-
Venezuela reconhece morte de preso político quase um ano depois
-
Sinner exige "respeito" dos Grand Slams em meio a disputa sobre premiação
-
Sabalenka, Gauff e Andreeva estreiam com vitórias no WTA 1000 de Roma
-
Crystal Palace e Rayo Vallecano farão final da Conference League
-
Atores gerados por IA não poderão ser premiados no Globo de Ouro
-
Aston Villa e Freiburg vão se enfrentar na final da Liga Europa
-
Governadora de Nova York ordena que agentes do ICE atuem com rosto descoberto
-
Preços do petróleo fecham sessão com leve queda
-
Surto de 2018 na Argentina dá pistas sobre como o hantavírus se propaga
-
Israel e Líbano vão dialogar nos EUA, que espera resposta do Irã à sua proposta
-
CBF quer anunciar renovação de Ancelotti antes da Copa do Mundo
-
Zelensky recomenda que líderes estrangeiros evitem Dia da Vitória em Moscou
-
Trump se mostra satisfeito com reunião com 'dinâmico' Lula
-
Mais de 70 vítimas de Al Fayed receberam 'indenização completa' da Harrods
-
OMS acredita que haverá mais casos de hantavírus por surto em cruzeiro
-
Valverde é levado para hospital após briga com Tchouaméni em treino do Real Madrid
-
EUA ressalta 'sólidos' vínculos com Vaticano após reunião 'amistosa' entre Rubio e papa
-
Democratas dos EUA pedem fim do silêncio sobre política nuclear de Israel
-
COI devolve hino e bandeira aos bielorrussos, mas não aos russos
-
Observadores eleitorais da UE estão 'muito preocupados' com violência na Colômbia
-
O luto silencioso dos filhos de migrantes senegaleses desaparecidos no mar
-
'O hantavírus não é como a covid', diz médica que trata de paciente nos Países Baixos
-
Empresa de tradução DeepL reduz quadro de pessoal para acelerar transformação em direção à IA
-
EUA ressalta 'sólidos' vínculos com Vaticano após reunião 'amistosa' de Rubio com o papa
-
Ilhas Canárias em alerta com chegada de navio com surto de hantavírus
-
Assassinato de adolescente a caminho da escola choca cidade francesa
-
Em busca da reeleição, Lula visita Trump para dissipar tensões
-
Os destaques do Festival de Cannes
-
Governo trabalhista enfrenta teste nas eleições locais britânicas
-
Os filmes na disputa pela Palma de Ouro do 79º Festival de Cannes
-
Festival de Cannes terá edição repleta de estrelas
-
Irã examina proposta mais recente dos Estados Unidos para acabar com a guerra
-
Navio com surto de hantavírus segue para a Espanha; pacientes são hospitalizados na Europa
-
Luiz Henrique: Após 24 anos de espera, Brasil tem a 'ambição de ganhar a Copa'
-
Cantora britânica Bonnie Tyler é hospitalizada em Portugal
-
Assassinato de adolescente a caminho da escola deixa cidade francesa em estado de choque
-
UE anuncia acordo para proibir IA que cria imagens sexuais falsas
-
Japão lança mísseis durante exercícios e irrita a China
-
Fluminense empata com Independiente Rivadavia no fim (1-1) em noite de recorde de Fábio
-
Corinthians arranca empate no fim (1-1) contra o Santa Fe na Libertadores
-
Seleção mexicana excluirá da Copa do Mundo jogadores que faltarem ao início do período de treinos
-
Juiz dos EUA divulga suposta nota de suicídio de Jeffrey Epstein
-
Sem Arrascaeta, Flamengo enfrenta Independiente Medellín na Libertadores
-
Primeiro contágio de hantavírus em cruzeiro não poderia ter ocorrido no navio ou em escala, segundo OMS
-
Rússia pede a diplomatas que evacuem Kiev diante de possível ataque
-
Anthropic utilizará centros de dados da SpaceX para sua IA
-
'Não levaram o problema suficientemente a sério', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus
-
PSG elimina Bayern e vai enfrentar Arsenal na final da Champions
-
Democratas acusam secretário de Comércio de Trump de encobrir caso Epstein
-
Trump considera 'muito possível' acordo de paz com Irã, mas mantém ameaças
Campanha eleitoral dos EUA registra gastos recorde de US$ 15,9 bilhões
As eleições americanas de 2024, que acontecem nesta terça-feira (5), serão as mais caras da história, com contribuições totais que chegam a US$ 15,9 bilhões (R$ 91,9 bilhões).
