foram "realmente devastadoras" para a economia síria. "De qualquer maneira, não será fácil, então isso lhes dá uma boa oportunidade" de levantar novamente, destacou o presidente americano.
O presidente dos Estados Unidos também se reunirá com outros líderes dos países do Golfo em sua viagem, que também inclui Catar e Emirados Árabes Unidos.
Países como Arábia, Emirados Árabes Unidos, Catar e Omã estão em plena transformação econômica, o que abre oportunidades de negócios para as empresas americanas, e alcançaram um peso diplomático que vai além da região do Golfo.
- Diplomacia e negócios -
As conversas de Trump durante a viagem incluirão vários temas, incluindo as negociações dos Estados Unidos com o Irã pelo programa nuclear de Teerã, a guerra na Faixa de Gaza e as atividades dos rebeldes huthis do Iêmen.
Mas Trump visita a região principalmente para assinar grandes acordos econômicos.
O príncipe Mohamed bin Salman prometeu investimentos sauditas de até 600 bilhões de dólares (3,36 trilhões de reais) nos Estados Unidos, em grandes contratos de armamento ou projetos ligados à Inteligência Artificial e energia.
Depois de visitar a Arábia Saudita, Trump chegou nesta quarta-feira ao Catar, uma etapa que pode ser mais incômoda para o presidente.
O motivo é um Boeing 747-8 oferecido a Trump pela família real do Catar para substituir, ao menos provisoriamente, o avião presidencial Air Force One. Analistas calculam que a aeronave vale 400 milhões de dólares (2,2 trilhões de reais) e Trump argumenta que é apenas um "presente temporário".
Mas a oposição democrata nos Estados Unidos critica a aceitação do "maior suborno estrangeiro da história recente" e pretende adiar algumas nomeações presidenciais no Senado.
Além das suspeitas de corrupção que o presente levanta, a oferta do Catar gera perguntas sobre a segurança da aeronave que transportará o presidente da maior economia mundial.
M.White--AT