-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
-
Trump adia ataques contra o Irã após conversas 'muito boas' com Teerã, que nega negociações
-
Sobreviventes da ditadura argentina recordam o horror após 50 anos do golpe
-
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
-
Antes da Copa do Mundo, pioneiras do futebol no México buscam driblar o esquecimento
-
Dois mortos em colisão de avião e veículo no aeroporto LaGuardia de Nova York
-
Ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin morre aos 88 anos
-
Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã
-
Cuba restabelece serviço de energia elétrica após segundo apagão em uma semana
-
Israel lança ataques contra Teerã; Irã ameaça instalações de energia do Golfo
-
Com 2 de Vini, Real Madrid vence clássico contra o Atlético; Barça segue líder isolado
-
Líder Inter cede empate com Fiorentina; Como emenda 5ª vitória seguida
-
Carlos Alcaraz é eliminado na 3ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Esquerda mantém Paris e Marselha em eleições municipais acirradas a um ano das presidenciais
-
Israel prevê 'várias semanas de combates' contra Irã e Hezbollah
-
Olympique de Marselha perde em casa para o Lille com gol de Giroud
-
Israel 'intensificará' operações terrestres no Líbano após atacar ponte-chave
-
Fechadas sessões eleitorais na França, resultado incerto em Paris
-
Manchester City derrota Arsenal (2-0) e é campeão da Copa da Liga Inglesa
-
Colonos israelenses incendiam edifícios e carros na Cisjordânia Ocupada
-
Botafogo demite técnico argentino Martín Anselmi
-
'Conselho de Comércio' EUA-China pode estreitar laços, mas preocupar o mercado
-
Dimitri Payet anuncia aposentadoria do futebol
-
Cuba se prepara para 'possível ataque' dos EUA
-
Aston Villa vence West Ham e se consolida no G4; Tottenham segue em queda livre
-
Trump ordena envio de agentes do ICE para aeroportos em meio a paralisação orçamentária
-
Irã ameaça atacar infraestruturas energéticas após ultimato de Trump
-
Barcelona vence Rayo Vallecano e abre 7 pontos do Real Madrid antes de clássico com Atlético
-
Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo técnico
-
O bloqueio do Estreito de Ormuz em números
-
França realiza segundo turno de disputadas eleições municipais
-
Itália vota em referendo uma controversa reforma judiciária
-
Primeiro-ministro chinês promete expandir o 'bolo' do comércio mundial
-
Show do BTS reuniu mais de 100 mil pessoas na capital sul-coreana
-
PSG goleia Nice e recupera liderança do Campeonato Francês
-
Liverpool e Chelsea perdem e abrem caminho para Aston Villa em luta por vaga na Champions
-
Irã ataca instalação nuclear em Israel
-
Milan vence Torino e recupera vice-liderança do Campeonato Italiano
-
De Gaza ao Líbano, o cirurgião que opera crianças feridas na guerra
-
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
Leste europeu se preocupa com fim do trânsito de gás russo através da Ucrânia
A interrupção, nesta quarta-feira (1º), do trânsito de gás russo através do território ucraniano, um acordo de décadas agora cancelado devido à guerra, suscita preocupação no leste da Europa: a Moldávia declarou estado de emergência e a Eslováquia ameaça tomar represálias contra Kiev.
O gás russo tem sido fornecido à Europa por meio de gasodutos que passam pelo território ucraniano desde o fim da União Soviética, em 1991.
Ambos os países renovaram o acordo em um contrato de cinco anos assinado no final de 2019 e respeitado até sua expiração nesta quarta-feira, apesar da guerra que travam desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.
No entanto, agora Kiev decidiu não renová-lo e nesta quarta-feira ambas as partes confirmaram que o gás parou de ser enviado de forma definitiva.
"Interrompemos o trânsito do gás russo, é um acontecimento histórico. A Rússia perde mercados e sofrerá perdas financeiras", disse o ministro da Energia ucraniano, Guerman Galushchenko, citado em comunicado.
Embora o continente europeu tente quebrar a sua dependência do gás russo desde 2022, vários países do leste da Europa ainda dependem de Moscou para suprir a sua demanda energética.
Quase um terço do gás russo vendido à Europa passava até agora pelo território ucraniano, disse Phuc-Vinh Nguyen, diretor do Centro de Energia do Instituto Jacques Delors.
O restante transita por gasodutos submarinos no Mar Negro para Bulgária, Sérvia e Hungria, ou através da importação de gás natural liquefeito (GNL) russo em navios-tanque.
- "Chantagem energética" -
A situação é crítica na Moldávia, fronteiriça com a Ucrânia, que também tem que lidar com separatistas apoiados pela Rússia.
O pequeno país já declarou estado de emergência por 60 dias, antecipando o corte ucraniano.
No sábado passado, a empresa russa Gazprom anunciou que também suspenderia o envio de gás devido a uma disputa sobre uma dívida, o que levou o governo moldavo a denunciar "táticas opressivas".
Na capital Chisinau, alguns moradores expressaram medo.
"É terrível, ninguém sabe o que vai acontecer. Comprei algumas velas e um gerador", disse à AFP Cristina, uma estudante de 21 anos que não revelou o sobrenome.
A Gazprom já reduziu o fornecimento à Moldávia desde o início da invasão e envia gás apenas para o estado separatista da Transnístria. Mas a central elétrica apoiada por Moscou naquela região fornece dois terços da eletricidade consumida em todo o país.
"O Kremlin recorre mais uma vez à chantagem energética para influenciar as eleições legislativas de 2025 e minar o nosso caminho europeu", disse a presidente da Moldávia, Maia Sandu.
A líder pró-europeia foi reeleita em novembro, em eleições marcadas por denúncias de interferência russa.
Sandu ofereceu ajuda humanitária aos habitantes da Transnístria, que ficariam sem aquecimento em pleno inverno.
Mas as autoridades locais rejeitaram-na e optaram por manter a sua lealdade a Moscou, disse Alexandru Flenchea, um ex-funcionário do governo especializado naquela região.
- "Totalmente irracional" -
A União Europeia diz estar "preparada" para o corte do gás através da Ucrânia, o que corresponde a apenas 5% dos 10 bilhões de metros cúbicos que o bloco importa.
"A Comissão (Europeia) tem trabalhado há mais de um ano na preparação para um cenário sem o trânsito de gás russo pela Ucrânia", disse o bloco na terça-feira.
Observou que a UE reforçou a sua infraestrutura de gás nos últimos anos e concedeu "fontes alternativas' aos países afetados.
A Eslováquia é o único país do bloco afetado depois que a Áustria decidiu, em dezembro, rescindir o seu contrato de longo prazo com a Gazprom.
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico – um dos poucos aliados do Kremlin na UE – criticou a decisão ucraniana e viajou a Moscou para discuti-la com Putin.
O governante eslovaco ameaçou cortar o fornecimento de eletricidade de que a Ucrânia necessita devido a danos na sua infraestrutura energética após quase três anos de bombardeios russos.
Outro país vizinho, a Hungria, também próxima de Moscou, recebe a maior parte das suas importações de gás russo por meio do gasoduto do Mar Negro. Portanto, a Hungria não será afetada pela decisão ucraniana.
burs-anb/sbk/mas-acc/zm/aa/jb
L.Adams--AT