-
Anne Carson, a poetisa canadense que moderniza a Antiguidade
-
Embaixadora dos EUA na Grécia pediu US$ 100.000 a um doador de Trump (WSJ)
-
Nobel premia a obra 'audaciosa' da poetisa canadense Anne Carson
-
Governo francês receberá organizações estudantis em novo dia de protestos
-
Bombardeio russo contra ônibus mata pelo menos 30 pessoas no leste da Ucrânia
-
Sobrevivente de tentativa de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados
-
EUA vai apresentar acusações de tortura contra Maduro (CNN)
-
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de ginástica artística
-
'Bolsonaro nunca mais': milhares de pessoas vão às ruas antes do segundo turno
-
Ambientalistas dizem que plano para reativar mina no Panamá busca enganar o país
-
Cinco crianças entre as 28 vítimas fatais de ataques russos na Ucrânia
-
Sobrevivente de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados antes de despertar
-
Premier francês nega que polícia tenha recebido ordens para confrontar estudantes
-
Rússia alerta para informações "falsas" após relatos de segundo caso de peste
-
Infantino tem, por enquanto, caminho livre para reeleição na Fifa
-
Lula, o presidente analógico, se rende ao vídeo selfie para atrair eleitores
-
Messi e o dia seguinte: 'Já sinto falta de vestir a celeste e branca'
-
Costa-riquenha Rebeca Grynspan volta a liderar disputa para chefiar a ONU
-
Kast volta atrás em reforma de segurança com pouco apoio no Chile
-
Arábia Saudita diz que ataques reivindicados por houthis contra aeroportos mataram 3 pessoas
-
Espanha se consolida no topo do ranking da Fifa; Brasil cai para 6º
-
Morre octogenária cujo despejo inspirou a mobilização pró-moradia na Espanha
-
"Bolsonaro nunca mais": milhares vão às ruas antes do segundo turno eleitoral
-
Técnico do Southampton escapa de punição maior pelo caso 'Spygate'
-
Jeremy Allen White enfrenta ambição 'assustadora' das redes sociais em 'O Outro Lado das Redes'
-
EUA, China e UE: três caminhos para regular a IA
-
Rubio pede à Europa para "despertar de sua longa letargia"
-
Piloto da F1 Valtteri Bottas percorre mais de 400 km entre Sepang e Singapura
-
Trump quer transformar um de seus complexos de golfe em residência presidencial
-
Várias crianças entre as vítimas de intensos ataques russos na Ucrânia
-
Negócio do carvão cresce na Austrália apesar de seus compromissos climáticos
-
Diretora da COP30 em Belém acusa EUA de travar políticas climáticas de outros países
-
Interpol apreende mais de 1.000 animais traficados ilegalmente na América Latina
-
Houthis reivindicam mais ataques contra o aeroporto de Riade
-
Coco Gauff denuncia mensagens racistas após eliminação no WTA 1000 de Pequim
-
Arsenal aposta na estabilidade com renovação de Arteta até 2030
-
Rússia descarta riscos de epidemia por peste
-
ONU: maioria das crianças migrantes que chegaram à Europa em 2025 viajou sozinha
-
Campeão do mundo pela Espanha em 2010, atacante Pedro anuncia aposentadoria do futebol
-
George Russell é punido com perda de pelo menos 10 posições no grid do GP de Singapura
-
FMI está disposto a atuar nas consequências do El Niño
-
Falhas de segurança pesam sobre Netanyahu em reta final de campanha em Israel
Trump quer enviar imigrantes em situação irregular para Guantánamo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (29) que quer que a prisão militar de Guantánamo, normalmente reservada para acusados de terrorismo, esteja preparada para receber até 30 mil imigrantes em situação irregular.
"Vou assinar hoje um decreto ordenando os Departamentos de Defesa e Segurança Interna para que comecem a preparar as instalações para 30 mil imigrantes na baía de Guantánamo", afirmou. Trump acrescentou que seriam "criminosos" em situação irregular.
Alguns desses imigrantes "são tão maus que nem confiamos nos países para mantê-los presos, porque não queremos que eles voltem", disse Trump. A medida "duplicaria nossa capacidade de imediato" para reter os imigrantes, acrescentou Trump, que descreveu Guantánamo como um "lugar de onde é difícil sair".
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou o projeto de Trump: "Em um ato de brutalidade, o novo governo dos Estados Unidos anuncia a prisão de milhares de imigrantes que expulsa à força na Base Naval de Guantánamo, localizada em território cubano ocupado ilegalmente", publicou no X, ressaltando que eles seriam instalados "junto aos conhecidos cárceres de tortura e prisão ilegal".
O chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez, acrescentou que a decisão "mostra desprezo pela condição humana e pelo Direito Internacional".
Durante a campanha presidencial, Donald Trump denunciou "uma invasão" de imigrantes, os quais acusa de "envenenar o sangue" dos Estados Unidos e provocar uma onda de criminalidade, o que não é comprovado por nenhuma estatística oficial.
A prisão da baía de Guantánamo foi inaugurada em 2002, dentro de uma base militar americana em Cuba, como parte da "guerra contra o terrorismo" declarada pelo ex-presidente George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001.
Centenas de prisioneiros passaram por ali, incluídos alguns integrantes da Al Qaeda. É polêmica por suas condições extremas de detenção e pelo uso de tortura.
Em setembro do ano passado, o New York Times obteve documentos oficiais que mostram que a base militar de Guantánamo também foi utilizada por décadas como cárcere para alguns migrantes interceptados no mar.
Segundo a publicação, os migrantes e os presos acusados de terrorismo ficam em áreas distintas do centro penitenciário.
Algumas associações denunciam o tratamento que eles recebem, com base em depoimentos que garantem que os migrantes são vigiados quando telefonam para um advogado, são obrigados a colocar óculos escuros durante o transporte e que as instalações estão cheias de ratos devido às condições deploráveis de higiene.
M.White--AT