O gasto, que inclui as disputas ao Congresso, vai superar os 15,1 bilhões de dólares (R$ 87,3 bilhões, na cotação atual) de 2020 e mais que o dobro dos 6,5 bilhões de dólares (R$ 37,5 bilhões, na cotação atual) de 2016, segundo a organização sem fins lucrativos OpenSecrets.
Na acirrada corrida pela presidência, a vice-presidente democrata Kamala Harris emergiu como a líder em arrecadação de fundos. Sua campanha obteve diretamente mais de 1 bilhão de dólares (R$ 5,78 bilhões), com 40% proveniente de pequenos doadores, além de outros 586 milhões de dólares (R$ 3,4 bilhões) dos comitês de ação política.
A campanha do republicano Donald Trump, por sua vez, arrecadou 382 milhões de dólares (R$ 2,2 bilhões) diretamente, dos quais 28% vêm de pequenos doadores, enquanto os comitês afiliados contribuíram com US$ 694 milhões (pouco mais de 4 bilhões de reais).
O maior doador é Timothy Mellon, de 82 anos, o reservado herdeiro bilionário de uma das fortunas mais antigas dos Estados Unidos que aportou US$ 197 milhões (R$ 1,14 bilhão) na campanha Trump e nas causas republicanas.
Outros grandes apoios republicanos são Richard e Elizabeth Uihlein, da indústria de embalagens, a magnata dos cassinos Miriam Adelson, o diretor-executivo de Tesla e SpaceX Elon Musk, e o investidor de fundos de hedge Kenneth Griffin, cada um dos quais doou mais de 100 milhões de dólares (R$ 578 milhões) para Trump e as causas republicanas.
No lado democrata, Michael Bloomberg é o principal doador, com cerca de 93 milhões de dólares (R$ 538 milhões) -- 43 milhões (R$ 248,7 milhões) inicialmente, mais 50 milhões (R$ 289,2 milhões) adicionais, segundo os registros.
George Soros doou 56 milhões de dólares (R$ 323,9 milhões) através de seu comitê de ação política.
No total, foram gastos 10,5 bilhões de dólares (R$ 60,7 bilhões) em anúncios de campanha, desde a presidência até os candidatos a representantes locais, segundo os dados reunidos pela empresa de acompanhamento de anúncios AdImpact.
As campanhas presidenciais de Kamala e Trump gastaram 2,6 bilhões de dólares (R$ 15 bilhões) em anúncios de março até 1º de novembro.
Os democratas investiram 1,6 bilhão de dólares (R$ 9,25 bilhões) e os republicanos, 993 milhões (R$ 5,74 bilhões).
A Pensilvânia liderou os gastos entre os chamados estados-pêndulo para a disputa presidencial, com US$ 264 milhões (R$ 1,52 bilhão), seguido por Michigan com 151 milhões (R$ 873,3 milhões) e Geórgia com 137 milhões (R$ 792,4 milhões).
No total, foram gastos na Pensilvânia US$ 1,2 bilhão (R$ 6,94 bilhão) em todas as disputas, incluídas as municipais.
As plataformas digitais receberam 419 milhões de dólares (R$ 2,42 bilhões) em publicidade presidencial, o que representa apenas 17% do gasto total.
Th.Gonzalez--AT