-
Costa-riquenha Rebeca Grynspan volta a liderar disputa para chefiar a ONU
-
Kast volta atrás em reforma de segurança com pouco apoio no Chile
-
Arábia Saudita diz que ataques reivindicados por houthis contra aeroportos mataram 3 pessoas
-
Espanha se consolida no topo do ranking da Fifa; Brasil cai para 6º
-
Morre octogenária cujo despejo inspirou a mobilização pró-moradia na Espanha
-
"Bolsonaro nunca mais": milhares vão às ruas antes do segundo turno eleitoral
-
Técnico do Southampton escapa de punição maior pelo caso 'Spygate'
-
Jeremy Allen White enfrenta ambição 'assustadora' das redes sociais em 'O Outro Lado das Redes'
-
EUA, China e UE: três caminhos para regular a IA
-
Rubio pede à Europa para "despertar de sua longa letargia"
-
Piloto da F1 Valtteri Bottas percorre mais de 400 km entre Sepang e Singapura
-
Trump quer transformar um de seus complexos de golfe em residência presidencial
-
Várias crianças entre as vítimas de intensos ataques russos na Ucrânia
-
Negócio do carvão cresce na Austrália apesar de seus compromissos climáticos
-
Diretora da COP30 em Belém acusa EUA de travar políticas climáticas de outros países
-
Interpol apreende mais de 1.000 animais traficados ilegalmente na América Latina
-
Houthis reivindicam mais ataques contra o aeroporto de Riade
-
Coco Gauff denuncia mensagens racistas após eliminação no WTA 1000 de Pequim
-
Arsenal aposta na estabilidade com renovação de Arteta até 2030
-
Rússia descarta riscos de epidemia por peste
-
ONU: maioria das crianças migrantes que chegaram à Europa em 2025 viajou sozinha
-
Campeão do mundo pela Espanha em 2010, atacante Pedro anuncia aposentadoria do futebol
-
George Russell é punido com perda de pelo menos 10 posições no grid do GP de Singapura
-
FMI está disposto a atuar nas consequências do El Niño
-
Falhas de segurança pesam sobre Netanyahu em reta final de campanha em Israel
-
Habitantes demonstram pouca preocupação com peste na cidade russa de Irkutsk
-
Nobel de Física Francis Halzen foi um pioneiro no uso da IA
-
Gana apresentará solicitação para aderir ao Brics
-
Nobel de Química premia descoberta fundamental para fabricar medicamentos
-
Cerca de vinte mortos na Ucrânia após bombardeios russos
-
EUA proíbe álcool e decreta toque de recolher para soldados no Japão após assassinato
-
Nobel de Química premia processo que facilita fabricação de fármacos
-
OMS alerta contra tratamentos para obesidade em menores de 10 anos
-
EUA cobra da Rússia mais informações sobre suspeita de peste
-
Diretora do FMI alerta para desigualdades induzidas pela IA e pede cooperação
-
França suspende o uso de granadas de efeito moral em protestos estudantis
-
Israel relembra as vítimas de 7 de outubro antes das eleições
-
"Não haverá nada igual em campo", diz Scaloni sobre Messi
-
"Foi um orgulho muito grande para mim defender esta camisa", diz Messi
-
Os grandes momentos de Messi pela seleção da Argentina
-
Messi se despede da Argentina com duas assistências e um gol na vitória sobre o Benin
-
Atriz Eva Marie Saint morre aos 102 anos nos EUA
-
Esquerda se agarra à esperança de virada de Lula
-
Trump diz que vai conversar com Putin, após suspeita de peste
-
Detenta que sobreviveu a execução fracassada nos EUA está consciente, dizem advogados
-
Trump não reembolsará aos contribuintes o dinheiro usado em anúncios de TV
-
Espanha vence Croácia com dois gols de Merino e vai às quartas da Liga das Nações
-
Kane comanda vitória da Inglaterra sobre República Tcheca na Liga das Nações
-
Oligarca russo diz que Trump Jr. devolveu dinheiro de gastos com seu casamento luxuoso
-
Paramount conclui compra da Warner Bros Discovery, dando origem à Skydance
Bill Gates acelera doação de sua fortuna e critica cortes de ajuda dos EUA
Bill Gates anunciou, nesta quinta-feira (8), que doará grande parte da fortuna que lhe resta à sua fundação filantrópica, que tem como meta gastar "mais de 200 bilhões de dólares [R$ 1,1 trilhão]" até 2045, data que será fechada definitivamente.
