-
Sobreviventes reencontram animais de estimação após terremoto na Colômbia
-
PSG chega a princípio de acordo com Barça para contratar Ferran Torres
-
Inflação na Argentina acelera levemente em julho
-
Florent Manaudou, lenda da natação francesa, anuncia aposentadoria
-
Astros sul-americanos sem clube buscam aquela que pode ser sua 'última dança'
-
EUA executa dois presos, um terceiro aguarda no corredor da morte
-
EUA planeja ataques 'em terra' contra traficantes com parceiros latino-americanos
-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
-
Corte dos EUA indefere ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
-
Bomba soviética de 500 kg é encontrada em jardim no Afeganistão
-
Irã afirma que controla o Estreito de Ormuz e contradiz Trump
-
Após 72 horas, Colômbia corre para encontrar sobreviventes após terremoto
-
Matthew McConaughey e seu doce retorno ao cinema com 'The Rivals of Amziah King'
-
IA tira trabalho de videntes cegos na Coreia do Sul
-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
Por que os EUA defenderiam as Filipinas frente à influência de Pequim no Mar do Sul da China?
A relação entre os Estados Unidos e as Filipinas se estreitou desde que o presidente Ferdinand Marcos chegou ao poder em junho de 2022, impulsionada pelas ações de Pequim na região Ásia-Pacífico e, em particular, no Mar do Sul da China.
Um tema-chave da preocupação é o Mar do Sul da China, onde se repetem os incidentes entre navios chineses e filipinos, que fazem temer o início de um conflito mais amplo que envolva os Estados Unidos e outros aliados.
Esse foi um dos principais temas da agenda da cúpula tripartite entre os Estados Unidos, Japão e Filipinas, na quinta-feira em Washington.
Mas até que ponto os laços entre Manila e Washington se fortaleceram e por que os Estados Unidos estaria disposto a entrar em guerra para defender as Filipinas?
- Os Estados Unidos têm a obrigação de defender as Filipinas? -
As Filipinas concentram muitos dos esforços dos Estados Unidos para consolidar as alianças nesta região devido à sua proximidade com o Mar do Sul da China e com Taiwan, a ilha com um governo democrático que a China considera como parte de seu território.
Filipinas e Estados Unidos têm uma história complexa que remonta à colonização espanhola, que terminou quando Washington comprou esse território para encerrar uma guerra com Madri.
Desde 1951, os dois países estão vinculados por um tratado de defesa. O pai do atual presidente, o ditador Ferdinand Marcos (1965-1986), foi considerado por Washington como um aliado durante a Guerra Fria e morreu nos Estados Unidos, após ser deposto.
Os altos funcionários do governo de Biden reiteraram que qualquer "ataque armado" contra a presença filipina no Mar do Sul da China invocaria o tratado de defesa.
Em 2014, um acordo de cooperação em defesa entre os dois países concedeu às tropas americanas acesso a cinco bases filipinas.
O pacto ficou relegado durante o governo do presidente Rodrigo Duterte (2016-2022), que manteve uma política favorável à China, mas foi reativado e expandido com a chegada de Marcos ao poder.
- Por que o Mar do Sul da China é importante? -
O Mar do Sul da China abarca mais de três milhões de quilômetros quadrados e é a principal rota marítima entre o oceano Pacífico e o Índico, o que lhe confere um enorme valor comercial e militar.
Em seu leito, estima-se que há enormes reservas de petróleo e de gás, mas as diversas projeções sobre o tamanho dessas reservas são variáveis.
As tensões acumuladas em torno desse mar o transformaram em um barril de pólvoras e existe o temor de que qualquer erro de cálculo ou, até mesmo, um acidente possa desembocar em um conflito.
- Quais são os temas da disputa? -
Durante décadas, vários países reivindicam soberania territorial que encobrem diferentes áreas do Mar do Sul da China, suas centenas de arrecifes e ilhas.
China e Taiwan reivindicam quase a totalidade do mar e Vietnã, Filipinas, Malásia e Brunei têm reivindicações coincidentes.
Os Estados Unidos não têm nenhuma aspiração territorial sobre essas águas, mas habitualmente realiza operações de patrulha na região.
Se uma potência como Pequim controlar a totalidade do Mar do Sul da China "provavelmente outros países que quiserem passar teriam que pedir autorização", explicou Andrea Wong, pesquisadora não residente do Instituto de Assuntos Indo-Pacíficos da Nova Zelândia.
Pequim argumenta que tem "direitos históricos" sobre esse mar, mas em 2016 a Corte Permanente de Arbitragem de Haia determinou que essas reivindicações não possuem amparo legal.
A China ignorou a decisão judicial e, de todos os países que reclamam essas águas como parte de seu território, é aquele que faz com mais afinco.
- Como são as relações entre EUA e Filipinas? -
Durante o governo de Duterte, as Filipinas se aproximaram da China com objetivos econômicos e comerciais e também deixaram em suspenso a sentença internacional que rejeitou as reivindicações chinesas sobre grande parte do Mar do Sul da China.
Além disso, ameaçaram anular o tratado de defesa com Washington, que permite ter tropas americanas estacionadas em seu território.
Mas Marcos deu uma guinada e rechaçou publicamente as ações da China e deu aos Estados Unidos maior acesso às suas bases militares.
O presidente americano, Joe Biden, reiterou na quinta-feira o compromisso "inabalável" para defender as Filipinas, uma linguagem que muitos altos funcionários de seu país utilizaram nos dois últimos anos.
Pequim criticou os Estados Unidos, Filipinas e Japão nesta sexta-feira e defendeu que suas ações no Mar do Sul da China são "legais".
Ch.P.Lewis--AT