-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
Deputados alemães rejeitam projeto de lei apoiado pelo extrema direita
Os deputados alemães rejeitaram nesta sexta-feira (31), por uma margem muito estreita, um projeto de lei apresentado pelos conservadores com o apoio da extrema direita para restringir a imigração, em meio a uma acirrada campanha eleitoral.
Os parlamentares rejeitaram o texto com 350 votos contrários (338 a favor), depois de o exame do projeto de lei do partido democrata-cristão CDU ter se iniciado com várias horas de atraso.
O chefe de governo alemão, o social-democrata Olaf Scholz, alertou para o risco de que essas duas formações -- os conservadores da CDU e o partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) -- se unam para governar o país após as eleições de 23 de fevereiro.
Os conservadores afirmam que não buscam uma aliança de governo, mas apenas promover suas ideias para limitar a imigração.
"Vocês não acreditam seriamente que estamos estendendo a mão para um partido [a AfD] que quer nos destruir", afirmou Friedrich Merz, candidato conservador ao governo.
A situação causou um terremoto político na Alemanha, onde os partidos políticos haviam mantido até agora um "cordão sanitário" contra a extrema direita, rejeitando qualquer cooperação a nível nacional.
A proposta de lei da CDU rejeitada nesta sexta-feira buscava restringir o reagrupamento familiar e facilitar a detenção de estrangeiros sem documentos na fronteira.
Na quarta-feira, os conservadores, favoritos nas pesquisas para as eleições de fevereiro, causaram alvoroço ao aprovar, com os votos do AfD, um texto não vinculante sobre imigração que proibia a entrada de todos os estrangeiros sem documentação na Alemanha, incluindo os solicitantes de asilo.
O AfD, partido anti-imigração e nacionalista, conta com mais de 20% das intenções de voto, o dobro em relação às eleições de 2021, segundo as pesquisas. A formação de extrema direita está atrás dos conservadores, que têm cerca de 30%.
R.Chavez--AT