-
Sommer e Acerbi deixam a Inter de Milão
-
Russos e bielorrusos são autorizados a competir sob status neutro na patinação
-
Lateral-esquerdo Caio Henrique assina com o Ajax
-
Polícia busca autor de atentado a bomba em Mônaco que feriu oligarca ucraniano
-
Operações de resgate prosseguem na Venezuela entre alertas de escassez e doenças
-
Emissários americanos chegam ao Catar para discussões com mediadores sobre o Irã
-
Papa faz último apelo à Fraternidade São Pio X para evitar cisma
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos com abertura de porto
-
Mais de um milhão de migrantes solicitaram regularizar sua situação na Espanha
-
Emissário americano viaja ao Catar para possíveis encontros com o Irã
-
Taiwan investiga empresas por suposto contrabando de chips para a China
-
Vitória da seleção do Marrocos provoca alegria e detenções em Haia
-
Mais de 58.000 edifícios danificados ou destruídos por terremotos na Venezuela
-
"Mostramos grande força mental", diz Hakimi após vitória do Marrocos
-
Van Dijk diz que eliminação da Copa do Mundo é o momento mais difícil para um jogador
-
Entre sangue, lágrimas e pênaltis, Marrocos vence Países Baixos e vai às oitavas da Copa
-
Marrocos vence Países Baixos nos pênaltis e vai às oitavas da Copa
-
"Mais um pesadelo": imprensa alemã detona 'Mannschaft' após eliminação na Copa
-
Explosão de 'pacote-bomba' deixa oligarca ucraniano e mais dois feridos em Mônaco
-
Estádio Azteca lotado será "o grande diferencial" a favor do México, diz técnico Aguirre
-
Argentina começa a se preparar para o mata-mata da Copa no calor de Kansas City
-
Diretor americano é condenado à prisão por fraude contra Netflix
-
EUA acelera ajuda à Venezuela após terremotos
-
Presidente do Paraguai decreta feriado nacional após vitória sobre a Alemanha
-
Técnico Julian Nagelsmann descarta pedir demissão após eliminação da Alemanha
-
Técnico do Paraguai comemora "partida extraordinária" contra a Alemanha
-
Arquidiocese de São Francisco fecha acordo com vítimas de abusos sexuais
-
Keiko Fujimori é eleita presidente e devolve poder à direita no Peru
-
Goleiro do Paraguai comemora "privilégio" de eliminar a Alemanha da Copa do Mundo
-
Oligarca ucraniano e mais duas pessoas ficam feridas em explosão em Mônaco
-
Paraguai elimina Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas da Copa
-
Com renovação à vista, Scaloni completará 100 jogos à frente da Argentina contra Cabo Verde
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru
-
Alerta de calor extremo em Kansas City é emitido antes de Colômbia x Gana
-
Retorno da seleção iraniana é adiado para terça-feira
-
Keiko Fujimori, herdeira de um sobrenome que divide os peruanos
-
Djokovic sofre, mas vence em sua estreia em Wimbledon
-
Chicago Fire, da MLS, anuncia contratação de Lewandowski
-
Argentino Nico Paz seguirá no Como após acordo com Real Madrid
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos
-
Mirra Andreeva, atual campeã de Roland Garros, vence em sua estreia em Wimbledon
-
Embalada, França estreia no mata-mata da Copa contra Suécia
-
Mercosul dá forte apoio a governo da Bolívia
-
'Não tenho nem palavras', diz Martinelli após gol decisivo
-
Brasil vence Japão de virada (2-1) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Homem armado mata seis pessoas em abrigo para mulheres na Alemanha
-
Noruega e Costa do Marfim se enfrentam em busca de vaga nas oitavas da Copa
-
Coco Gauff vence em Wimbledon sua 1ª partida na grama em dois anos
-
Onda de calor que assola a Europa bate recorde na Eslováquia e põe Ucrânia à prova
-
EUA busca acelerar envio de ajuda à Venezuela; mortos em terremotos passam de 1.700
Tarifas alfandegárias, a arma econômica versátil de Trump
Principal instrumento de sua política econômica desde que retornou à Casa Branca, Donald Trump tem usado amplamente as tarifas alfandegárias nestes dois primeiros meses de governo, um mecanismo que ele ameaça intensificar.
- Quais medidas foram adotadas até agora? -
A primeira coisa que Trump anunciou foi a aplicação de tarifas de 25% sobre todos os produtos mexicanos e canadenses que entrassem nos Estados Unidos.
Enquanto isso, os produtos chineses estavam sujeitos a tarifas adicionais de 20%.
A Casa Branca justificou as medidas argumentando que os três países não fazem o suficiente para combater o tráfico de fentanil, um opioide que causou uma grave crise de saúde nos Estados Unidos.
No entanto, Trump excluiu imediatamente os produtos do México e do Canadá abrangidos pelo Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), que ele mesmo negociou durante seu primeiro mandato.
Não houve nenhuma suspensão a favor das importações da China.
Outra medida emblemática foi a imposição de tarifas de 25% às importações de aço e alumínio, independentemente de sua origem. Neste caso, trata-se de uma decisão protecionista em favor deste setor da indústria americana, considerado estratégico.
Os impostos sobre aço e alumínio são adicionados às tarifas já em vigor. Portanto, se o produto for da China, o valor aumenta rapidamente e o produto é taxado em 45% a mais do que antes da segunda presidência de Trump.
A partir de 2 de abril, os automóveis e as peças automotivas que entrarem nos Estados Unidos também estarão sujeitos a tarifas de 25%.
Os anúncios mais recentes afetam países que compram petróleo e gás da Venezuela, que podem enfrentar tarifas adicionais de 25% sobre suas exportações para os Estados Unidos. O petróleo venezuelano é vendido principalmente para a China, mas também para a Índia e... Estados Unidos.
O governo Trump considera impor tarifas a outros setores, como madeira e couro. Produtos farmacêuticos e semicondutores também estão na mira.
- Próxima etapa: tarifas "recíprocas" -
Descritas por Trump como o "Dia da Libertação", as tarifas "recíprocas" devem ser anunciadas em 2 de abril. A ideia é impor taxas alfandegárias equivalentes às aplicadas por cada país aos produtos americanos.
Espera-se que Washington tenha como alvo os países com exportações significativas para os Estados Unidos ou aqueles que a Casa Branca acusa de "fechar" seus mercados para os produtos americanos por meio de regulamentações restritivas.
- Como os Estados reagiram? -
As reações foram variadas.
Após o anúncio das tarifas de 25% sobre os produtos canadenses, além dos impostos sobre aço e alumínio, Ottawa respondeu com taxas sobre as importações dos Estados Unidos por bilhões de dólares.
O México, por outro lado, tem sido cauteloso ao anunciar sua resposta, favorecendo a busca de um "tratamento preferencial" do governo americano.
Na Europa, a iminência das tarifas "recíprocas" desencadeou a ameaça de cobrança de impostos sobre cerca de 28 bilhões de dólares (161 bilhões de reais) em produtos dos EUA, incluindo o uísque. Em resposta, Trump prometeu impostos de 200% sobre o vinho europeu e outras bebidas alcoólicas.
Até agora, o principal alvo da guerra comercial de Trump é a China, que até o momento respondeu com tarifas de 15% sobre uma série de produtos americanos, especialmente produtos agrícolas.
M.O.Allen--AT