"Minha fortuna será reduzida em 99% nos próximos 20 anos", explicou o bilionário, de 69 anos, em uma carta aberta sobre a Fundação Gates, na qual também se referiu ao corte da ajuda internacional por parte dos Estados Unidos.
"As pessoas vão dizer muitas coisas quando eu morrer", continuou, "mas estou decidido que 'morreu rico' não será uma delas".
No início de fevereiro, Gates declarou à BBC que já havia doado mais de 100 bilhões de dólares (R$ 568,5 bilhões) para organizações de caridade, incluindo 60 bilhões de dólares (R$ 341,1 bilhões) para sua própria fundação.
Segundo a revista Forbes, o resto de sua fortuna é de cerca de 113 bilhões de dólares (R$ 642,4 bilhões).
"Muitas coisas podem acontecer em 20 anos. Quero garantir que o mundo avance durante esse tempo", argumentou o cofundador da Microsoft e filantropo em sua carta.
Desde sua criação no ano 2000, a fundação se tornou um dos principais atores na luta contra a pobreza e as doenças no mundo.
Em 25 anos, destinou cerca de 100 bilhões de dólares em ajuda, afirmou seu diretor geral, Mark Suzman, à AFP.
O anúncio de Gates chega em um momento em que a administração Trump reduziu drasticamente o alcance da agência de ajuda internacional USAID, que tinha um orçamento de 44 bilhões de dólares (R$ 250,1 bilhões) em 2024.
Em uma entrevista ao The New York Times, Gates culpou Elon Musk, colocado por Donald Trump à frente de uma comissão para a eficiência governamental (Doge), pelo desmantelamento da USAID.
"O homem mais rico do mundo vai estar implicado na morte de algumas das crianças mais pobres do mundo", afirmou o empresário, argumentando que a diminuição da ajuda americana provocaria um aumento da mortalidade infantil.
- "Erradicar a pólio" -
"É importante demonstrar que seremos um vetor de estabilidade, continuidade e previsibilidade" durante os próximos 20 anos, enfatizou Suzman.
"Sempre se planejou que esta fundação não seria para sempre", lembrou sobre o prazo fixado em 2045.
A instituição de caridade foi criada por Bill Gates, sua ex-mulher Melinda French Gates e o empresário Warren Buffett, chefe do conglomerado de investimentos Berkshire Hathaway.
Antes conhecida como Fundação Bill e Melinda Gates, passou a se chamar Fundação Gates em 2024, quando Melinda deixou de fazer parte, três anos após o divórcio do casal.
A fundação ajuda a financiar a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Iniciativa Mundial para a Erradicação da Poliomelite (GPEI) e a Aliança para as Vacinas (Gavi).
No final de 2024, os ativos líquidos da Fundação Gates ascendiam a 71,3 bilhões de dólares (R$ 405,3 bilhões). Para 2025, o orçamento foi fixado em 8,7 bilhões de dólares (R$ 49,4 bilhões).
Em linha com o trabalho realizado durante seu primeiro quarto de século, Bill Gates estabeleceu três prioridades para seus últimos vinte anos de vida.
Se concentrará na luta contra a mortalidade infantil, as doenças infecciosas- principalmente poliomelite, dracunculíase, sarampo e malária- e os projetos educativos.
"Temos esperança de erradicar a pólio e até mesmo, a malária", disse Suzman. Também mencionou "controlar o HIV e a tuberculose".
Em sua carta, Gates homenageou Warren Buffett, que "segue sendo o maior modelo de generosidade".
"Espero que outras pessoas ricas percebam o quanto podem melhorar a sorte das pessoas mais pobres do mundo aumentando suas doações", afirmou.
Th.Gonzalez--AT